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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Encontro Marcado

CEPRAEA na 4ª etapa - agosto/2011

Na última etapa prometi escrever sobre pelo menos quatro assuntos que julguei relevantes à época. Chega a véspera da 5ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C e é hora de desenvolver a última ideia que havia citado: o encontro marcado com os próprios defeitos.

A vida de quem está envolvido com esportes é recheada de altos e baixos. Num jogo derrota, no outro vitória. Um segundo lugar pode ter sabor de derrota ou vitória. Tudo depende do contexto. Estar à beira do céu ou nas portas do inferno. Subir ou descer de série. A tensão que isso gera, o esteresse ao qual você mesmo se submete é grande. Não é qualquer indivíduo que consegue lidar bem com esse dia-a-dia.

O topo é para um, a derrota para vários. A chance de se frustrar é muito maior que a de atender à própria expectativa. É muito importante que os atletas tenham isso em mente. Buscar sempre a vitória, dando 100% de si. Mas sabendo que às vezes o seu 100% pode não ser suficiente. Frustrante, não? Não! Basta saber que há sempre o quê e por onde melhorar.

A cada jogo, a cada campeonato, o atleta se prontifica a ser testado, avaliado, qualificado. Em algumas vezes suas qualidades serão exaltadas pelos resultados, em outras tantas seus defeitos ficarão expostos para todos e para si mesmo. Duro, não? Sim! Duro. Quem gosta de expor seus próprios defeitos?

O atleta é, portanto, alguém de muita coragem. Que enfrenta seus defeitos a cada etapa, a cada partida, a cada jogada. Depois de 1 mês desde a última etapa, os atletas CEPRAEA encararam seus defeitos a cada treino e venceram muitos deles. E agora é hora do desafio!

Amanhã (sábado 24/09), a partir das 9:30 no posto 4 da praia de Copacabana, vamos duelar bravamente contra nossos adversários e nossos defeitos, tendo como armas nossa persistência, determinação, raça e todas as qualidades técnicas e táticas que desenvolvemos a cada treino.

Vamos CEPRAEA!! Vamos com TUDO que temos!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem é que sobe a ladeira?



"Quem é que sobe a ladeira do Curuzu?"
Na música "O mais belo dos belos" de Daniela Mercury, quem sobe a ladeira é bloco do carnaval baiano Ilê Ayê. Mas por que é que o CEPRAEA está falando disso??

No próximo sábado (27/08), a única pergunta que importará no posto 4 da praia de Copacabana será: quem é que vai subir da série C? Nessa 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball, o CEPRAEA vai encarar a amarga tarefa de disputar a última série do campeonato, na qual todas as equipes só querem saber de vencer todos os jogos. Está muito enganado aquele que pensa que nessa série os jogos são menos interessantes. Se a técnica ainda não é muito apurada, os times demonstram uma garra fora do comum para conseguir subir à série B.

Para estar novamente apto a alcançar seu objetivo de 2011 (disputar a série A), o CEPRAEA precisa retomar seu caminho no próximo final de semana. E o caminho não é fácil. A subida da última das séries até a série de elite é muito íngreme e precisará ser feita em uma velocidade alta, pois já estamos no meio da temporada e o tempo para a chegada ao topo em 2011 vai se esgotando.

Depois do desânimo pela saída das revelações Dyego (goleiro) e Daniel (defensor central) que vinham sendo fundamentais na evolução do grupo, as voltas do goleiro Cayo e do curinga Davi foram um verdadeiro alento. Contar com a volta de duas fortes lideranças se faz extremamente importante num momento de fragilidade.

Contando com esses bem vindos retornos, é hora dos atletas CEPRAEA fazerem todo a força necessária para aguentar o ritmo forte e a dificuldade imposta pela inclinação àqueles que desejam alcançar o ponto mais alto. É hora de saber quem suporta mais a dor, quem não para apesar do suor, quem não cede ao psicológico, quem emprega o esforço máximo, quem persiste até conseguir o que deseja.

Quem é que sobe a ladeira rumo à série A? Ainda não sabemos, mas sabemos que teremos mais força agora que estamos unidos novamente. A reintegração de atletas tão importantes para o grupo traz à lembrança o lema da moda: JUNTOS SOMOS MAIS FORTES. (bombeiros do Rio de Janeiro)

LADEIRA A CIMA, CEPRAEA!!


terça-feira, 31 de maio de 2011

Mar revolto, céu nublado, clima frio. E o dia foi LINDO!

Dyego é símbolo da melhora do CEPRAEA: nítida evolução.

No último domingo, 29/05, foi realizada na praia de Copacabana, posto 4, a 1ª etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball, organizado pela Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro (FHERJ). O mar de ressaca foi a estrela da vez e pegou de surpresa os desavisados, inundando as quadras diversas vezes e encharcando tudo que estava pela frente. Mas o dia frio e nublado, perfeito para nós do CEPRAEA, reservava ainda mais surpresas. Seria a primeira vez que nossa equipe iria chegar a uma final de série B.

Um mês após uma qualificatória (qualifying) abaixo das próprias expectativas, o CEPRAEA correu atrás do prejuízo, concentrou esforços para atingir o nível de desempenho esperado pelo próprios membros e mostrou que a temporada começou de verdade agora. Os treinamentos, que acontecem regularmente 3 vezes por semana, foram planejados com cuidado para corrigir os equívocos e as lacunas que se tornaram aparentes com os jogos do dia 1º de maio. Contando com o compromisso e empenho de todos os atletas, que treinaram em regime de exceção de horário, o resultado não poderia ser outro: PELA PRIMEIRA VEZ 2º LUGAR!

De forma inédita, a equipe venceu a semifinal e pôde disputar uma vaga na série A contra o experiente time Rio em forma olímpico. Após um primeiro set em que o goleiro adversário, Fabiano, mais parecia uma muralha, conseguimos corrigir erros e melhorar na segunda etapa da partida. Ainda sim, não conseguimos parar o ataque do Rio em forma que mostrou uma combinação implacável de estatura, impulsão, precisão, variação e experiência. Contudo, o ataque do CEPRAEA entrou em ação e conseguiu equilibrar as ações fazendo o set terminar em 19 x 21.

Ainda que tenhamos perdido o jogo e não alcançado a vaga na série A, algo nos pareceu claro: quando trabalhamos sério, com planejamento e compromisso, convertemos potencial em resultado. Fizemos a final da série B pela primeira vez e pela primeira vez vimos a série A aparecer claramente no horizonte. Digno de comemoração!

Vamos com ainda mais força para a 2ª etapa!! O trabalho duro segue!

Jogaram a 1ª etapa:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Wagner
6 - Michell (curinga)
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
16 - Ítalo
17 - Renato

Vídeos da etapa disponíveis no Canal CEPRAEA (para ver) no Youtube e na seção Vídeos do blog (para baixar).Link

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Renovação foi a palavra!

Da esquerda pra direita e de cima para baixo:
Cyru, Coelhão, Felipe, Marlon, Marcinho, Diego, Michell, Jaime, Certo, Diogo e Ítalo.
(participaram do qualifying também BC e Antonio)



O campeonato brasileiro de Beach handball 2010/11 já prometia quando começou a etapa de qualificação dois dias antes com equipes muito boas. Tanto que, das 7 equipes que estavam no qualifying, quatro, inclusive o Rio Handbeach/CEPRAEA, ficaram entre os 5 melhores da competição. No qualifying o Rio Handbeach/CEPRAEA ficou na chave B junto com os times Gremio Cief (PB), Niteroi Rugby (RJ) e Campinas beach handball (SP). Os resultados foram os seguintes:
Rio
Handbeach/CEPRAEA 2 X 1 Niteroi Rugby
Rio
Handbeach/CEPRAEA 2 x 0 Campinas Beach Handball
Rio
Handbeach/CEPRAEA 0 x 2 Gremio Cief

Assim conseguimos nossa classificação para a fase final do brasileiro.

Com os resultados de todas as etapas feitas no Brasil mais o
qualifying formaram-se dois grupos, para a tão esperada etapa final do Circuito Brasileiro de Beach Handball 2010/2011:

Chave A
São Vicente (SP)
Rio
Handbeach/CEPRAEA
Arena
Beach Handball (RJ)
COPM (PB)
HCNN (RN)

Chave B
Mongaguá (SP)
IDEC (RJ)
Grêmio Cief (PB)
Niterói Rugby (RJ)
UNIHANDBEACH/ BELFORD ROXO(RJ).

Na fase de grupos, em um jogo apertado ganhamos do
HCNN por 2 x 0 com parciais de 11x10 e 9x8. Contra o Arena, time que viria se sagrar campeão da competição, fizemos um jogo de muita garra e ganhamos de 2 x 0. No primeiro set 14x06 e no segundo 20x12. Por fim, perdemos para o COPM (PB) e também para São Vicente (SP) de 2 x 0.

Mas foi nas quartas de final que o bicho começou a pegar: Rio
Handbeach/CEPRAEA x Mongaguá. Dava pra sentir a rivalidade no ar, desde o aquecimento até a ultima batida de um contra o goleiro. Os dois times, com ótimos jogadores, proporcionaram um jogo de alto nível decidido nos detalhes e erros dos times. Após tentar duas vezes chutes valendo apenas 1 ponto, Rio Handbeach/CEPRAEA saiu vitorioso do primeiro set com a diferença de 1 gol. Já no segundo set o Rio Handbeach/CEPRAEA manteve a pegada, vibrando a cada lance ganho pela defesa e cada bola convertida no ataque. Do outro lado da quadra, Mongagúa não ficava para trás, sendo um time muito vibrante. O segundo set terminou com vitória de Mongaguá por 2 gols de diferença. No 1 contra o goleiro, o Rio Handbeach/CEPRAEA sempre demonstrou muita qualidade, tendo o experiente Cyrillo saindo bem para evitar o chute do adversário e o goleiro Jaime fazendo seu papel. Cyrillo forçou o erro de 2 jogadores e Jaime pegou uma bola. O jogo terminou nada mais, nada menos que MEIA NOITE E MEIA. Fomos para a semi-final contra o Arena.

Sabíamos que o primeiro jogo contra o Arena não iria valer de nada se não colocássemos o nosso ritmo novamente. Logo no primeiro
set mais ou menos aos 3 minutos Diogo, um dos principais jogadores do Arena foi expulso, mesmo assim os adversários conseguiram a vitória nos dois sets, em um jogo emocionante porém decepcionante para o Rio Handbeach/CEPRAEA que tinha tudo para estar na final. Dessa forma, Rio Handbeach/CEPRAEA e COPM disputaram terceiro lugar e Arena Beach Handball e Grêmio Cief, a final.

A disputa de terceiro foi a mais emocionante que participei e presenciei. No primeiro
set modificamos totalmente a forma de jogar e surpreendemos nosso adversário deixando-o confuso e caindo nos próprios erros. Nossa vibração era do tamanho da praia e nada podia nos tirar aquele set que prometemos para nós mesmos antes do jogo que seria nosso. A cada 6 metros marcados a nosso favor, gol feito, jogador excluído, gritávamos com todas as forças com um sol fortíssimo em nossas cabeças (o que resultou em dois desmaios, um no masculino e outro no feminino). O primeiro set foi finalizado com o placar de 18x08 para Rio Handbeach/CEPRAEA.
No segundo
set, os adversários pareceram entender a forma como jogávamos. Mesmo assim não recuamos, continuamos lutando até o final, porém o ataque deles foi mais produtivo e conseguindo nos superar por 16x12. Na disputa de 1 contra o goleiro, após as 5 batidas para cada time, o placar empatou em 2 x 2. Nas batidas alternadas, foram aproximadamente 30 minutos de shoot out de infindáveis arremessos!! A cada bola a emoção aumentava sendo Cyrillo o grande destaque pegando aproximadamente OITO chutes do adversário nessa disputa. Foram precisas 11 bolas para cada lado para desempatar. Muitos profissionais e jogadores experientes disseram que nunca tinham visto algo parecido. Os números finais foram 08 x 06 para o COPM.

Os 4 primeiros colocados:
Arena
Beach Handball (RJ)]
Grêmio Cief (PB)
COPM (PB)
Rio
Handbeach/CEPRAEA (RJ)

Parabéns a todos que participaram do campeonato!

A fase final do Circuito Brasileiro de
Beach Handball 2010/11 teve como característica principal a renovação, muitos jogadores disputando seu primeiro campeonato brasileiro, conseguindo boas marcas e colocações, principalmente nos times do Niterói Rugby e Unihandbeach.

Do nosso grupo, foram chamados para o
treinamento da seleção brasileira no sudeste: Marlon, Jaime e Ciryllo, jogadores que realmente fizeram a diferença principalmente nas horas decisivas.

A sensação de participar de um campeonato brasileiro é totalmente diferente de tudo que já tinha visto, a
experiência vai servir muito para ajudar companheiros de time e fazer ainda mais o esporte crescer. Agradeço a todos que proporcionaram a minha ida a esse campeonato!

Abraço a todos e vamos fazer nosso
esporte crescer mais ainda !


reportagens feitas em vila velha sobre o campeonato brasileiro de beach handball:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/01/752521-tem+gente+de+olho+nos+talentos+na+copa+nacional+de+handebol+de+areia.html

http://www.redetribuna.com.br/tribunaesporte/?p=677

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Experiente... mas nem tanto, hein!

Antonio com troféu e medalha da 4ª etapa do Circuito Carioca 2010 - série C


O CEPRAEA viajou ontem para se juntar ao grupo do Rio Handbeach em Vila Velha, para buscar uma vaga nas finais do Brasileiro de 2010/2011. Representam nossa equipe nessa parceria os atletas Ítalo, Michell, BC e Antonio que nos manterão informados sobre os resultados da competição.

A equipe CEPRAEA é jovem em sua própria criação e também na sua composição. Criada há apenas 2 anos, o time tem como característica jovens atletas, normalmente sem experiência competitiva. A juventude que nos garante muita disposição, em alguns momentos pode prejudicar por implicar falta de experiência. A faixa etária atualmente varia de 18 a 24 anos. Isso mesmo! Nosso atleta mais experiente tem apenas 24 anos, apesar de muitos darem mais idade para nosso camisa 11, Antonio (Não podia deixar de implicar um pouco, Tony hehehe). Além de ser o mais velho do time, é também um dos úicos que já jogou em outras equipes de Beach Handball e participou de Circuitos Brasileiros da modalidade. Por esse motivo, foi escolhido dessa vez para se apresentar no perfil do blog.

Nome: Antonio Ramos Ferreira Silva Junior
Apelido: Tony
Idade: 24
Nº da camisa: 11

Quando e por que começou a jogar Beach Hand?
Em 2006, no segundo grau. Amigos meus, alunos do E.T.E. Ferreira Viana, onde eu estudava, jogavam sempre e por isso comecei a treinar com eles.

De quantos brasileiros já participou? Em que anos? Por quais equipes?
Dois. Em 2006 pelo Ferreira Viana. Em 2007, pelo Ferreira Viana com uma união de atletas do Nasa. Em ambos só disputando o zonal carioca.

Quais as reais expectativas para esse brasileiro 2010/2011?
Primeiramente, conseguir a vaga para a fase final. Acredito que a equipe esteja em condições de estar entre as três primeiras também nas finais.

Como entrou para o CEPRAEA?
Por convite da técnica, que também é minha amiga pessoal. Apoiei a idéia quando o CEPRAEA estava sendo criado, mesmo jogando em outras equipes, tentando ajudar fora de quadra. Em 2010, comecei a treinar e jogar pelo CEPRAEA.

Beach Hand é bom porque... é na praia, só isso já diz tudo. Também porque é bem dinâmico, além de ser muito bom de ver e jogar.

Beach Hand é ruim porque... não vejo pontos negativos na modalidade, só mesmo a dificuldade que temos pra conseguir manter as equipes.

Qual seu ídolo esportivo? Por quê?
Não tenho uma referencia esportiva única. Em cada modalidade (natação, futebol, vôlei) vejo atletas que me inspiram. Se tiver que citar um, diria o Giba do vôlei. Todo aquele grupo do vôlei, principalmente pela amizade que passam.

Qual seu ídolo? Por quê?
Se pudermos considerar ídolos as pessoas que admiramos muito, diria que meus ídolos são minha família e meus amigos.

O que faz fora das quadras para melhorar como atleta?
Além de malhar, gosto muito de "respirar" beach handball pra entender melhor a modalidade: ler, participar, ver vídeos, acompanhar as demais etapas, etc.

O que faz fora o Beach Hand?
Trabalho como bancário e faço faculdade de Estatística na UERJ.

Outro esporte fora o handebol?
Eu gosto muito de esporte, todos eles! Já nadei, joguei futsal, vôlei, basquete. Mas atualmente só pratico o beach mesmo.

Nas horas vagas o que mais gosta de fazer?
Estar com os amigos, bater papo.

3 Filmes preferidos:
dificil escolher... mas entre os preferidos posso citar “Avatar”, “O Poderoso Chefão”, “11 Homens e um Segredo”.

3 Livros preferidos:
gosto de toda a série de Harry Potter e do Senhor do Anéis.

3 músicas:
“Exagerado” - Cazuza; “Nosso Xote” - Bicho de Pé; “País Tropical” - Jorge Benjor; “Tempos Modernos” - Lulu Santos (ih eram só três?!?!?!)

Comida:
Trakinas de morango, comida Australiana e especialmente comida caseira.

Para me agradar chegue com... um bom programa para o final de semana.
Me irrito com... intrigas.
Não posso viver sem... amigos
Daqui a 5 anos eu pretendo estar... fazendo um mochilão pela América Latina.

Uma história engraçada da infância ou adolescência (conte com detalhes. Faça-nos rir):
Não sou muito engraçado em contar histórias, mas na minha época de escola eu tinha uma amiga que por algum “problema” adorava me arranhar, ficar me batendo quando se irritava e essas coisas de adolescentes. Um dia ela começou a passar a mão nos pelos da minha batata da perna e eu achei que não fosse nada de mais, mas quando me dei conta ela tinha enrolado os pelos, feito um nó e saiu puxando um tufo enorme de pelos. Ela achou que não teria como revidar porque ela não tinha pelos na perna. A solução foi arrancar um tufo de cabelo do alto da testa dela que ficou com um buraco por um bom tempo! Nunca mais ficou dando as crises de adolescente. (risos)

2 pontos que você considera mais forte em você como jogador de beach:
Atenção e Determinação.

2 pontos que você acha que precisa melhorar como jogador de beach:
Basicamente o condicionamento físico, e ainda preciso melhorar bastante a parte técnica.

2 qualidades suas como pessoa:
Companheirismo e Discrição

2 pontos que você acha que precisa melhorar como pessoa:
Dedicar mais tempo para resolver projetos pessoais. E os ciúmes também.

Uma frase: TUDO NA VIDA TEM SEU TEMPO. CADA COISA, SUA OCASIÃO.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Agora é TUDO ou NADA

Atletas CEPRAEA na etapa carioca do Brasileiro 2010/2011


Unidos desde a etapa carioca, CEPRAEA e Rio Handbeach finalizaram essa semana a preparação para a disputa da etapa de qualificação para as finais do Circuito Brasileiro de Beach Handball em Vila Velha, ES. O qualifying é a última chance para as equipes que desejam disputar o título de campeão brasileiro da temporada 2010/2011 e ocorre a partir do dia 18/01, próxima terça-feira. A equipe vencedora dessa etapa classificatória entra imediatamente na disputa das finais que acontecerão na mesma localidade a partir do dia 20/01, quinta-feira.

A junção de CEPRAEA e Rio Handbeach que visava conjugar a juventude de um e a experiência de outro, mostrou-se produtiva já no primeiro teste competitivo, alcançando a 3ª colocação na etapa do Rio de Janeiro do Circuito Brasileiro, na qual os ateltas representantes do CEPRAEA foram Antonio, Ítalo, Cayo e Michell. Em Campinas, na etapa de São Paulo da competição, novamente a parceria mostrou competência chegando em segundo lugar. Dessa vez estiveram presentes pelo CEPRAEA Ítalo, BC e Michell. Entretanto, ambas posições não foram suficientes para classificar a equipe para as finais do Brasileiro. É em busca dessa vaga que os atletas BC, Antonio, Michell e Ítalo embarcam no próximo domingo unidos aos atletas do Rio Handbeach.

É hora de dar tudo de si. Se não for agora, só ano que vem!
Se no Rio fomos 3º e em São Paulo chegamos em 2º, chegou a vez de sairmos vencedores e entrarmos extremamente motivados para a etapa final!!

Boa sorte à equipe Rio Handbeach/ CEPRAEA!!

Estaremos acompanhando e torcendo. Até breve!

domingo, 21 de novembro de 2010

Carioca 2010: Fecha a conta e passa a régua

CEPRAEA 2010

Neste domingo, 21/11, o CEPRAEA encerrou sua participação no Circuito Carioca 2010 com a 4ª colocação. Longe de ter sido o desfecho dos sonhos, a posição na última etapa do ano reflete o desempenho apresentado ao longo da temporada. O 3º lugar, comemorado na abertura do campeonato, aos poucos foi sendo cada vez menos prestigiado, conforme foi crescendo nosso nível de exigência quanto a nossa própria performance.

De treino em treino, de amistoso em amistoso, víamos um crescimento de rendimento que não conseguia ser demonstrado em competição. Seja por motivos psicológicos, por falta de experiência, pela não adaptação ao sol, a verdade é que, pouco a pouco, a terceira colocação foi ficando engasgada. Porém ser terceiro teria sido um ótimo negócio na 3ª etapa em que nada deu certo e, como num deslize, caíamos para a série C. Na etapa seguinte, sem sustos, retornamos à série B e à terceira posição. Agora, a quarta colocação veio como uma média do desempenho anual.

Não opto hoje por discutir os problemas que nos levaram mais uma vez a não corresponder em competição às nossas próprias expectativas. Poderia citar nossos vestibulandos, nosso caminhão de lesionados, nossa necessária troca de posições, nosso psicológico, nossa falta de ritmo, enfim... Hoje não vou falar sobre desculpas. Hoje falo sobre passado e futuro.

Encerrado 2010, vemos que fizemos um ano melhor que o anterior. Refizemos (por necessidade e por oportunidade) nosso elenco de ponta à ponta, mantivemos a filosofia de trabalho e acrescentamos amigos ao grupo. Nossa estrutura cresceu. Cresceram também as ambições. Chegamos, ao final de 2010, maiores quantitativa e qualitativamente do que havíamos chegado ao final de 2009.

E, como é normal, quando está para começar um novo ano, as esperanças se renovam. Sendo eu uma teimosa por convicção (ou por teimosia), espero que 2011 consiga ultrapassar os problemas de 2010 principalmente quanto a elenco. Espero ver cumpridas as promessas de retorno do nosso marinheiro Davi, do corpo e da alma do BC, do eterno enrolado Maia, do sumido Russo, do Alex, conforme a perna permitir. Espero ainda que os que fecharam o ano batalhando pelo CEPRAEA, Antonio, Cayo, Michell, Moura, Wagner, Ítalo, Jonathan e BC (às vezes de corpo, às vezes de alma), aumentem ainda mais seu envolvimento e compromisso com os objetivos que todos juntos traçaremos. Dou as boas vindas aos que chegaram ainda pouco: Daniel, Dyego e Schimidt. Que se juntem à amizade e ajudem a aumentar nossas perspectivas.

Não vou desistir tampouco de colocar em prática o tão "tentado" time feminino do CEPRAEA. (Meninas que jogam Handebol estão todas convocadas!!). Vamos batalhar pela divulgação do nosso esporte. Continuaremos nos esforçando para dar seriedade ao Beach Hand, tanto na parte administrativa, esportiva, como acadêmica. Aos poucos, sei que chegaremos aonde sonhamos.

Com muita força, TORÇO, para que nosso curinga André se recupere plenamente da cirurgia do ombro e volte a fazer parte do time. Não só esportivamente o camisa 10 nos faz falta. A equipe precisa contar com o exemplo de comprometimento desse atleta.

As portas do CEPRAEA estão sempre abertas a todos, literalmente TODOS, que quiserem unir forças ao nosso trabalho.

Para a parte carioca do ano de 2010: "fecha a conta e passa a régua".

domingo, 2 de maio de 2010

"O despertar de uma paixão"

Beach Handball: paixão à primeira vista eternizada por Michell

Como anunciado em post anterior, agora é vez de todo mundo conhecer um pouco mais sobre o camisa 6 (que queria ser 2 hehe) do CEPRAEA. Michell é um cara de fala tranquila, mas de atitude muito firme. Dedicado é uma ótima palavra para descrevê-lo, mas devotado também não seria um exagero. Esses adjetivos se expressam bem pela tatuagem que o atleta fez no braço: um painel em homenagem ao Beach Handball. Recém chegado à modalidade, Michell se apaixonou por ela e a eternizou em sua pele. Certamente, a intensidade dessa relação jamais será esquecida.
Dando continuidade ao formato de perguntas objetivas, tentamos trazer um pouco do espírito do nosso versátil Michell que não hesita em se colocar à disposição do time para qualquer função que seja necessária, sempre com muita personalidade.

Quem quiser, faça perguntas a ele. Já de antemão: Meninas, ele tem namorada. rsrs

Nome: Michell dos Santos Borba
Idade: 20 anos
Nº da camisa: 6

Por que decidiu fazer a tatuagem?
Gosto muito do esporte (handebol) e na minha vida deixou de ser apenas um esporte e se tornou um estilo. Mais de 1/3 da minha vida dedicados ao handebol/handbeach, por isso decidi fazer a tatuagem para eternizá-lo no meu corpo e na minha vida.

Como foi o processo para fazê-la?
Quando comecei no handbeach estava há um ano parado. Ao mesmo tempo me transferi de curso: Odontologia para Educação Física. Ou seja, uma reviravolta na minha vida (na minha concepção uma BOA reviravolta). Fiquei muito mais feliz comigo mesmo e resolvi fazer uma tatuagem, pois sempre quis. Não achei tema melhor do que esse, Beach Handball, uma novidade na minha vida que só veio para me melhorar e ainda espero muitas coisas boas da modalidade.

Quanto tempo pratica handebol? Onde aprendeu?
Pratico há 7 anos. Aprendi no CMRJ - Colégio Militar do Rio de Janeiro.

Como entrou para o CEPRAEA?
Amigos do CMRJ me falaram do time que estava em formação, precisando de sangue novo, time dedicado que dá muita atenção para a parte física e também para a técnica. Não havia oportunidade melhor.

Beach Hand é bom porque... É uma modificação para melhor do handebol de quadra.
Beach Hand é ruim porque... Não achei uma frase para isso, beach hand é bom !!

O que faz fora das quadras para melhorar como atleta?
Estudo e malho, para melhorar a mente e a parte física.

2 pontos fortes como jogador de Beach Hand: determinado e equilibrado emocionalmente.
2 pontos que precisa melhorar como jogador de Beach Hand: impulsão e marcação.
2 qualidades como pessoa: sincero e engraçado.
2 pontos que precisa melhorar como pessoa: às vezes pensar antes de agir e ser mais estudioso

Qual seu ídolo? Por quê?
Antônio Hermínio Guerra Peixe. Porque além de formar o meu lado atleta, me formou como pessoa e foi nele que me espelhei inclusive para fazer Educação Física. Pedi conselhos a ele e como sempre me ajudou muito, não falando só coisas boas e sim a realidade.

Qual seu ídolo esportivo? Por quê?
Meu pai, pois a vida toda dele lotou o armário da casa dele com medalhas desde a época que estudou no Colégio Militar até os dias de hoje participando de maratonas.

Outro esporte fora o handebol? Basquete.

O que faz fora o Beach Hand?
Faculdade de Educação Física na Gama Filho, namoro, faço musculação e corrida.

Nas horas vagas o que mais gosta de fazer?
Ficar no computador,ver televisão (sportv) rs.

Uma história engraçada da infância ou adolescência (conte com detalhes. Faça-nos rir):
Mais ou menos quando eu tinha 10 anos de idade, era viciado em cards de Pokemon. Um belo dia, ao acabar de receber a mesada, na época coisa de 30 reais, resolvi ir escondido com meu amigo a um outro bairro para comprar cards. Não avisei a minha família e demorei muito, inclusive tomei sorvete, fiquei passeando e etc. Quando cheguei em casa, mais ou menos 3 horas depois, todos do prédio estavam atrás de mim e minha avó desesperada. O que aconteceu quando cheguei em casa? Minha avó pegou os cards da minha mão e sem dó cortou todos em pedaços pequenos com uma tesoura =/ rs. Chorei muito e fiquei tentando colá-los depois, mas não adiantou rs. Quando saírem de casa avisem por favor! rs

3 filmes: Avatar; Esporte Sangrento; e A Era do Gelo (os 3).
3 livros: Fortaleza Digital; 007 Cassino Royale; e Anjos e Demônios.
3 músicas: Take me out - Franz Ferdinand; Shout it out loud - Kiss; I Was Made For Love You - Kiss.

Comida: Outback /Cachorro quente (confesso que estou tentando fechar a boca rs)
Para me agradar chegue com... Chocolate crocante.
Me irrito com... Futilidade.
Não posso viver sem... A Paulinha e handebol.
5 coisas de seu “kit de sobrevivência”: computador, televisão, amigos, família e Paulinha =)
Daqui a 5 anos eu pretendo estar...
Não pretendo planejar, mas espero estar jogando, trabalhando e estudando.

Uma frase.
"O jogador de handebol no Brasil é parecido com o jogador de futebol de um time pequeno do interior, joga por amor e não para ter reconhecimento, já que isso é difícil"

domingo, 25 de abril de 2010

Terceiro Lugar de afirmação

Davi em giro no jogo contra Debret/Alcance

O CEPRAEA ficou em terceiro lugar em mais uma etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball 2010. Na rodada do mês de abril, confirmamos o resultado da primeira na qual também havíamos conquistado a terceira colocação. Os jogos serviram para demonstrar que evoluímos bastante, principalmente se analisarmos os contra-tempos que determinaram cancelamentos de treinos e ausências de peças importantes. Apesar disso, também podemos constatar que temos um imenso caminho a ser percorrido para chegar aonde desejamos.

Fico devendo mais detalhes e a inclusão dos vídeos dos jogos na galeria. O cansaço pede passagem por hoje.

Obrigada a todos que foram nos prestigiar e aos que nos deram suporte, especialmente as "namoradas". =)

Parabéns aos atletas por mais essa conquista.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Com as roupas e as armas de Jorge

A preparação do CEPRAEA para a segunda etapa do Circuito Carioca de Beach Handball enfrentou os mesmos percalços que todas as demais equipes. Primeiro devido ao "dilúvio" que caiu na semana posterior à Páscoa e depois pela ressaca que veio de brinde.

Todavia, buscando acertar os últimos detalhes, essa semana de feriado está sendo de trabalho duro e hoje, apesar do evento na praia de Botafogo que simplesmente impediu qualquer circulação da zona norte para zona sul, não deixamos de treinar. A ida demorou uma hora e meia e o treino marcado para as 15h teve início às 16:45. Já no retorno, para chegar em casa tivemos que dar a volta pela Barra da Tijuca!! Pergunta-se agora quem foi o infeliz que autorizou uma interdição de vias importantíssimas da cidade e por tantas horas??

Pra voltarmos a falar de Beach Hand, amanhã o trabalho prossegue às 18:30 buscando principalmente adaptar o time aos desfalques importantes do goleiro Cayo, do pivô Ítalo e do armador esquerdo Russo. Ítalo ainda não tem substituto definido, enquanto Wagner estreia no time na armação esquerda e para o gol, Michell será o substituto por ter mostrado bom aproveitamento em amistoso. Vale destacar o compromisso com a equipe do nosso camisa 6 que se prontificou a desempenhar a função com extrema dedicação. E já que estamos falando de Michell, aproveito para anunciar que o próximo perfil será dele. Isso porque o rapaz tatuou no braço uma fotografia de Beach Handball!!! A conferir o resultado no próximo post.

Sexta, no feriado de São Jorge, teremos mais treino às 15h para encarar o sol e evitar qualquer problema de adaptação ao calor e à areia fervendo. Faremos os últimos ajustes táticos para a etapa da série B que acontece nesse domingo, dia 25/04, com o CEPRAEA entrando em quadra às 9:30 da manhã no primeiro jogo da competição no posto 4 de Copacabana para enfrentar a equipe Ferreira Viana, pelo grupo B que tem como terceiro integrante o time Unihandbeach, segundo lugar na etapa anterior.


Vamos trabalhar com as bençãos, as roupas e as armas do Santo Guerreiro!



"Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
para me fazerem mal"

(Jorge da Capadócia - Jorge Ben Jor)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Começa a série Perfil

Felipe Carvalho, o Orelha

Lançamos hoje a série "Perfil". O intuito é que todos possam conhecer um pouco mais de nossos atletas. Vamos colocar informações do tipo "bate-pronto", nas quais as perguntas são curtas e as respostas objetivas. Você pode perguntar o que quiser depois nos comentários para o atleta responder ou para aperfeiçoar o questionário para o próximo perfil.

Iniciaremos com o Orelha por um motivo óbvio: quem afinal é o Orelha? Alguém já viu ele treinando? O que ocorreu é que logo nos primeiros treinos de sua volta às areias, ele sofreu uma hérnia e está impedido de treinar desde então. Nosso atleta passará por cirurgia antes de poder começar seu processo de recuperação. Assim, para que todos possam saber quem é Felipe Carvalho, vulgo Orelha, ele respondeu ao blog.


Nome: Felipe Morais Carvalho
Idade: 21 anos
Nº da camisa: 19

Quanto tempo até voltar às quadras?

Infelizmente não sei, conversei com o médico que vai me operar e ele disse que a recuperação é complicada, na primeira semana por exemplo, terei que ficar deitado o tempo todo, para que não haja pressão sobre o ponto.

Como entrou para o CEPRAEA?

Entrei no início quando ainda era Capianos, saí por não ter tempo e agora “voltei”.

O que mais gosta do Beach Hand?
Os gols! =P

2 pontos mais fortes como jogador de beach:

nem sei, como não jogo há muito tempo acho que terei que descobrir ainda.

2 pontos que precisa melhorar como jogador de beach:

acho que tenho que melhorar muitas coisas, mas a principal é o giro.

Outro esporte fora o handebol? Futebol

Qual seu ídolo esportivo? Por quê?

Acho que não tenho. Admiro vários jogadores, mas acho que não tenho nenhum ídolo.

Como surgiu seu apelido?
É bem sem graça o motivo pelo qual eu tenho esse apelido. Foi quando eu entrei no Cap. Eu não conhecia ninguém da minha sala (óbvio). Vi que uns garotos chamaram um deles de "fumaça". Fui falar com ele pra me enturmar e chamei ele de "fumaça". Ele não gostou, falou que só os amigos dele podiam chamá-lo assim e falou que ia inventar um apelido pra mim. Olhou pra mim e falou que ia ser “orelha”. Obs: nem acho minha orelha grande! =P


Uma história engraçada da infância ou adolescência (conte com detalhes. Faça-nos rir rsrsrs):
Quando eu tinha uns três anos de idade, pulei do beliche do meu quarto achando que podia voar! Acho que tinha visto um filme do super homem antes. Resultado, quatro pontos na testa!


Qual seu ídolo? Por quê?
Meu pai. Pelo seu caráter e pela pessoa que ele é.


2 qualidades como pessoa:
divertido e companheiro

2 pontos que precisa melhorar como pessoa: impulsivo e muito disperso.

3 Filmes preferidos: Violação de conduta, O Paizão e Hook: a volta do capitão gancho.
3 Livros preferidos: “Quem mexeu no meu queijo?”, coleções “Percy Jackson” e “Harry Potter”.
3 músicas: Cure For the Itch (Linkin Park), Seven Years (Saosin) e White Lights (Rufio).
Comida:
qualquer coisa, mas gosto muito de arroz, feijão, purê de batata e um bife.

Nas horas vagas gosto de... Ver filme
Daqui a 5 anos eu pretendo estar... trabalhando e fazendo faculdade.
5 coisas de seu “kit de sobrevivência”: música, vídeo game, futebol, handebol (ficou faltando 1)
Me irrito com... falsidade
Para me agradar chegue com... comida.
Não posso viver sem... minha família.

Uma frase: Não leve a vida tão a sério, você pode não sair vivo dela!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sai, Uruca!

O goleiro Cayo foi o destaque do time

Pode chamar de uruca, zica, macumba, má sorte, azar. Pode chamar do que quiser! Mas ontem os atletas CEPRAEA sepultaram de vez a fase de incidentes e obstáculos que vinham enfrentando.

Depois de diversas lesões (André, Orelha, Russo, Alex) "bizarras", o time entrou ontem desfalcado do armador esquerdo Maia por conta de febre alta que enfrentou durante toda a madrugada de sábado para domingo e persistiu no próprio dia da etapa, o impedindo de participar da estreia da equipe no Circuito Carioca 2010.

A despeito da "maré de azar", o CEPRAEA entrou em quadra na 1ª etapa do circuito com Cayo no gol; BC, Antonio, Jonathan (Ítalo) e Michell na defesa; André, Davi, Russo, BC e Ítalo (Jonathan) no ataque. Na fase de grupos nossa equipe enfrentou o time de Três Rios no primeiro jogo e venceu na disputa de Um contra o Goleiro por 5 x 4, após empate em 1 a 1 em sets, parciais de 9 x 15 e 12 x 4.

No segundo jogo, enfrentamos o Nasa. O primeiro set foi de arrancar os cabelos (7 x 8)! Faltando pouco tempo para o final, desperdiçamos tiro de 6 metros (pênalti, para os leigos) após a arbitragem apontar que nosso jogador Davi tinha mexido na linha da área no momento da cobrança. Os adversários fizeram um gol valendo 1 ponto. No contra-ataque encostamos com gol de giro do Davi. Faltando segundos, conseguimos recuperar a posse de bola e o apito de término veio quando BC, direto da defesa, já armava o giro, que terminou em gol que seria de 2 pontos e nos daria a vitória no set, mas não foi válido pelo estouro dos 10 minutos de jogo. No segundo set vencemos por 13 x 6. Na disputa de um contra o goleiro, perdemos por 3 x 8.

Os dois primeiros jogos resultavam no seguinte quadro: jogávamos mal o primeiro set e muito bem o segundo; na disputa de um contra o goleiro em que sempre fomos fortes, estávamos mal; nossa defesa estava muito bem, com destaque para o goleiro Cayo. Como o terceiro jogo do grupo entre Nasa e Três Rios também foi para disputa de um contra o goleiro e terminou com vitória de Três Rios, ficamos em 1º do grupo pelo saldo de pontos.

Na semi-final enfrentamos a equipe do Unihandbeach em jogo quente! O primeiro set perdemos por apenas 1 gol de diferença, 9 x 10. Panorama do jogo: enquanto nossos adversários desperdiçaram muitos tiros de 6 metros apontados pela arbitragem, nosso time fazia pontos de 1 em 1 por ter seus giros considerados com menos de 360° e aéreas como não existentes.

Com o sentimento de que tínhamos chance de ir à final, fomos para a disputa de 3º com tudo em busca na nossa melhor classificação em etapas até aqui. Invertendo a lógica da fase de grupos fizemos um excelente primeiro set vencendo por 16 x 7, mas o segundo set não foi suficiente e perdemos por 9 x 12. Novamente fomos para disputa de um contra goleiro e dessa vez, todos muito concentrados para não cometer os erros apontados pela arbitragem anteriormente e tampouco errar o alvo. Fomos IMPECÁVEIS: 8 x 5 e BC nem precisou bater!

CEPRAEA 3º lugar na série B!!! Festa para nossa equipe jovem e guerreira! Temos muito o que melhorar e isso é ótimo! Se chegamos até aqui com erros, imagina o que poderemos fazer com menos deles!

Ao final do jogo, após cumprimentar adversários e árbitros, comemorar com a torcida "empolgadíssima", fomos todos tomar um banho de sal no mar de Copacabana com uniforme e tudo para garantir que a uruca saiu, por bem ou por força maior.

Sai, uruca!

sábado, 27 de março de 2010

Oficina de Hand Beach para divulgar a modalidade

Alunos da Gama Filho e atletas do CEPRAEA vivenciando o Hand Beach

Hoje, o CEPRAEA, através de uma aula-oficina apresentou o Hand Beach para alunos da faculdade de Educação Física da Universidade Gama Filho, turma do professor Byra Bello. Auxiliaram nas demonstrações e explicações aos alunos os atletas André, Antonio, BC, Davi e Michell.

A realização da oficina condiz com as atitudes recomendáveis aos integrantes CEPRAEA de acordo com as diretrizes presentes no "Termo de compromisso" assinado por todos os componentes da equipe. Esse pensamento passa pela ideia de que é preciso desenvolver a modalidade escolhida por nós para ser praticada. Independentemente das dificuldades enfrentadas por todos - atletas, treinadores, árbitros, dirigentes - acreditamos que mostrar ao maior número de pessoas possível a novidade que é o Hand Beach, com todo seu potencial de ESPETÁCULO, é um caminho que precisa ser trilhado, pois quanto mais praticantes, quanto mais times tivermos nas competições, mais alto será o nível de disputa, maior será o interesse do público, maior será a capacidade da modalidade atrair espectadores e mídia.

A oficina do CEPRAEA divulga em meio muito fértil a nossa modalidade: futuros professores de Educação Física que, conhecendo o esporte, podem ensinar a seus alunos, assim como formar novas equipes e dirigi-las

Nesse ano vimos alguns times particpantes do Circuito Carioca se unirem para ganhar em poder de fogo ou para tornar possível um maior quadro de atletas. Nosso Circuito inicia 2010 com apenas 3 equipes na série C. Apesar de ser só o começo do ano, é preciso ter atenção para que o Circuito não se limite sempre às mesmas equipes e atletas (ou nem tão atletas assim). A diversidade, a entrada de novos atletas, de novas equipes, de novos treinadores, de novas formas de pensar a modalidade e de jogá-la, é importante para a sua evolução que, particularmente, acredito depender tanto da experiência dos que estão há muito tempo, quanto da novidade e o "ar fresco" dos que estão por vir.

Além disso, divulgar o Beach Hand se faz necessário pelo fato de que é muito mais fácil atrair um público espectador que conhece a modalidade, que sente-se parte dela, a entende e se entretém a acompanhando, analisando, dando palpite, vibrando. Para que haja público para um determinado esporte, é preciso que esse público o conheça bem e, de preferência, o pratique, permitindo uma identificação entre ambos. Ou por acaso alguém acompanhou com afinco o mundial de curling que aconteceu a pouco? Curling não faz parte de nossa realidade. Suas pistas geladas só existiriam por aqui articificalmente. Já as areias de Copacabana estão à nossa disposição, assim como de muitas outras praias por nossa cidade, estado e país.

Vamos espalhar o Hand Beach por aí!

Esperamos que esse tenha sido apenas o primeiro passo de uma parceria muito produtiva.


quinta-feira, 18 de março de 2010

Alex passa por cirurgia

Nosso atleta Alex passou 3ª feira (16/03) por cirurgia dando prosseguimento aos procedimentos para a recuperação da fratura do fêmur esquerdo que sofrera no último sábado dia 13/03. A cirurgia foi um sucesso e consistiu na colocação de uma haste interna no osso. Provavelmente Alex sai hoje do hospital e começa as sessões de fisioterapia já na semana que vem. O prazo de volta às areias continua sendo de 4 meses.

Muita dedicação e força, Alex!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Porque treino em dia de chuva vale a pena

Davi e André mostrando que estão bem!

Hoje, 4ª feira (17/03), era dia de treino para o CEPRAEA. Cayo, Pereira, Ítalo e Antonio estavam previamente dispensados por acordo de horário. Os demais todos tiveram sua razão para não comparecer, mas "quem tem razão, não tem outback". Em respeito e reconhecimento ao compromisso dos atletas Davi e André, únicos a comparecer ao treino, ambos ganharam um jantar com tudo pago no Outback Tijuca.

Quem não foi, perdeu.

sábado, 13 de março de 2010

Alex sofre acidente

Alex mostrando que está bem

Nosso atleta e amigo Alex sofreu hoje acidente grave. O carro em que estava ficou consideravelmente destruído e Alex preso nas ferragens até a chegada dos bombeiros. Nosso atleta está internado no Hospital Rio Mar na Barra e passa bem. Mas, infelizmente, não poderemos contar com a voz ativa e o empenho dele por algum tempo. Alex sofreu fratura do fêmur esquerdo e passará por procedimento de tração ainda hoje para recolocar as duas partes, em que ficou dividido o osso, no lugar. Houve também um corte grande na perna direita que precisou de pontos para ser fechado. Na próxima terça, Alex passará por cirurgia para colocar pino interno e haste no fêmur fraturado. Ficará internado até sexta. Após isso, iniciará recuperação com previsão de volta às areias em 4 meses, depois de processo de fisioterapia. Ele está sem celular, mas é possível falar com ele através do celular da mãe.

O que se pode tirar do episódio é o incrível comprometimento do atleta com o CEPRAEA. Na primeira ligação que recebi, ouvi da mãe do Alex as seguintes palavras: "
Oi, Camila. É a mãe do Alexandre. Ele pediu pra ligar pra você pra avisar que não poderá ir ao treino amanhã. Ele sofreu um acidente e fraturou o fêmur."

COMO ASSIIIIMM???!!! rsrs Depois do susto que, claro, levei e do esclarecimento de que, fora a fratura, o Alex estava bem, tive que rir da preocupação dele. Era ÓBVIO que ele não poderia treinar!!
Ele é um verdadeiro exemplo de dedicação e compromisso! Não é à toa que foi o único com 100% de presença em janeiro e fevereiro.

Fui ao hospital junto com o André visitá-lo. Alex mostrou preocupação com a perda da preparação da pré-temporada e disse que estava frustrado, pois sabe que 2010 será um ano de muitos progressos para o CEPRAEA, que a equipe está mais competitiva que nunca e que ele só poderá participar disso no final do ano. Disse a ele que se 2010 vai ser melhor que 2009, que ele não se preocupe, porque 2011 será ainda melhor que 2010! Ele ainda afirmou que irá se cuidar bastante para perder o mínimo possível da forma, alimentando-se bem. Também recordei a ele que por ser um atleta de altíssima dedicação e disciplina, sua recuperação será excelente e ele poderá voltar a treinar em breve, quem sabe antes do prazo estipulado, de acordo com seus avanços.

O panorama é esse. Vamos acompanhá-lo e dar a força que ele precisa para voltar com tudo. Espero também que, sendo da vontade dele, esteja presente no lado de fora da quadra assim que possível para me auxiliar em treinos e jogos. Tenho certeza que contribuirá muito enquanto não estiver podendo atuar como jogador.

Deixem recados para ele aqui, no orkut dele, na comunidade, pois assim que tiver acesso saberá do apoio irrestrito que tem do grupo CEPRAEA. Quem puder ligue para ele e visite-o.

E vamos fazer uma "reza" pra espantar esses negócios, porque chega de atleta se lesionando, né!! Todo mundo se cuidando! Por favor!

Um abraço, meu garoto! Estamos juntos! Precisando, estamos todos aqui!