Mostrando postagens com marcador circuito carioca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador circuito carioca. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de setembro de 2011

Um tapa na cara


Ontem, sábado 24/09, o CEPRAEA disputou a 5ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C. Pela segunda etapa consecutiva disputou a série C e lá continuará. Nessa edição apenas 4 equipes disputavam a vaga para a série B e ainda sim o CEPRAEA não conseguiu superar seus adversários e parou na semifinal contra o Ferreira Vianna.

Após vencer Paty no primeiro jogo com tranquilidade, aparentemente o time foi para a semifinal achando que a partida já estava ganha antes mesmo de seu início. Venceu o 1º set e subiu definitivamente no salto esperando que a vitória fosse simplesmente "brotar", sem que para isso fosse necessário todo o esforço de "preparar a terra", "plantar a semente", "regá-la", etc. Sem fazer a força do trabalho duro, a coisa se complicou e apenas no último segundo o CEPRAEA conseguiu empatar em 10x10 o segundo set, levando para o gol de ouro.

Vencemos a disputa de bola no alto e... desperdiçamos! Nossos adversários não fizeram o mesmo, levando a disputa para o shoot-out. Abatidos, mais uma vez demos vexame na disputa contra o goleiro: 4 cobranças não convertidas. Perdemos.

Um verdadeiro tapa na cara!

A vitória na disputa de 3º lugar veio de forma convincente, mas a postura de raça e de esforço contínuo, veio tarde demais. Para uma equipe que no início da temporada tinha o objetivo de chegar à série A, terminar o ano ainda na série C é um TAPA NA CARA.

Agora é ver se o tapa vai servir pra fazer a equipe acordar e mudar completamente de postura.

Jogaram:

1 - Cayo (goleiro)
3 - BC (armador direito e defensor central)
5 - Cayus (armador esquerdo e defensor lateral)
7 - Jonathan (pivô)
8 - Felipe (pivô)
9 - Alex (armador esquerdo e curinga)
11 - Antonio (defensor central e lateral)
13 - Wagner (armador esquerdo e defensor lateral)
17 - Renato (armador direito e defensor lateral)
77 - Michell (curinga)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Encontro Marcado

CEPRAEA na 4ª etapa - agosto/2011

Na última etapa prometi escrever sobre pelo menos quatro assuntos que julguei relevantes à época. Chega a véspera da 5ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C e é hora de desenvolver a última ideia que havia citado: o encontro marcado com os próprios defeitos.

A vida de quem está envolvido com esportes é recheada de altos e baixos. Num jogo derrota, no outro vitória. Um segundo lugar pode ter sabor de derrota ou vitória. Tudo depende do contexto. Estar à beira do céu ou nas portas do inferno. Subir ou descer de série. A tensão que isso gera, o esteresse ao qual você mesmo se submete é grande. Não é qualquer indivíduo que consegue lidar bem com esse dia-a-dia.

O topo é para um, a derrota para vários. A chance de se frustrar é muito maior que a de atender à própria expectativa. É muito importante que os atletas tenham isso em mente. Buscar sempre a vitória, dando 100% de si. Mas sabendo que às vezes o seu 100% pode não ser suficiente. Frustrante, não? Não! Basta saber que há sempre o quê e por onde melhorar.

A cada jogo, a cada campeonato, o atleta se prontifica a ser testado, avaliado, qualificado. Em algumas vezes suas qualidades serão exaltadas pelos resultados, em outras tantas seus defeitos ficarão expostos para todos e para si mesmo. Duro, não? Sim! Duro. Quem gosta de expor seus próprios defeitos?

O atleta é, portanto, alguém de muita coragem. Que enfrenta seus defeitos a cada etapa, a cada partida, a cada jogada. Depois de 1 mês desde a última etapa, os atletas CEPRAEA encararam seus defeitos a cada treino e venceram muitos deles. E agora é hora do desafio!

Amanhã (sábado 24/09), a partir das 9:30 no posto 4 da praia de Copacabana, vamos duelar bravamente contra nossos adversários e nossos defeitos, tendo como armas nossa persistência, determinação, raça e todas as qualidades técnicas e táticas que desenvolvemos a cada treino.

Vamos CEPRAEA!! Vamos com TUDO que temos!!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Arbitragem: sem espaço pra chororô

Árbitros em ação na 4ª etapa do Circuito Carioca série C 2011


Quem acompanha minimamente o Beach Handball carioca sabe que a questão da arbitragem é um problema sistemático. Em quase toda etapa há sempre equívocos memoráveis e decisões questionáveis de todo o lado. As equipes e jogadores cansam de fazer críticas, às vezes construtivas, às vezes não, à qualidade dos árbitros e organização do evento. Tenho certeza que grande parte das reclamações tem muito fundamento. Falta de planejamento, de atualização, de coerência, de bom senso, de imparcialidade, de seriedade. Tudo isso e mais um pouco pode ser colocado na conta dos árbitros da FHERJ sem que alguma equipe se levante para defender a federação. Todos já se sentiram pelo menos alguma vez, gravemente prejudicados e, provavelmente, têm razão.

Mas... Quando a coisa está muito ruim, significa que tem muita coisa a melhorar e isso pode significar uma coisa boa. Porque o mínimo que se faça já é melhor do que o que veio antes. E assim, parece ter ocorrido na 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C, no último sábado dia 27 de agosto. Na praia de Copacabana, o que se viu foram poucos momentos em que houve brecha para se contestar a atuação da arbitragem e da organização.

Não estou dentro da organização da competição para dizer se houve alguma mudança. Ainda que tenha sido por mero acaso, é interessante que a FHERJ olhe com cuidado para entender o que é que fez a etapa transcorrer sem grandes problemas. Foi simplesmente o nível de handebol mais baixo que faz com que não dependa tanto de detalhes? Foram os árbitros que foram escalados? Foi a postura dos atletas e equipes? Foi a ausência de rivalidade acirrada entre atletas e equipes? Foi a seriedade como foram conduzidas as partidas? Foi a ausência de "pressão" dos atletas, dirigentes e equipes de maior "nome"?

Claro que um ou outro lance de jogo sempre será contestado, pois a visão e a percepção dos árbitros é sempre diferente dos demais indivíduos dentro da área de jogo. Mas finalmente, parece que a arbitragem apresentou um sinal fundamental: DISCRIÇÃO. Isso significa que o handebol foi a estrela principal, que a performance das equipes foi fundamental para o resultado e não decisões dos árbitros. Quando os árbitros não são percebidos, significa que fizeram um bom trabalho.

É importante o CEPRAEA destacar a questão num momento em que não alcançou seu objetivo. É importante porque a equipe que vence normalmente esquece tudo o que passou e a que perde sai como "chorona". Não é esse o caso. Perdemos a final para a equipe de Três Rios. Efetivamente perdemos. Por mérito do adversário e por nossos erros e não os da arbitragem. E isso é digno de elogio.

Esperamos sinceramente que a FHERJ tenha identificado como foi que conseguiram essa boa atuação para que possa repeti-la. Temos um longo caminho a percorrer para melhorarmos, mas a luz no fim do túnel apareceu! Não vamos deixá-la se apagar!


domingo, 28 de agosto de 2011

Continue a nadar

Este texto pós etapa poderia ter diversos temas centrais. Assim, ao invés de apenas um, procurarei fazer diversos posts para contemplar cada um dos pontos interessantes da 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C - que aconteceu ontem, sábado, 27/06/2011. Tratarei dos resultados e desempenhos das equipes na competição em si. Escreverei sobre os acertos (sim! acertos!) da arbitragem. Sobre a estreia de Felipe Pereira e as voltas de Davi e Cayo, este último de forma brilhante. Sobre a merecida volta da equipe de Três Rios à série B e o ponto positivo de se ter mais equipes disputando o campeonato. Sobre a dificuldade de ter encontro marcado todo mês com os próprios defeitos.

Começo, portanto, com um resumo de como se deram as disputas da série C. Num dia nublado, de temperatura agradável, a série que é o primeiro degrau para quem quer chegar ao topo, estava divida em dois grupos: A - equipes da capital; B - equipes de outras cidades. No primeiro grupo, enfrentaram-se CEPRAEA, Nasa e Ferreira Viana. No segundo, Paty, Itaguaí, Três Rios e Macaé. Verdade seja dita: o grupo do "interior" apresentou handebol de nível mais alto desde a fase de grupos, a partir da qual se classificaram CEPRAEA e Nasa do grupo A e Três Rios e Macaé do grupo B.

Nos coube enfrentar Macaé na semifinal. Perigosa, vibrante e entrosada, a equipe da "Cidade do Petróleo" nos deu trabalho e precisamos ir para a disputa de um contra o goleiro para passar à final. A expulsão de Wagner, depois de 2 exclusões, pesou na performance do nosso time. O placar foi apertado e, devemos admitir, poderíamos ter apresentado melhor desempenho durante a partida para evitar a decisão no shoot out. Não foi da forma ideal, mas passamos à final.

Diante da equipe de Três Rios, sabíamos que precisávamos melhorar em relação à partida anterior. Nosso adversário sempre se apresentou como um obstáculo complicado de ser ultrapassado na história dos confrontos e vinha apresentando bom handebol desde o início dessa 4ª etapa.

A final começou em ritmo lento para ambos os ataques e o primeiro set foi fechado em 12 x 07 a nosso favor. No intervalo, nosso pivô Ítalo, que se apresentou mais uma vez muito bem, alertou: "Os dois times entraram com pouca força de ataque! O placar foi baixo... Ainda não acabou! Precisamos melhorar!"

Os ataques melhoraram: 17 x 17. Mas a análise preliminar que faço é: poderia ser melhor. Seja devido ao cansaço, seja nervosismo, seja apatia, seja por "força do cosmo" ou qualquer outro motivo que precisa ser melhor investigado, nosso saldo poderia, devia e TINHA que ter sido melhor. Não foi. O empate levou o jogo para o gol de ouro e, ao perdermos a nova saída de bola, nos vimos dependentes de mais um milagre do nosso goleiro Cayo que, apesar do dia espetacular, não conseguiu evitar o gol do melhor chutador do time adversário para encerrar o set.

No um contra o goleiro, tivemos desempenho decepcionante e perdemos nada menos que os 3 primeiros arremessos. É pedir demais pra "São Cayo". Nosso goleiro ainda salvou a equipe defendendo um chute simples e permitindo a batida de mais um arremesso do CEPRAEA com Jonathan. Porém, na segunda tentativa para fechar o jogo, o central Bruno Verly arremessou no canto esquerdo. Cayo ainda tocou na bola, mas não foi suficiente para evitar a derrota.

Três Rios retornam à série B. CEPRAEA tem pelo menos mais uma série C pra disputar no próximo mês. Não apresentamos tudo o que poderíamos. E isso é frustrante. Mas diante do que vejo nos treinos, sei que estamos à beira de um salto de desempenho, com destaque para as recentes melhoras de Alex e Antonio, que voltaram a evoluir; para o desempenho de BC que parece ter voltado a ser o BC; para o retorno do nosso canhoto e líder Davi; para a chegada de Felipe Pereira que promete ser peça muito importante em breve; para a volta do goleiro Cayo de forma segura e fundamental para garantir nossa defesa.

Se tivéssemos vencido, continuaríamos trabalhando. Perdendo, continuaremos trabalhando. Fica a dica da personagem Dory do filme "Procurando Nemo": Continue a nadar, pra achar a solução. No escuro da série C, continuaremos a nadar pra achar a solução.

Novas perspectivas se abriram! Gente nova chegando, gente antiga voltando. Vamos acertar os ponteiros, colocar todo mundo no mesmo ritmo e chegaremos mais fortes!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem é que sobe a ladeira?



"Quem é que sobe a ladeira do Curuzu?"
Na música "O mais belo dos belos" de Daniela Mercury, quem sobe a ladeira é bloco do carnaval baiano Ilê Ayê. Mas por que é que o CEPRAEA está falando disso??

No próximo sábado (27/08), a única pergunta que importará no posto 4 da praia de Copacabana será: quem é que vai subir da série C? Nessa 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball, o CEPRAEA vai encarar a amarga tarefa de disputar a última série do campeonato, na qual todas as equipes só querem saber de vencer todos os jogos. Está muito enganado aquele que pensa que nessa série os jogos são menos interessantes. Se a técnica ainda não é muito apurada, os times demonstram uma garra fora do comum para conseguir subir à série B.

Para estar novamente apto a alcançar seu objetivo de 2011 (disputar a série A), o CEPRAEA precisa retomar seu caminho no próximo final de semana. E o caminho não é fácil. A subida da última das séries até a série de elite é muito íngreme e precisará ser feita em uma velocidade alta, pois já estamos no meio da temporada e o tempo para a chegada ao topo em 2011 vai se esgotando.

Depois do desânimo pela saída das revelações Dyego (goleiro) e Daniel (defensor central) que vinham sendo fundamentais na evolução do grupo, as voltas do goleiro Cayo e do curinga Davi foram um verdadeiro alento. Contar com a volta de duas fortes lideranças se faz extremamente importante num momento de fragilidade.

Contando com esses bem vindos retornos, é hora dos atletas CEPRAEA fazerem todo a força necessária para aguentar o ritmo forte e a dificuldade imposta pela inclinação àqueles que desejam alcançar o ponto mais alto. É hora de saber quem suporta mais a dor, quem não para apesar do suor, quem não cede ao psicológico, quem emprega o esforço máximo, quem persiste até conseguir o que deseja.

Quem é que sobe a ladeira rumo à série A? Ainda não sabemos, mas sabemos que teremos mais força agora que estamos unidos novamente. A reintegração de atletas tão importantes para o grupo traz à lembrança o lema da moda: JUNTOS SOMOS MAIS FORTES. (bombeiros do Rio de Janeiro)

LADEIRA A CIMA, CEPRAEA!!


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Isso também vai passar

Cayo em momento de apreensão na série C em 2010

Certa vez, um sábio chinês presenteou o imperador com um livro. O livro tinha apenas duas páginas. Ao dá-lo, o sábio explicou: No momento mais triste da sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. E no momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo.

Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império e o imperador lembrou-se do livro. Na primeira página, somente uma frase curta: Isso vai passar.

Incansável e trabalhador, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo.

Mais tarde, sua única filha casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram num único e imenso império. Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: Isso também vai passar.

"Não devemos nos embriagar pelas grandes alegrias e nem nos deixar abater pelas grandes frustrações."


No ano de 2010, o CEPRAEA conquistou o terceiro lugar na primeira etapa do Circuito Carioca e comemorou. Alcançou novamente a terceira colocação na segunda etapa e o sabor já não era o mesmo. Na etapa seguinte, desceu para a série C e viu que o terceiro lugar era de fato uma glória.

Em 201,1 a história foi parecida: na 1ª etapa, chegamos à final da série B, ficamos com o 2º lugar e comemoramos muito. Já na 2ª etapa, nos lamentamos não ter subido à série A em mais uma oportunidade. Na 3ª etapa, em meio à apatia, dores, erros e desencontros, caimos no abismo da série C e fomos lembrados que o vice-campeonato tinha na verdade um gosto doce.

Depois de levar uma verdadeira surra, é hora do CEPRAEA descansar, respirar, se recuperar e acelerar novamente rumo a seu objetivo maior em 2011: chegar à série A. Afinal, quando estivermos em 3º ou 2º lugar devemos nos lembrar que os bons momentos passam e virão os ruins. Entretanto, estando em um mau momento devemos nos unir, nos apoiar e trabalhar forte, mais forte até que antes, pois assim... ISSO TAMBÉM VAI PASSAR.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Só quero se for "pra sempre"!

Da esquerda para a direita, em pé: Camila, Renato, BC, Antonio, Wagner, Dyego, Jonathan, Daniel e Ítalo. Agachados: Michell e Cayus


No último domingo, 19/06, o CEPRAEA esteve presente na praia de Copacabana ao lado do posto 4 para a disputa da série B da 2ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball.

Num primeiro jogo de começo lento, a equipe demorou a impôr seu ritmo, mas fechou em dois sets a zero o duelo contra o Ferreira Vianna. No segundo jogo da chave, o adversário foi o ACM-ILHA. Depois de observar a atuação dos oponentes em jogo anterior, entramos em quadra com tática definida de defesa. Deu certo. As melhores possibilidades do ACM foram atenuadas e conseguimos nos manter sempre à frente no placar para fechar mais um resultado em 2x0.

Na semifinal encontramos um difícil adversário, conhecido por sua vibração e poder de reação: o Unihand. Não foi diferente dessa vez. Tivemos dificuldades durante o jogo e depois de vencer o primeiro set, cedemos à determinação e vibração do time de Belford Roxo. No desempate (1 contra o goleiro), vencemos e passamos à final.

O CEPRAEA chegou novamente onde planejou: a final. Mais uma vez a equipe lutava diretamente pela vaga na série A na etapa seguinte, tal qual acontecera no mês passado. Mais uma vez, infelizmente, a vaga nos escapou. O time IEMAR, que já havia nos derrotado no qualifying de maio, mais uma vez mostrou ser superior à nossa equipe. Com uma defesa que evidenciou alguns pontos fracos nossos e com um ataque implacável e dificílimo de ser marcado, a equipe adversária teve muitos méritos e conquistou seu espaço na elite carioca.

Dessa 2ª etapa, o CEPRAEA pôde tirar algumas lições. Dentre elas, talvez a mais importante é que se por um lado evoluímos muito, por outro ainda há vários pontos frágeis na equipe a serem solucionados antes que possamos ascender à tão sonhada série A. Afinal, o objetivo da equipe não é apenas subir, mas sim não descer mais!

Muito treino, CEPRAEA! Muito trabalho até a próxima disputa!
Foi assim que chegamos até aqui. Será assim que iremos MAIS LONGE!

PARABÉNS A TODOS pela linda disputa.

Os vídeos dos jogos dessa etapa estão disponibilizados no canal CEPRAEA no youtube.

Representaram o CEPRAEA:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Ítalo
6 - Michell
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
13 - Wagner
16 - Cayus
17 - Renato
Treinadora - Camila Pena
Assistente - André Machado

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mar revolto, céu nublado, clima frio. E o dia foi LINDO!

Dyego é símbolo da melhora do CEPRAEA: nítida evolução.

No último domingo, 29/05, foi realizada na praia de Copacabana, posto 4, a 1ª etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball, organizado pela Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro (FHERJ). O mar de ressaca foi a estrela da vez e pegou de surpresa os desavisados, inundando as quadras diversas vezes e encharcando tudo que estava pela frente. Mas o dia frio e nublado, perfeito para nós do CEPRAEA, reservava ainda mais surpresas. Seria a primeira vez que nossa equipe iria chegar a uma final de série B.

Um mês após uma qualificatória (qualifying) abaixo das próprias expectativas, o CEPRAEA correu atrás do prejuízo, concentrou esforços para atingir o nível de desempenho esperado pelo próprios membros e mostrou que a temporada começou de verdade agora. Os treinamentos, que acontecem regularmente 3 vezes por semana, foram planejados com cuidado para corrigir os equívocos e as lacunas que se tornaram aparentes com os jogos do dia 1º de maio. Contando com o compromisso e empenho de todos os atletas, que treinaram em regime de exceção de horário, o resultado não poderia ser outro: PELA PRIMEIRA VEZ 2º LUGAR!

De forma inédita, a equipe venceu a semifinal e pôde disputar uma vaga na série A contra o experiente time Rio em forma olímpico. Após um primeiro set em que o goleiro adversário, Fabiano, mais parecia uma muralha, conseguimos corrigir erros e melhorar na segunda etapa da partida. Ainda sim, não conseguimos parar o ataque do Rio em forma que mostrou uma combinação implacável de estatura, impulsão, precisão, variação e experiência. Contudo, o ataque do CEPRAEA entrou em ação e conseguiu equilibrar as ações fazendo o set terminar em 19 x 21.

Ainda que tenhamos perdido o jogo e não alcançado a vaga na série A, algo nos pareceu claro: quando trabalhamos sério, com planejamento e compromisso, convertemos potencial em resultado. Fizemos a final da série B pela primeira vez e pela primeira vez vimos a série A aparecer claramente no horizonte. Digno de comemoração!

Vamos com ainda mais força para a 2ª etapa!! O trabalho duro segue!

Jogaram a 1ª etapa:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Wagner
6 - Michell (curinga)
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
16 - Ítalo
17 - Renato

Vídeos da etapa disponíveis no Canal CEPRAEA (para ver) no Youtube e na seção Vídeos do blog (para baixar).Link

domingo, 8 de maio de 2011

Para testar as próprias forças

CEPRAEA no Qualifying: aquecendo as turbinas para chegar voando


No último domingo (01/05), doze equipes divididas em 4 grupos se enfrentaram em busca de uma vaga na série A e outra na série B do Circuito Carioca de Handebol de Areia, que terá sua primeira etapa ainda neste mês de maio. Ficaram com as vagas as equipes do Rio Handbeach (série A) e Rio Em Forma Olímpico (série B).

A equipe CEPRAEA, já garantida na série B devido à segunda colocação no circuito de 2010, entrou no torneio classificatório com intuito bem definido: medir as próprias forças. Em treinamento desde março e sem fazer amistosos, o qualifying se tornou uma ótima oportunidade de descobrir como anda o desempenho competitivo do time.

O que se viu nos jogos disputados foi que a série B de 2011 vem muito mais forte que o ano anterior. As equipes enfrentadas e também as observadas mostraram evolução de um ano para o outro e, ao que tudo indica, teremos ainda maiores dificuldades para alcançar as vitórias nessa temporada.

O CEPRAEA pôde também se deparar com as próprias dificuldades, o que será de fundamental importância para planejar os 8 treinos marcados até a etapa da série B, domingo,29 de maio. Identificando os próprios pontos frágeis o time poderá trabalhar mais precisamente e obter maior evolução.

Na reta final de preparação, só haverá espaço para comprometimento e muita disposição em melhorar. Ficou claro que nossos adversários não estão para brincadeira. Vamos colocar o pé no acelerador e dar 100% do que podemos para chegar VOANDO já na etapa de abertura do Circuito Carioca.

O download dos vídeos dos jogos do CEPRAEA no Qualifying já estão disponíveis na seção VÍDEOS do blog e para serem vistos diretamente no Canal CEPRAEA no youtube.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Ranking Final do Carioca



Vermelho - Equipes Série A 2011
Azul - Equipes Série B 2011
Cinza - Equipes Série C 2011

Mais uma temporada do carioca se encerra e o CEPRAEA apresenta uma nítida evolução em relação a temporada anterior a qual alcançou a 14a. posição. É importante salientar que apesar desse salto de posições o campeonato sofreu um processo de redução de equipes por fusão ou desistência, bem como uma irregularidade na frequência de algumas equipes.

Apesar disso, o resultado é muito positivo devido a um final de temporada um tanto conturbado devido à contusões e diversos compromissos dos atletas o CEPRAEA. Contudo, algumas metas almejadas não foram atingidas o que demonstra que o trabalho tem que ser reforçado para a temporada 2011.

Nesse sentido, alguns pontos foram discutidos pelos membros do time e a temporada de 2011 começa a tomar forma. Contudo, outra prioridade está no horizonte da equipe que é a disputa do campeonato brasileiro.

domingo, 21 de novembro de 2010

Carioca 2010: Fecha a conta e passa a régua

CEPRAEA 2010

Neste domingo, 21/11, o CEPRAEA encerrou sua participação no Circuito Carioca 2010 com a 4ª colocação. Longe de ter sido o desfecho dos sonhos, a posição na última etapa do ano reflete o desempenho apresentado ao longo da temporada. O 3º lugar, comemorado na abertura do campeonato, aos poucos foi sendo cada vez menos prestigiado, conforme foi crescendo nosso nível de exigência quanto a nossa própria performance.

De treino em treino, de amistoso em amistoso, víamos um crescimento de rendimento que não conseguia ser demonstrado em competição. Seja por motivos psicológicos, por falta de experiência, pela não adaptação ao sol, a verdade é que, pouco a pouco, a terceira colocação foi ficando engasgada. Porém ser terceiro teria sido um ótimo negócio na 3ª etapa em que nada deu certo e, como num deslize, caíamos para a série C. Na etapa seguinte, sem sustos, retornamos à série B e à terceira posição. Agora, a quarta colocação veio como uma média do desempenho anual.

Não opto hoje por discutir os problemas que nos levaram mais uma vez a não corresponder em competição às nossas próprias expectativas. Poderia citar nossos vestibulandos, nosso caminhão de lesionados, nossa necessária troca de posições, nosso psicológico, nossa falta de ritmo, enfim... Hoje não vou falar sobre desculpas. Hoje falo sobre passado e futuro.

Encerrado 2010, vemos que fizemos um ano melhor que o anterior. Refizemos (por necessidade e por oportunidade) nosso elenco de ponta à ponta, mantivemos a filosofia de trabalho e acrescentamos amigos ao grupo. Nossa estrutura cresceu. Cresceram também as ambições. Chegamos, ao final de 2010, maiores quantitativa e qualitativamente do que havíamos chegado ao final de 2009.

E, como é normal, quando está para começar um novo ano, as esperanças se renovam. Sendo eu uma teimosa por convicção (ou por teimosia), espero que 2011 consiga ultrapassar os problemas de 2010 principalmente quanto a elenco. Espero ver cumpridas as promessas de retorno do nosso marinheiro Davi, do corpo e da alma do BC, do eterno enrolado Maia, do sumido Russo, do Alex, conforme a perna permitir. Espero ainda que os que fecharam o ano batalhando pelo CEPRAEA, Antonio, Cayo, Michell, Moura, Wagner, Ítalo, Jonathan e BC (às vezes de corpo, às vezes de alma), aumentem ainda mais seu envolvimento e compromisso com os objetivos que todos juntos traçaremos. Dou as boas vindas aos que chegaram ainda pouco: Daniel, Dyego e Schimidt. Que se juntem à amizade e ajudem a aumentar nossas perspectivas.

Não vou desistir tampouco de colocar em prática o tão "tentado" time feminino do CEPRAEA. (Meninas que jogam Handebol estão todas convocadas!!). Vamos batalhar pela divulgação do nosso esporte. Continuaremos nos esforçando para dar seriedade ao Beach Hand, tanto na parte administrativa, esportiva, como acadêmica. Aos poucos, sei que chegaremos aonde sonhamos.

Com muita força, TORÇO, para que nosso curinga André se recupere plenamente da cirurgia do ombro e volte a fazer parte do time. Não só esportivamente o camisa 10 nos faz falta. A equipe precisa contar com o exemplo de comprometimento desse atleta.

As portas do CEPRAEA estão sempre abertas a todos, literalmente TODOS, que quiserem unir forças ao nosso trabalho.

Para a parte carioca do ano de 2010: "fecha a conta e passa a régua".

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Foi mesmo dia de CEPRAEA

Comemoração do retorno à série B: alívio


No último sábado (21/08), foram realizadas simultaneamente as etapas Juvenil e da série C do Circuito Carioca de Beach Handball. Mostrando o comprometimento com a equipe, os atletas lesionados Alex e Moura acompanharam o time e ajudaram no suporte.

O CEPRAEA deveria fazer seu primeiro jogo contra a equipe de Caxias que não compareceu. O retorno à série B dependia então de duas vitórias sobre as equipes de Macaé e Nasa. O pedido para o CEPRAEA era simples: dar 100% de si o tempo todo em todas as ações. Era vencer ou vencer. Ali, na série C, não era nosso lugar.

O primeiro jogo efetivo foi contra o time de Macaé. No set inicial, apesar de pequenos deslizes no começo do jogo, mostramos que estávamos realmente focados: 18 x 6. André e Ítalo conduziram a equipe e garantiram uma boa exibição. Tivemos uma queda de rendimento de um set para o outro, talvez pela tranquilidade com que fizemos o placar do primeiro período. No entanto, a vitória por 2 sets a zero foi conquistada.

No confronto com a equipe do Nasa, o esquema dos adversários era com o curinga como pivô. Já atentos a essa configuração, fizemos a escolha de uma marcação em triângulo que funcionou bem no primeiro set e permitiu que o ataque garantisse a vitória. No segundo set houve queda de rendimento na tentativa desnecessária de variar jogadas, quando o jogo se mostrava nitidamente aberto pelo meio com curinga e pivô. Do meio do set em diante, entendemos o recado e retomamos o caminho da vitória: o meio. Contudo, a trave parecia um obstáculo a mais e colocamos 4 bolas lá. Porém no gol, tínhamos nosso goleiro Cayo em "dia de Cayo"! Defesas cara-a-cara com os adversários deram a tranquilidade que o ataque precisava e fechamos o jogo em 2x0.

Mostramos uma consistência de jogo bem maior, mas ainda pecamos muito nos erros "não forçados" (aqueles em que a falta de competência é toda nossa). Exemplos disso foram os passes errados e forçados (para companheiros marcados), erros de substituição e giros forçados nas pontas quando o jogo seguia aberto pelo meio. Também precisamos trabalhar os contra-ataques que podem ser muito melhor explorados do que foram. A ponte longa na esquerda e a curta na direita foram pouco solicitadas e, por isso, não podemos identificar se evoluimos nesses aspectos que serão fundamentais quando o meio não estiver sendo tão eficaz quanto foi dessa vez. Além disso, é preciso lembrar que a série B conta com goleiros mais experientes e eficientes. Isso faz com que nossos arremessos ainda tenham muito o que melhorar para superá-los.

Sábado foi dia de CEPRAEA nas areias de Copacabana! Agora, de volta à série B, queremos que DOMINGO seja o dia de CEPRAEA. E se mantivermos a consistência de jogo alcançada até aqui e continuarmos progredindo em outros aspectos temos tudo para fazer novamente uma boa etapa.

Dever de casa feito! Mostramos que a série C não é o nosso lugar. A sensação é de alívio.
Parabéns aos atletas pelo retorno!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Série B - Resultado 4ª etapa

No último domingo (15/08) foi disputada a 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball Série B. Os resultados e a classificação final foram divulgados no blog da Federação de Handebol do Rio de Janeiro dedicado à modalidade.

Masculino:
1º - Unihandbeach (sobe para série A)
2º - Santa Mônica/ Beija Flor
3º - Três Rios
4º - Ferreira Vianna

A equipe do Bandeirantes, normalmente cotada para disputar a série A, não compareceu. O time do Rio Handbeach, campeão brasileiro de 2008 e normalmente integrante da série A retirou a inscrição para essa etapa e também não jogou.

No feminino:
1º - Icaraí Handbeach (sobe para série A)
2º - Niteroy Rugby
3º - Nasa
4º - União Carioca
5º - Guaraplus Jr.

Não presenciei a etapa. Se alguém tiver algum comentário, análise, opinião ou qualquer outra informação sinta-se à vontade de acrescentar para popularizarmos e discutirmos cada vez mais nossa modalidade.

No sábado (21/08) é a vez do Juvenil e da série C. É hora do CEPRAEA entrar em quadra para tentar provar que o descenço foi apenas um acidente de percurso. No domingo (22/08) entra em quadra a elite do Rio de Janeiro com as equipes da série A. Enquanto no masculino a equipe a ser batida é a Unisuam que levou as 3 primeiras etapas, no feminino o bicho papão é a equipe do Z5 que foi campeã das etapas de março, abril e maio.

Mais informações em breve.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ERRATA

Como a federação fez algumas trocas em relação ao calendário original (ou pelo menos assim eu havia entendido), no post anterior me equivoquei quanto às datas de cada uma das séries. Aí vai o calendário que acredito ser o correto dessa vez. Qualquer mudança ou equívoco torno a comunicar.

Série B - domingo 15/08
Série C - sábado 21/08
Série A - domingo 22/08

Juvenil - sábado 21/08

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Após longo e tenebroso inverno

Após a parada de inverno, o Circuito Carioca de Beach Handball retorna nesse mês de agosto com a seguinte programação:
Sábado 14/08 - Juvenil
Domingo 15/08 - Série B
Sábado 21/08 - Série C

Como ficou na última colocação na 3ª etapa da série B, o CEPRAEA disputa nessa 4ª etapa a série C que contará com apenas mais duas equipes: Macaé e Nasa. Enquanto o time do Nasa já é conhecido, sabemos pouco sobre a equipe de Macaé.

Com muitos problemas para treinar durante o inverno, retornamos sem muitos jogadores lesionados (Alex, Wagner, Orelha e Moura), Cayo retornando de lesão recente e outros fora do grupo por longo tempo (Thiago, Maia e Russo). Com esse quadro, disputaremos a etapa de agosto com o seguinte grupo:
Goleiro - Cayo
Armadores esquerdos - Michell e BC
Curingas - André, Davi e Antonio
Armadores Direitos - Davi, BC e Antonio
Pivôs - Jonathan e Ítalo
Defensores - Antonio, BC, Jonathan e Ítalo

Além da motivação de voltar à série B, a disputa dessa série C traz consigo a áurea de recomeço. Em 2010, começamos a disputa já ranqueados para a série B devido muito mais à junção de algumas equipes - o que abriu algumas vagas - que realmente à nossa pontuação conseguida no ano anterior. Dessa forma, temos a chance de inciar a caminhada rumo a objetivos maiores alcançando-os através de nossas próprias forças e vitórias.

Apesar dos obstáculos desse que se apresentou um tenebroso inverno, o CEPRAEA conseguiu mostrar alguma evolução em padrão de jogo nos amistosos que disputou no último sábado (07/08) contra equipes da série A (Arena e Fluminense), da série B (Unihand Beach) e juvenil (Unihand Beach). Teremos 2 semanas para acertar os ponteiros e entrar na ponta dos cascos dia 21.

Vamos trabalhar CEPRAEA!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Sem chance para cochilos

A 3ª etapa do Circuito Estadual de Beach Handball mostrou porque a série B vem sendo considerada extremamente equilibrada. Resultados como vitória do Santa Mônica sobre o Rio Handbeach (que vinha de descenço da série A), o segundo lugar da equipe de Três Rios (que havia sido 5º colocado na etapa anterior) e a queda do CEPRAEA (que havia sido 3º nas duas etapas anteriores) para a série C, mostraram que os times estão cada vez mais equiparados e quem não joga no próprio limite, dando 100% do que pode, ou peca nos detalhes não será capaz de superar seus adversários.

O CEPRAEA fez o jogo de abertura da etapa de maio e mostrou que chegar em cima da hora, entrar frio e desconcentrado em quadra não são uma boa combinação para quem almeja estar disputando a vaga para série A. A equipe HTR (Três Rios) entrou em quadra com muito mais vontade e firmeza e não deu chance para o azar nos derrotando em um convincente e merecido 2 X 0. Dispersos, não colocamos em quadra o que sabíamos e vimos nossa tarefa extremamente dificultada.

No segundo jogo enfrentamos a equipe experiente do Debret/Alcance da qual havíamos perdido na etapa anterior por placares elásticos. Dessa vez entrávamos em quadra precisando vencê-los por 2 sets a zero para poder continuar lutando por uma vaga na semifinal. Depois da derrota do Rio Handbeach para os meninos do Santa Mônica, acreditamos ser possível alcançar o resultado necessário. Fizemos um bom primeiro set, mas ainda com muitos erros para quem não podia cometê-los. Perdemos o set e nossa vaga na semifinal, pois Debret/Alcance havia vencido Três Rios por 2x0 o que não nos dava chance no saldo de sets ainda que vencêssemos. Nos sobrava tentar dificultar o trabalho dos nossos adversários e mostrar que tudo não passava de um acidente. Mas não foi o que aconteceu. Jogamos mal o segundo set e perdemos mais uma vez por 2 x 0.

Nos sobrava lutar para nos mantermos na série B. Enfrentamos a equipe de Belford Roxo, o Unihandbeach. Soubemos jogar e administrar a vantagem, contando também com uma bela atuação do goleiro Cayo no primeiro set. No segundo, voltamos a desperdiçar inúmeros ataques e sobrecarregamos a defesa. Resultado: perdemos o set e fomos para o desempate. Na disputa de um contra o goleiro, nos mostramos abalados psicologicamente e apesar de treinar intensamente essa situação, erramos tudo quanto foi possível e entregamos a vitória ao adversário sem mesmo finalizarmos a série de 5 cobradores.

É hora de parar, analisar, questionar, reestrutrar, planejar e RECOMEÇAR. Temos 2 meses para trabalhar e mostrar que tudo não passou de um cochilo desastrado.

Vamos mostrar que trabalho e compromisso ganham jogo!!

Até quarta para nosso marco zero!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vídeos 3ª etapa

Estão disponíveis os vídeos dos jogos do CEPRAEA da etapa de maio do Circuito Carioca de Beach Handball, assim como o amistoso contra a equipe do Arena disputado no dia 14/05.

Em post posterior virão os comentários sobre a atuação da equipe.

É hora de ver e rever os jogos para deixar os erros cometidos para trás.

A frase de ordem é: COMEÇAR DE NOVO.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Só sei que nada sei - questão de arbitragem

Estátua de Sócrates em Atenas, Grécia

Esse post é um pouco longo, mas vale a leitura. Afinal, quem não teve problemas com a arbitragem? Vale o esclarecimento.

Confronto Fluminense x Unihand Beach pela semifinal da série B, abril de 2010, 2ª etapa do Campeonato Estadual de Beach Handball. Fluminense vence o primeiro set e Unihand o segundo. A partida vai para o "shoot out" (um contra o goleiro). Diz a regra 9, item 8 e 9 sobre o desempate da partida:

9:8 Se ambas as equipes vencerem um tempo de jogo, se utiliza o método de desempate “Shoot Out” (um jogador contra o goleiro). 9:9 Cinco jogadores que estão autorizados a jogar efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.(...) É considerada vencedora a equipe que marcar mais gols após os cinco arremessos.

Até aí tudo bem. Mas o que acontece quando, após os cinco arremessos, o placar do "shoot out" está empatado? Esclarece-se o ponto na continuação da regra 9, item 9:

... Se nenhum resultado foi definido depois da primeira série, o “Shoot Out” continuará. (...) Novamente, CINCO jogadores autorizados a jogar, efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.

Por que o grifo da palavra "cinco"? Porque no jogo ao qual me refiro, após identificar que necessitaria colocar para cobrar o "shoot out" jogadores não tão eficientes nesse quesito quanto os cobradores anteriores, a equipe do Fluminense pôs a cobrar novamente atletas que já haviam cobrado, antes mesmo de fechar o número de CINCO necessários ao encerramento da SÉRIE e, por isso também o grifo da palavra série. Pelo que se pode entender pela regra, "série" corresponde ao conjunto de cobranças efetuadas por CINCO jogadores e parece desnecessária a inclusão da palavra DIFERENTES. Ou não? Por favor se alguém sabe de algo em contrário manifeste-se!

De forma alguma acreditamos que tal atitude tenha sido gerada por qualquer "esperteza" ou "má fé" do Fluminense. Creio que, assim como todos nós, dirigentes, atletas, espectadores e árbitros, houve dúvida em relação à regra do jogo. E a decisão óbvia parecia ser que cobrassem os melhores batedores. Entretanto, o dirigente da equipe do Unihand Beach, alertou à arbitragem para o fato de que o Fluminense estava prestes a repetir um jogador antes do término da série e perguntou se isso era válido. A arbitragem confirmou que nada havia de irregular e que os times poderiam colocar para cobrar qualquer jogador, uma vez que estavam na série alternada. Dessa forma, o Unihand Beach pôs para cobrar apenas seu melhor batedor seguidamente e assim passou a fazer também o Fluminense.

Todos em volta da quadra manifestavam-se de que não era possível tamanho disparate! Mas a verdade é que ninguém tinha certeza do procedimento correto.

Cobravam alternadamente e infinitamente apenas dois jogadores, um de cada time! O que aconteceria? O "shoot out" só acabaria quando algum jogador finalmente cansasse??? Porque erros não pareciam nem próximos de acontecer em virtude da competência do jogadores.

Quando a bola arremessada pelo jogador do Fluminense finalmente já se encaminhava para fora, o que daria a vitória ao Unihand Beach, o secretário da partida apitou para interromper o andamento do desempate. "Finalmente alguém viu que a coisa não podia ser bem assim..." Todos nos questionávamos: e agora? Volta tudo? Volta toda a série alternada? Mas o jogador finalmente bateu pra fora! O Fluminense ia perder...

NÃO!!! Nada disso, continua tudo de onde está. Segundo a arbitragem o problema estava que um jogador não poderia bater seguidamente. Ok... Apesar de tudo, ok. Ninguém tinha certeza de nada. Mas volta de onde eles começaram a se repetir? NÃO!! Só não repete mais o mesmo jogador seguido! Donde se conclui que... era preciso um revezamento de pelo menos dois jogadores da mesma equipe!!! (consultar a regra pra quê?? a criatividade é melhor!) E assim foi feito: de dois em dois os jogadores se repetiram e o Fluminense venceu a disputa indo para a final e posteriormente vencendo a etapa.

Queremos frisar que o Fluminense se mostrou uma equipe digna da posição que conquistou e os problemas deste jogo não desmerecem os resultados obtidos pelo time. A questão não é essa. Nossa preocupação é com as regras e sua aplicação minimamente adequada.

Vamos tentar esclarecer então essa questão. Vamos repetir a regra 9, item 9:

9:9 CINCO jogadores que estão autorizados a jogar efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.(...) É considerada vencedora a equipe que marcar mais gols após os cinco arremessos.
... Se nenhum resultado foi definido depois da primeira SÉRIE, o “Shoot Out” continuará. (...) Novamente, CINCO jogadores autorizados a jogar, efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária. (...) Nessa SÉRIE e em qualquer outra subsequente a partida será decidida tão logo uma equipe esteja vencendo por um gol, uma vez que tenha sido feito um número igual de arremessos por equipe.

Nos comentários desta regra existe a seguinte frase:

Se o número de jogadores ficar abaixo de 5 (cinco) em uma série, a equipe em questão terá como conseqüência menor número de arremessos, porque nenhum jogador pode arremessar pela segunda vez na mesma série.

Apesar do comentário se referir a outra questão relativa ao "shoot out", creio que está claro que nenhum jogador pode arremessar pela segunda vez na mesma série. E que CINCO é o número de jogadores que compõe uma SÉRIE.

A questão que fica é a seguinte: não há problema nenhum em haver erros de arbitragem. Errar é humano. Se a arbitragem não sabia exatamente a regra, ok. Mas não havia sequer um livrinho de regra pra consulta na mesa??????!!!! Se tinha, MEU DEUS! Por que ninguém o consultou??? O que vimos foi uma sucessão de erros, falta de estrutura (cadê as regras), falta de critério (pois, se não podia repetir seguidamente o mesmo jogador, era preciso retornar ao ponto onde começaram a se repetir, não?) e, ao que me parece, faltou uma "pitada" de humildade para se admitir que não se tinha certeza do procedimento e consultar a regra, ou se não havia regra, pelo menos questionar outros árbitros.

Na etapa de maio, certamente o CEPRAEA estará com as regras debaixo do braço. Não somente para casos que possam acontecer conosco, mas para podermos auxiliar quem quer que seja, equipes ou arbitragem.

Se alguém tem algum conhecimento que possa ajudar a esclarecer a questão, favor manifestar-se.

"Só sei que nada sei" (Sócrates - filósofo grego)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Vídeos disponíveis

No Beach Handball, o Fair Play precisa estar presente


Como de costume, primando pelo caráter de Fair Play do Beach Handball e pensando antes de mais nada no desenvolvimento da modalidade como um todo, a equipe CEPRAEA disponibiliza no blog, na barra à direita, seção "Vídeos", as filmagens das partidas disputadas para que todos possam utilizar o material a fim de desenvolver nosso esporte.

Os vídeos da 2ª etapa série B já se encontram disponíveis. Infelizmente, dessa vez tivemos problemas técnicos com a câmera e algumas filmagens estão prejudicadas, podendo estar faltando partes das partidas ou sem áudio, por exemplo. No geral, há material de sobra para se trabalhar.

Aos atletas CEPRAEA é extremamente recomendável baixar os arquivos e analisar os jogos, tanto individual, quanto coletivamente. Há muito o que se corrigir e visualizar os erros é uma excelente forma de melhorar a performance.

Mãos à obra!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

EU QUERO É MAIS!

Muito trabalho e união na equipe

Estrearam pelo CEPRAEA na 2ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball os atletas Thiago Figueiroa (camisa 8, armador esquerdo e defensor), Wagner Zanon (camisa 14, armador esquerdo) e Felipe Maia (camisa 17, defensor). Outra presença digna de nota foi do nosso Alex, que mesmo de muletas fez o scoult do jogo que pôde assistir. Foi importante para a equipe vê-lo novamente. O atleta espera atuar como assistente durante toda a próxima etapa, contribuindo para o desenvolvimento da equipe mesmo fora de quadra.

Na primeira partida enfrentamos a experiente equipe do Ferreira Viana. No primeiro set podemos ver a grande evolução do nosso camisa 10, André que vem se dedicando muito aos treinos, não só na prática, mas analisando vídeos nossos e de outras equipes. O resultado não podia ser outro, sob seu comando o CEPRAEA mostrou um ataque consistente e vencemos o primeiro set por 16 a 10, apesar de bela atuação do goleiro Alexandre que dificultou o trabalho de nosso armador direito Davi. No segundo set tivemos dificuldades de encaixar o ataque e não fomos eficientes na defesa. Resultado: 12 x 16. O jogo foi para o desempate no um contra o goleiro e justamente o seguro André desperdiçou a primeira chance. Perdemos ainda a segunda cobrança e nossa vitória ficou então ameaçada. Mudamos o goleiro e o ágil Thiago Figueiroa mostrou porque é merecedor de uma vaga no time apesar do longo tempo fora de atividade. Impelindo os adversários ao erro, ficamos com o placar de 8 a 6. Vitória e descanso até o segundo jogo para decidir 1º lugar no grupo.

No segundo jogo tivemos tempo suficiente para descansar e fizemos um início avassalador contra a equipe do Unihand Beach chegando ao placar de 10 x 02 obrigando o time adversário a pedir tempo técnico. Depois da parada deixamos o time de Belford Roxo encostar após erros sucessivos. Vencemos no último segundo quando Davi converteu tiro de 6 metros (pênalti) - 16 x 14. No segundo set novamente tivemos dificuldades de encaixar o jogo e perdemos por 18 x 15, evidenciando que a defesa também apresentava problemas. Na disputa de um contra o goleiro, contamos com a sorte ao errar lançamentos e nos equivocar tecnicamente nas execuções dos giros. Mas a vitória veio com o placar de 6 a 4, assim como o 1º lugar no grupo.

Na semifinal, o CEPRAEA enfrentou a equipe Debret/Alcance que havia descido da série A de acordo com resultado da etapa de Março. Em um jogo em que erramos tudo quanto foi possível, desde passes, passando pela marcação, até os arremessos, sequer vimos o caminhão que nos atropelou. Em dois sets, nos rendemos aos erros nossos e à experiência dos adversários. No 1º período de jogo, sofremos mais de 20 gols - 23 x 12. Diversas mudanças de peças foram feitas, incluindo a entrada do Michell na tentativa de aproveitar a troca de goleiros mais lenta da equipe adversária com o costumeiro bom chute longo do nosso camisa 6 que ontem... também não entrou. Não temos nem o registro completo dessa partida, pois até nossa câmera parece que sofreu apagão! O que é uma lástima, já que diferentemente do senso comum que diria “um jogo para se esquecer”, acredito que seja um jogo para NUNCA se esquecer e ser usado como exemplo do que NUNCA mais podemos fazer e de tudo que ainda precisamos melhorar. É em cima de erros que precisamos trabalhar e esse jogo nos dá material de sobra para nos debruçarmos. No segundo set ainda perdemos de 14 x 9.

Após uma dura chamada de atenção, o CEPRAEA foi para a disputa de 3º lugar contra a também jovem equipe de Belford Roxo, o Unihand Beach. A tônica pedida foi atendida e cada um assumiu sua responsabilidade dentro de quadra. Com tranquilidade e firmeza vencemos os dois sets fechando pela primeira vez na série B um jogo em 2 x 0, sem espaços para mais sustos com placares de 17 x 16 e 8 x 5. Soubemos jogar após conquistar o primeiro set, deixando a obrigação do resultado para os adversários e contamos finalmente com uma atuação ótima do goleiro Cayo que vinha fazendo uma competição abaixo de seu potencial, pois o ataque novamente mostrou dificuldades, como evidencia o baixo placar.

O 3º lugar mereceu novamente comemoração, mas dessa vez ficou sensação de que poderíamos ter alcançado um melhor resultado. E como o trabalho tem sempre que ser voltado para resultados cada vez melhores, agora o CEPRAEA quer é mais!

Jogaram esta etapa:
Goleiros – Cayo e Michell

Defensores – Jonathan, Maia, BC, Antonio e Thiago
Curingas – André e Davi

Armadores esquerdos – Thiago, Wagner e Maia

Armadores direitos – Davi e BC

Pivôs – Jonathan e Thiago