Mostrando postagens com marcador André. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador André. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Foi mesmo dia de CEPRAEA

Comemoração do retorno à série B: alívio


No último sábado (21/08), foram realizadas simultaneamente as etapas Juvenil e da série C do Circuito Carioca de Beach Handball. Mostrando o comprometimento com a equipe, os atletas lesionados Alex e Moura acompanharam o time e ajudaram no suporte.

O CEPRAEA deveria fazer seu primeiro jogo contra a equipe de Caxias que não compareceu. O retorno à série B dependia então de duas vitórias sobre as equipes de Macaé e Nasa. O pedido para o CEPRAEA era simples: dar 100% de si o tempo todo em todas as ações. Era vencer ou vencer. Ali, na série C, não era nosso lugar.

O primeiro jogo efetivo foi contra o time de Macaé. No set inicial, apesar de pequenos deslizes no começo do jogo, mostramos que estávamos realmente focados: 18 x 6. André e Ítalo conduziram a equipe e garantiram uma boa exibição. Tivemos uma queda de rendimento de um set para o outro, talvez pela tranquilidade com que fizemos o placar do primeiro período. No entanto, a vitória por 2 sets a zero foi conquistada.

No confronto com a equipe do Nasa, o esquema dos adversários era com o curinga como pivô. Já atentos a essa configuração, fizemos a escolha de uma marcação em triângulo que funcionou bem no primeiro set e permitiu que o ataque garantisse a vitória. No segundo set houve queda de rendimento na tentativa desnecessária de variar jogadas, quando o jogo se mostrava nitidamente aberto pelo meio com curinga e pivô. Do meio do set em diante, entendemos o recado e retomamos o caminho da vitória: o meio. Contudo, a trave parecia um obstáculo a mais e colocamos 4 bolas lá. Porém no gol, tínhamos nosso goleiro Cayo em "dia de Cayo"! Defesas cara-a-cara com os adversários deram a tranquilidade que o ataque precisava e fechamos o jogo em 2x0.

Mostramos uma consistência de jogo bem maior, mas ainda pecamos muito nos erros "não forçados" (aqueles em que a falta de competência é toda nossa). Exemplos disso foram os passes errados e forçados (para companheiros marcados), erros de substituição e giros forçados nas pontas quando o jogo seguia aberto pelo meio. Também precisamos trabalhar os contra-ataques que podem ser muito melhor explorados do que foram. A ponte longa na esquerda e a curta na direita foram pouco solicitadas e, por isso, não podemos identificar se evoluimos nesses aspectos que serão fundamentais quando o meio não estiver sendo tão eficaz quanto foi dessa vez. Além disso, é preciso lembrar que a série B conta com goleiros mais experientes e eficientes. Isso faz com que nossos arremessos ainda tenham muito o que melhorar para superá-los.

Sábado foi dia de CEPRAEA nas areias de Copacabana! Agora, de volta à série B, queremos que DOMINGO seja o dia de CEPRAEA. E se mantivermos a consistência de jogo alcançada até aqui e continuarmos progredindo em outros aspectos temos tudo para fazer novamente uma boa etapa.

Dever de casa feito! Mostramos que a série C não é o nosso lugar. A sensação é de alívio.
Parabéns aos atletas pelo retorno!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

EU QUERO É MAIS!

Muito trabalho e união na equipe

Estrearam pelo CEPRAEA na 2ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball os atletas Thiago Figueiroa (camisa 8, armador esquerdo e defensor), Wagner Zanon (camisa 14, armador esquerdo) e Felipe Maia (camisa 17, defensor). Outra presença digna de nota foi do nosso Alex, que mesmo de muletas fez o scoult do jogo que pôde assistir. Foi importante para a equipe vê-lo novamente. O atleta espera atuar como assistente durante toda a próxima etapa, contribuindo para o desenvolvimento da equipe mesmo fora de quadra.

Na primeira partida enfrentamos a experiente equipe do Ferreira Viana. No primeiro set podemos ver a grande evolução do nosso camisa 10, André que vem se dedicando muito aos treinos, não só na prática, mas analisando vídeos nossos e de outras equipes. O resultado não podia ser outro, sob seu comando o CEPRAEA mostrou um ataque consistente e vencemos o primeiro set por 16 a 10, apesar de bela atuação do goleiro Alexandre que dificultou o trabalho de nosso armador direito Davi. No segundo set tivemos dificuldades de encaixar o ataque e não fomos eficientes na defesa. Resultado: 12 x 16. O jogo foi para o desempate no um contra o goleiro e justamente o seguro André desperdiçou a primeira chance. Perdemos ainda a segunda cobrança e nossa vitória ficou então ameaçada. Mudamos o goleiro e o ágil Thiago Figueiroa mostrou porque é merecedor de uma vaga no time apesar do longo tempo fora de atividade. Impelindo os adversários ao erro, ficamos com o placar de 8 a 6. Vitória e descanso até o segundo jogo para decidir 1º lugar no grupo.

No segundo jogo tivemos tempo suficiente para descansar e fizemos um início avassalador contra a equipe do Unihand Beach chegando ao placar de 10 x 02 obrigando o time adversário a pedir tempo técnico. Depois da parada deixamos o time de Belford Roxo encostar após erros sucessivos. Vencemos no último segundo quando Davi converteu tiro de 6 metros (pênalti) - 16 x 14. No segundo set novamente tivemos dificuldades de encaixar o jogo e perdemos por 18 x 15, evidenciando que a defesa também apresentava problemas. Na disputa de um contra o goleiro, contamos com a sorte ao errar lançamentos e nos equivocar tecnicamente nas execuções dos giros. Mas a vitória veio com o placar de 6 a 4, assim como o 1º lugar no grupo.

Na semifinal, o CEPRAEA enfrentou a equipe Debret/Alcance que havia descido da série A de acordo com resultado da etapa de Março. Em um jogo em que erramos tudo quanto foi possível, desde passes, passando pela marcação, até os arremessos, sequer vimos o caminhão que nos atropelou. Em dois sets, nos rendemos aos erros nossos e à experiência dos adversários. No 1º período de jogo, sofremos mais de 20 gols - 23 x 12. Diversas mudanças de peças foram feitas, incluindo a entrada do Michell na tentativa de aproveitar a troca de goleiros mais lenta da equipe adversária com o costumeiro bom chute longo do nosso camisa 6 que ontem... também não entrou. Não temos nem o registro completo dessa partida, pois até nossa câmera parece que sofreu apagão! O que é uma lástima, já que diferentemente do senso comum que diria “um jogo para se esquecer”, acredito que seja um jogo para NUNCA se esquecer e ser usado como exemplo do que NUNCA mais podemos fazer e de tudo que ainda precisamos melhorar. É em cima de erros que precisamos trabalhar e esse jogo nos dá material de sobra para nos debruçarmos. No segundo set ainda perdemos de 14 x 9.

Após uma dura chamada de atenção, o CEPRAEA foi para a disputa de 3º lugar contra a também jovem equipe de Belford Roxo, o Unihand Beach. A tônica pedida foi atendida e cada um assumiu sua responsabilidade dentro de quadra. Com tranquilidade e firmeza vencemos os dois sets fechando pela primeira vez na série B um jogo em 2 x 0, sem espaços para mais sustos com placares de 17 x 16 e 8 x 5. Soubemos jogar após conquistar o primeiro set, deixando a obrigação do resultado para os adversários e contamos finalmente com uma atuação ótima do goleiro Cayo que vinha fazendo uma competição abaixo de seu potencial, pois o ataque novamente mostrou dificuldades, como evidencia o baixo placar.

O 3º lugar mereceu novamente comemoração, mas dessa vez ficou sensação de que poderíamos ter alcançado um melhor resultado. E como o trabalho tem sempre que ser voltado para resultados cada vez melhores, agora o CEPRAEA quer é mais!

Jogaram esta etapa:
Goleiros – Cayo e Michell

Defensores – Jonathan, Maia, BC, Antonio e Thiago
Curingas – André e Davi

Armadores esquerdos – Thiago, Wagner e Maia

Armadores direitos – Davi e BC

Pivôs – Jonathan e Thiago

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sai, Uruca!

O goleiro Cayo foi o destaque do time

Pode chamar de uruca, zica, macumba, má sorte, azar. Pode chamar do que quiser! Mas ontem os atletas CEPRAEA sepultaram de vez a fase de incidentes e obstáculos que vinham enfrentando.

Depois de diversas lesões (André, Orelha, Russo, Alex) "bizarras", o time entrou ontem desfalcado do armador esquerdo Maia por conta de febre alta que enfrentou durante toda a madrugada de sábado para domingo e persistiu no próprio dia da etapa, o impedindo de participar da estreia da equipe no Circuito Carioca 2010.

A despeito da "maré de azar", o CEPRAEA entrou em quadra na 1ª etapa do circuito com Cayo no gol; BC, Antonio, Jonathan (Ítalo) e Michell na defesa; André, Davi, Russo, BC e Ítalo (Jonathan) no ataque. Na fase de grupos nossa equipe enfrentou o time de Três Rios no primeiro jogo e venceu na disputa de Um contra o Goleiro por 5 x 4, após empate em 1 a 1 em sets, parciais de 9 x 15 e 12 x 4.

No segundo jogo, enfrentamos o Nasa. O primeiro set foi de arrancar os cabelos (7 x 8)! Faltando pouco tempo para o final, desperdiçamos tiro de 6 metros (pênalti, para os leigos) após a arbitragem apontar que nosso jogador Davi tinha mexido na linha da área no momento da cobrança. Os adversários fizeram um gol valendo 1 ponto. No contra-ataque encostamos com gol de giro do Davi. Faltando segundos, conseguimos recuperar a posse de bola e o apito de término veio quando BC, direto da defesa, já armava o giro, que terminou em gol que seria de 2 pontos e nos daria a vitória no set, mas não foi válido pelo estouro dos 10 minutos de jogo. No segundo set vencemos por 13 x 6. Na disputa de um contra o goleiro, perdemos por 3 x 8.

Os dois primeiros jogos resultavam no seguinte quadro: jogávamos mal o primeiro set e muito bem o segundo; na disputa de um contra o goleiro em que sempre fomos fortes, estávamos mal; nossa defesa estava muito bem, com destaque para o goleiro Cayo. Como o terceiro jogo do grupo entre Nasa e Três Rios também foi para disputa de um contra o goleiro e terminou com vitória de Três Rios, ficamos em 1º do grupo pelo saldo de pontos.

Na semi-final enfrentamos a equipe do Unihandbeach em jogo quente! O primeiro set perdemos por apenas 1 gol de diferença, 9 x 10. Panorama do jogo: enquanto nossos adversários desperdiçaram muitos tiros de 6 metros apontados pela arbitragem, nosso time fazia pontos de 1 em 1 por ter seus giros considerados com menos de 360° e aéreas como não existentes.

Com o sentimento de que tínhamos chance de ir à final, fomos para a disputa de 3º com tudo em busca na nossa melhor classificação em etapas até aqui. Invertendo a lógica da fase de grupos fizemos um excelente primeiro set vencendo por 16 x 7, mas o segundo set não foi suficiente e perdemos por 9 x 12. Novamente fomos para disputa de um contra goleiro e dessa vez, todos muito concentrados para não cometer os erros apontados pela arbitragem anteriormente e tampouco errar o alvo. Fomos IMPECÁVEIS: 8 x 5 e BC nem precisou bater!

CEPRAEA 3º lugar na série B!!! Festa para nossa equipe jovem e guerreira! Temos muito o que melhorar e isso é ótimo! Se chegamos até aqui com erros, imagina o que poderemos fazer com menos deles!

Ao final do jogo, após cumprimentar adversários e árbitros, comemorar com a torcida "empolgadíssima", fomos todos tomar um banho de sal no mar de Copacabana com uniforme e tudo para garantir que a uruca saiu, por bem ou por força maior.

Sai, uruca!

sábado, 27 de março de 2010

Oficina de Hand Beach para divulgar a modalidade

Alunos da Gama Filho e atletas do CEPRAEA vivenciando o Hand Beach

Hoje, o CEPRAEA, através de uma aula-oficina apresentou o Hand Beach para alunos da faculdade de Educação Física da Universidade Gama Filho, turma do professor Byra Bello. Auxiliaram nas demonstrações e explicações aos alunos os atletas André, Antonio, BC, Davi e Michell.

A realização da oficina condiz com as atitudes recomendáveis aos integrantes CEPRAEA de acordo com as diretrizes presentes no "Termo de compromisso" assinado por todos os componentes da equipe. Esse pensamento passa pela ideia de que é preciso desenvolver a modalidade escolhida por nós para ser praticada. Independentemente das dificuldades enfrentadas por todos - atletas, treinadores, árbitros, dirigentes - acreditamos que mostrar ao maior número de pessoas possível a novidade que é o Hand Beach, com todo seu potencial de ESPETÁCULO, é um caminho que precisa ser trilhado, pois quanto mais praticantes, quanto mais times tivermos nas competições, mais alto será o nível de disputa, maior será o interesse do público, maior será a capacidade da modalidade atrair espectadores e mídia.

A oficina do CEPRAEA divulga em meio muito fértil a nossa modalidade: futuros professores de Educação Física que, conhecendo o esporte, podem ensinar a seus alunos, assim como formar novas equipes e dirigi-las

Nesse ano vimos alguns times particpantes do Circuito Carioca se unirem para ganhar em poder de fogo ou para tornar possível um maior quadro de atletas. Nosso Circuito inicia 2010 com apenas 3 equipes na série C. Apesar de ser só o começo do ano, é preciso ter atenção para que o Circuito não se limite sempre às mesmas equipes e atletas (ou nem tão atletas assim). A diversidade, a entrada de novos atletas, de novas equipes, de novos treinadores, de novas formas de pensar a modalidade e de jogá-la, é importante para a sua evolução que, particularmente, acredito depender tanto da experiência dos que estão há muito tempo, quanto da novidade e o "ar fresco" dos que estão por vir.

Além disso, divulgar o Beach Hand se faz necessário pelo fato de que é muito mais fácil atrair um público espectador que conhece a modalidade, que sente-se parte dela, a entende e se entretém a acompanhando, analisando, dando palpite, vibrando. Para que haja público para um determinado esporte, é preciso que esse público o conheça bem e, de preferência, o pratique, permitindo uma identificação entre ambos. Ou por acaso alguém acompanhou com afinco o mundial de curling que aconteceu a pouco? Curling não faz parte de nossa realidade. Suas pistas geladas só existiriam por aqui articificalmente. Já as areias de Copacabana estão à nossa disposição, assim como de muitas outras praias por nossa cidade, estado e país.

Vamos espalhar o Hand Beach por aí!

Esperamos que esse tenha sido apenas o primeiro passo de uma parceria muito produtiva.


quarta-feira, 17 de março de 2010

Porque treino em dia de chuva vale a pena

Davi e André mostrando que estão bem!

Hoje, 4ª feira (17/03), era dia de treino para o CEPRAEA. Cayo, Pereira, Ítalo e Antonio estavam previamente dispensados por acordo de horário. Os demais todos tiveram sua razão para não comparecer, mas "quem tem razão, não tem outback". Em respeito e reconhecimento ao compromisso dos atletas Davi e André, únicos a comparecer ao treino, ambos ganharam um jantar com tudo pago no Outback Tijuca.

Quem não foi, perdeu.