Mostrando postagens com marcador série b. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador série b. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Isso também vai passar

Cayo em momento de apreensão na série C em 2010

Certa vez, um sábio chinês presenteou o imperador com um livro. O livro tinha apenas duas páginas. Ao dá-lo, o sábio explicou: No momento mais triste da sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. E no momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo.

Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império e o imperador lembrou-se do livro. Na primeira página, somente uma frase curta: Isso vai passar.

Incansável e trabalhador, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo.

Mais tarde, sua única filha casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram num único e imenso império. Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: Isso também vai passar.

"Não devemos nos embriagar pelas grandes alegrias e nem nos deixar abater pelas grandes frustrações."


No ano de 2010, o CEPRAEA conquistou o terceiro lugar na primeira etapa do Circuito Carioca e comemorou. Alcançou novamente a terceira colocação na segunda etapa e o sabor já não era o mesmo. Na etapa seguinte, desceu para a série C e viu que o terceiro lugar era de fato uma glória.

Em 201,1 a história foi parecida: na 1ª etapa, chegamos à final da série B, ficamos com o 2º lugar e comemoramos muito. Já na 2ª etapa, nos lamentamos não ter subido à série A em mais uma oportunidade. Na 3ª etapa, em meio à apatia, dores, erros e desencontros, caimos no abismo da série C e fomos lembrados que o vice-campeonato tinha na verdade um gosto doce.

Depois de levar uma verdadeira surra, é hora do CEPRAEA descansar, respirar, se recuperar e acelerar novamente rumo a seu objetivo maior em 2011: chegar à série A. Afinal, quando estivermos em 3º ou 2º lugar devemos nos lembrar que os bons momentos passam e virão os ruins. Entretanto, estando em um mau momento devemos nos unir, nos apoiar e trabalhar forte, mais forte até que antes, pois assim... ISSO TAMBÉM VAI PASSAR.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Só quero se for "pra sempre"!

Da esquerda para a direita, em pé: Camila, Renato, BC, Antonio, Wagner, Dyego, Jonathan, Daniel e Ítalo. Agachados: Michell e Cayus


No último domingo, 19/06, o CEPRAEA esteve presente na praia de Copacabana ao lado do posto 4 para a disputa da série B da 2ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball.

Num primeiro jogo de começo lento, a equipe demorou a impôr seu ritmo, mas fechou em dois sets a zero o duelo contra o Ferreira Vianna. No segundo jogo da chave, o adversário foi o ACM-ILHA. Depois de observar a atuação dos oponentes em jogo anterior, entramos em quadra com tática definida de defesa. Deu certo. As melhores possibilidades do ACM foram atenuadas e conseguimos nos manter sempre à frente no placar para fechar mais um resultado em 2x0.

Na semifinal encontramos um difícil adversário, conhecido por sua vibração e poder de reação: o Unihand. Não foi diferente dessa vez. Tivemos dificuldades durante o jogo e depois de vencer o primeiro set, cedemos à determinação e vibração do time de Belford Roxo. No desempate (1 contra o goleiro), vencemos e passamos à final.

O CEPRAEA chegou novamente onde planejou: a final. Mais uma vez a equipe lutava diretamente pela vaga na série A na etapa seguinte, tal qual acontecera no mês passado. Mais uma vez, infelizmente, a vaga nos escapou. O time IEMAR, que já havia nos derrotado no qualifying de maio, mais uma vez mostrou ser superior à nossa equipe. Com uma defesa que evidenciou alguns pontos fracos nossos e com um ataque implacável e dificílimo de ser marcado, a equipe adversária teve muitos méritos e conquistou seu espaço na elite carioca.

Dessa 2ª etapa, o CEPRAEA pôde tirar algumas lições. Dentre elas, talvez a mais importante é que se por um lado evoluímos muito, por outro ainda há vários pontos frágeis na equipe a serem solucionados antes que possamos ascender à tão sonhada série A. Afinal, o objetivo da equipe não é apenas subir, mas sim não descer mais!

Muito treino, CEPRAEA! Muito trabalho até a próxima disputa!
Foi assim que chegamos até aqui. Será assim que iremos MAIS LONGE!

PARABÉNS A TODOS pela linda disputa.

Os vídeos dos jogos dessa etapa estão disponibilizados no canal CEPRAEA no youtube.

Representaram o CEPRAEA:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Ítalo
6 - Michell
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
13 - Wagner
16 - Cayus
17 - Renato
Treinadora - Camila Pena
Assistente - André Machado

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mar revolto, céu nublado, clima frio. E o dia foi LINDO!

Dyego é símbolo da melhora do CEPRAEA: nítida evolução.

No último domingo, 29/05, foi realizada na praia de Copacabana, posto 4, a 1ª etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball, organizado pela Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro (FHERJ). O mar de ressaca foi a estrela da vez e pegou de surpresa os desavisados, inundando as quadras diversas vezes e encharcando tudo que estava pela frente. Mas o dia frio e nublado, perfeito para nós do CEPRAEA, reservava ainda mais surpresas. Seria a primeira vez que nossa equipe iria chegar a uma final de série B.

Um mês após uma qualificatória (qualifying) abaixo das próprias expectativas, o CEPRAEA correu atrás do prejuízo, concentrou esforços para atingir o nível de desempenho esperado pelo próprios membros e mostrou que a temporada começou de verdade agora. Os treinamentos, que acontecem regularmente 3 vezes por semana, foram planejados com cuidado para corrigir os equívocos e as lacunas que se tornaram aparentes com os jogos do dia 1º de maio. Contando com o compromisso e empenho de todos os atletas, que treinaram em regime de exceção de horário, o resultado não poderia ser outro: PELA PRIMEIRA VEZ 2º LUGAR!

De forma inédita, a equipe venceu a semifinal e pôde disputar uma vaga na série A contra o experiente time Rio em forma olímpico. Após um primeiro set em que o goleiro adversário, Fabiano, mais parecia uma muralha, conseguimos corrigir erros e melhorar na segunda etapa da partida. Ainda sim, não conseguimos parar o ataque do Rio em forma que mostrou uma combinação implacável de estatura, impulsão, precisão, variação e experiência. Contudo, o ataque do CEPRAEA entrou em ação e conseguiu equilibrar as ações fazendo o set terminar em 19 x 21.

Ainda que tenhamos perdido o jogo e não alcançado a vaga na série A, algo nos pareceu claro: quando trabalhamos sério, com planejamento e compromisso, convertemos potencial em resultado. Fizemos a final da série B pela primeira vez e pela primeira vez vimos a série A aparecer claramente no horizonte. Digno de comemoração!

Vamos com ainda mais força para a 2ª etapa!! O trabalho duro segue!

Jogaram a 1ª etapa:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Wagner
6 - Michell (curinga)
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
16 - Ítalo
17 - Renato

Vídeos da etapa disponíveis no Canal CEPRAEA (para ver) no Youtube e na seção Vídeos do blog (para baixar).Link

domingo, 21 de novembro de 2010

Carioca 2010: Fecha a conta e passa a régua

CEPRAEA 2010

Neste domingo, 21/11, o CEPRAEA encerrou sua participação no Circuito Carioca 2010 com a 4ª colocação. Longe de ter sido o desfecho dos sonhos, a posição na última etapa do ano reflete o desempenho apresentado ao longo da temporada. O 3º lugar, comemorado na abertura do campeonato, aos poucos foi sendo cada vez menos prestigiado, conforme foi crescendo nosso nível de exigência quanto a nossa própria performance.

De treino em treino, de amistoso em amistoso, víamos um crescimento de rendimento que não conseguia ser demonstrado em competição. Seja por motivos psicológicos, por falta de experiência, pela não adaptação ao sol, a verdade é que, pouco a pouco, a terceira colocação foi ficando engasgada. Porém ser terceiro teria sido um ótimo negócio na 3ª etapa em que nada deu certo e, como num deslize, caíamos para a série C. Na etapa seguinte, sem sustos, retornamos à série B e à terceira posição. Agora, a quarta colocação veio como uma média do desempenho anual.

Não opto hoje por discutir os problemas que nos levaram mais uma vez a não corresponder em competição às nossas próprias expectativas. Poderia citar nossos vestibulandos, nosso caminhão de lesionados, nossa necessária troca de posições, nosso psicológico, nossa falta de ritmo, enfim... Hoje não vou falar sobre desculpas. Hoje falo sobre passado e futuro.

Encerrado 2010, vemos que fizemos um ano melhor que o anterior. Refizemos (por necessidade e por oportunidade) nosso elenco de ponta à ponta, mantivemos a filosofia de trabalho e acrescentamos amigos ao grupo. Nossa estrutura cresceu. Cresceram também as ambições. Chegamos, ao final de 2010, maiores quantitativa e qualitativamente do que havíamos chegado ao final de 2009.

E, como é normal, quando está para começar um novo ano, as esperanças se renovam. Sendo eu uma teimosa por convicção (ou por teimosia), espero que 2011 consiga ultrapassar os problemas de 2010 principalmente quanto a elenco. Espero ver cumpridas as promessas de retorno do nosso marinheiro Davi, do corpo e da alma do BC, do eterno enrolado Maia, do sumido Russo, do Alex, conforme a perna permitir. Espero ainda que os que fecharam o ano batalhando pelo CEPRAEA, Antonio, Cayo, Michell, Moura, Wagner, Ítalo, Jonathan e BC (às vezes de corpo, às vezes de alma), aumentem ainda mais seu envolvimento e compromisso com os objetivos que todos juntos traçaremos. Dou as boas vindas aos que chegaram ainda pouco: Daniel, Dyego e Schimidt. Que se juntem à amizade e ajudem a aumentar nossas perspectivas.

Não vou desistir tampouco de colocar em prática o tão "tentado" time feminino do CEPRAEA. (Meninas que jogam Handebol estão todas convocadas!!). Vamos batalhar pela divulgação do nosso esporte. Continuaremos nos esforçando para dar seriedade ao Beach Hand, tanto na parte administrativa, esportiva, como acadêmica. Aos poucos, sei que chegaremos aonde sonhamos.

Com muita força, TORÇO, para que nosso curinga André se recupere plenamente da cirurgia do ombro e volte a fazer parte do time. Não só esportivamente o camisa 10 nos faz falta. A equipe precisa contar com o exemplo de comprometimento desse atleta.

As portas do CEPRAEA estão sempre abertas a todos, literalmente TODOS, que quiserem unir forças ao nosso trabalho.

Para a parte carioca do ano de 2010: "fecha a conta e passa a régua".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Série B - Resultado 4ª etapa

No último domingo (15/08) foi disputada a 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball Série B. Os resultados e a classificação final foram divulgados no blog da Federação de Handebol do Rio de Janeiro dedicado à modalidade.

Masculino:
1º - Unihandbeach (sobe para série A)
2º - Santa Mônica/ Beija Flor
3º - Três Rios
4º - Ferreira Vianna

A equipe do Bandeirantes, normalmente cotada para disputar a série A, não compareceu. O time do Rio Handbeach, campeão brasileiro de 2008 e normalmente integrante da série A retirou a inscrição para essa etapa e também não jogou.

No feminino:
1º - Icaraí Handbeach (sobe para série A)
2º - Niteroy Rugby
3º - Nasa
4º - União Carioca
5º - Guaraplus Jr.

Não presenciei a etapa. Se alguém tiver algum comentário, análise, opinião ou qualquer outra informação sinta-se à vontade de acrescentar para popularizarmos e discutirmos cada vez mais nossa modalidade.

No sábado (21/08) é a vez do Juvenil e da série C. É hora do CEPRAEA entrar em quadra para tentar provar que o descenço foi apenas um acidente de percurso. No domingo (22/08) entra em quadra a elite do Rio de Janeiro com as equipes da série A. Enquanto no masculino a equipe a ser batida é a Unisuam que levou as 3 primeiras etapas, no feminino o bicho papão é a equipe do Z5 que foi campeã das etapas de março, abril e maio.

Mais informações em breve.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ERRATA

Como a federação fez algumas trocas em relação ao calendário original (ou pelo menos assim eu havia entendido), no post anterior me equivoquei quanto às datas de cada uma das séries. Aí vai o calendário que acredito ser o correto dessa vez. Qualquer mudança ou equívoco torno a comunicar.

Série B - domingo 15/08
Série C - sábado 21/08
Série A - domingo 22/08

Juvenil - sábado 21/08

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Sem chance para cochilos

A 3ª etapa do Circuito Estadual de Beach Handball mostrou porque a série B vem sendo considerada extremamente equilibrada. Resultados como vitória do Santa Mônica sobre o Rio Handbeach (que vinha de descenço da série A), o segundo lugar da equipe de Três Rios (que havia sido 5º colocado na etapa anterior) e a queda do CEPRAEA (que havia sido 3º nas duas etapas anteriores) para a série C, mostraram que os times estão cada vez mais equiparados e quem não joga no próprio limite, dando 100% do que pode, ou peca nos detalhes não será capaz de superar seus adversários.

O CEPRAEA fez o jogo de abertura da etapa de maio e mostrou que chegar em cima da hora, entrar frio e desconcentrado em quadra não são uma boa combinação para quem almeja estar disputando a vaga para série A. A equipe HTR (Três Rios) entrou em quadra com muito mais vontade e firmeza e não deu chance para o azar nos derrotando em um convincente e merecido 2 X 0. Dispersos, não colocamos em quadra o que sabíamos e vimos nossa tarefa extremamente dificultada.

No segundo jogo enfrentamos a equipe experiente do Debret/Alcance da qual havíamos perdido na etapa anterior por placares elásticos. Dessa vez entrávamos em quadra precisando vencê-los por 2 sets a zero para poder continuar lutando por uma vaga na semifinal. Depois da derrota do Rio Handbeach para os meninos do Santa Mônica, acreditamos ser possível alcançar o resultado necessário. Fizemos um bom primeiro set, mas ainda com muitos erros para quem não podia cometê-los. Perdemos o set e nossa vaga na semifinal, pois Debret/Alcance havia vencido Três Rios por 2x0 o que não nos dava chance no saldo de sets ainda que vencêssemos. Nos sobrava tentar dificultar o trabalho dos nossos adversários e mostrar que tudo não passava de um acidente. Mas não foi o que aconteceu. Jogamos mal o segundo set e perdemos mais uma vez por 2 x 0.

Nos sobrava lutar para nos mantermos na série B. Enfrentamos a equipe de Belford Roxo, o Unihandbeach. Soubemos jogar e administrar a vantagem, contando também com uma bela atuação do goleiro Cayo no primeiro set. No segundo, voltamos a desperdiçar inúmeros ataques e sobrecarregamos a defesa. Resultado: perdemos o set e fomos para o desempate. Na disputa de um contra o goleiro, nos mostramos abalados psicologicamente e apesar de treinar intensamente essa situação, erramos tudo quanto foi possível e entregamos a vitória ao adversário sem mesmo finalizarmos a série de 5 cobradores.

É hora de parar, analisar, questionar, reestrutrar, planejar e RECOMEÇAR. Temos 2 meses para trabalhar e mostrar que tudo não passou de um cochilo desastrado.

Vamos mostrar que trabalho e compromisso ganham jogo!!

Até quarta para nosso marco zero!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vídeos 3ª etapa

Estão disponíveis os vídeos dos jogos do CEPRAEA da etapa de maio do Circuito Carioca de Beach Handball, assim como o amistoso contra a equipe do Arena disputado no dia 14/05.

Em post posterior virão os comentários sobre a atuação da equipe.

É hora de ver e rever os jogos para deixar os erros cometidos para trás.

A frase de ordem é: COMEÇAR DE NOVO.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Só sei que nada sei - questão de arbitragem

Estátua de Sócrates em Atenas, Grécia

Esse post é um pouco longo, mas vale a leitura. Afinal, quem não teve problemas com a arbitragem? Vale o esclarecimento.

Confronto Fluminense x Unihand Beach pela semifinal da série B, abril de 2010, 2ª etapa do Campeonato Estadual de Beach Handball. Fluminense vence o primeiro set e Unihand o segundo. A partida vai para o "shoot out" (um contra o goleiro). Diz a regra 9, item 8 e 9 sobre o desempate da partida:

9:8 Se ambas as equipes vencerem um tempo de jogo, se utiliza o método de desempate “Shoot Out” (um jogador contra o goleiro). 9:9 Cinco jogadores que estão autorizados a jogar efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.(...) É considerada vencedora a equipe que marcar mais gols após os cinco arremessos.

Até aí tudo bem. Mas o que acontece quando, após os cinco arremessos, o placar do "shoot out" está empatado? Esclarece-se o ponto na continuação da regra 9, item 9:

... Se nenhum resultado foi definido depois da primeira série, o “Shoot Out” continuará. (...) Novamente, CINCO jogadores autorizados a jogar, efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.

Por que o grifo da palavra "cinco"? Porque no jogo ao qual me refiro, após identificar que necessitaria colocar para cobrar o "shoot out" jogadores não tão eficientes nesse quesito quanto os cobradores anteriores, a equipe do Fluminense pôs a cobrar novamente atletas que já haviam cobrado, antes mesmo de fechar o número de CINCO necessários ao encerramento da SÉRIE e, por isso também o grifo da palavra série. Pelo que se pode entender pela regra, "série" corresponde ao conjunto de cobranças efetuadas por CINCO jogadores e parece desnecessária a inclusão da palavra DIFERENTES. Ou não? Por favor se alguém sabe de algo em contrário manifeste-se!

De forma alguma acreditamos que tal atitude tenha sido gerada por qualquer "esperteza" ou "má fé" do Fluminense. Creio que, assim como todos nós, dirigentes, atletas, espectadores e árbitros, houve dúvida em relação à regra do jogo. E a decisão óbvia parecia ser que cobrassem os melhores batedores. Entretanto, o dirigente da equipe do Unihand Beach, alertou à arbitragem para o fato de que o Fluminense estava prestes a repetir um jogador antes do término da série e perguntou se isso era válido. A arbitragem confirmou que nada havia de irregular e que os times poderiam colocar para cobrar qualquer jogador, uma vez que estavam na série alternada. Dessa forma, o Unihand Beach pôs para cobrar apenas seu melhor batedor seguidamente e assim passou a fazer também o Fluminense.

Todos em volta da quadra manifestavam-se de que não era possível tamanho disparate! Mas a verdade é que ninguém tinha certeza do procedimento correto.

Cobravam alternadamente e infinitamente apenas dois jogadores, um de cada time! O que aconteceria? O "shoot out" só acabaria quando algum jogador finalmente cansasse??? Porque erros não pareciam nem próximos de acontecer em virtude da competência do jogadores.

Quando a bola arremessada pelo jogador do Fluminense finalmente já se encaminhava para fora, o que daria a vitória ao Unihand Beach, o secretário da partida apitou para interromper o andamento do desempate. "Finalmente alguém viu que a coisa não podia ser bem assim..." Todos nos questionávamos: e agora? Volta tudo? Volta toda a série alternada? Mas o jogador finalmente bateu pra fora! O Fluminense ia perder...

NÃO!!! Nada disso, continua tudo de onde está. Segundo a arbitragem o problema estava que um jogador não poderia bater seguidamente. Ok... Apesar de tudo, ok. Ninguém tinha certeza de nada. Mas volta de onde eles começaram a se repetir? NÃO!! Só não repete mais o mesmo jogador seguido! Donde se conclui que... era preciso um revezamento de pelo menos dois jogadores da mesma equipe!!! (consultar a regra pra quê?? a criatividade é melhor!) E assim foi feito: de dois em dois os jogadores se repetiram e o Fluminense venceu a disputa indo para a final e posteriormente vencendo a etapa.

Queremos frisar que o Fluminense se mostrou uma equipe digna da posição que conquistou e os problemas deste jogo não desmerecem os resultados obtidos pelo time. A questão não é essa. Nossa preocupação é com as regras e sua aplicação minimamente adequada.

Vamos tentar esclarecer então essa questão. Vamos repetir a regra 9, item 9:

9:9 CINCO jogadores que estão autorizados a jogar efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária.(...) É considerada vencedora a equipe que marcar mais gols após os cinco arremessos.
... Se nenhum resultado foi definido depois da primeira SÉRIE, o “Shoot Out” continuará. (...) Novamente, CINCO jogadores autorizados a jogar, efetuarão arremessos alternados com a equipe adversária. (...) Nessa SÉRIE e em qualquer outra subsequente a partida será decidida tão logo uma equipe esteja vencendo por um gol, uma vez que tenha sido feito um número igual de arremessos por equipe.

Nos comentários desta regra existe a seguinte frase:

Se o número de jogadores ficar abaixo de 5 (cinco) em uma série, a equipe em questão terá como conseqüência menor número de arremessos, porque nenhum jogador pode arremessar pela segunda vez na mesma série.

Apesar do comentário se referir a outra questão relativa ao "shoot out", creio que está claro que nenhum jogador pode arremessar pela segunda vez na mesma série. E que CINCO é o número de jogadores que compõe uma SÉRIE.

A questão que fica é a seguinte: não há problema nenhum em haver erros de arbitragem. Errar é humano. Se a arbitragem não sabia exatamente a regra, ok. Mas não havia sequer um livrinho de regra pra consulta na mesa??????!!!! Se tinha, MEU DEUS! Por que ninguém o consultou??? O que vimos foi uma sucessão de erros, falta de estrutura (cadê as regras), falta de critério (pois, se não podia repetir seguidamente o mesmo jogador, era preciso retornar ao ponto onde começaram a se repetir, não?) e, ao que me parece, faltou uma "pitada" de humildade para se admitir que não se tinha certeza do procedimento e consultar a regra, ou se não havia regra, pelo menos questionar outros árbitros.

Na etapa de maio, certamente o CEPRAEA estará com as regras debaixo do braço. Não somente para casos que possam acontecer conosco, mas para podermos auxiliar quem quer que seja, equipes ou arbitragem.

Se alguém tem algum conhecimento que possa ajudar a esclarecer a questão, favor manifestar-se.

"Só sei que nada sei" (Sócrates - filósofo grego)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Vídeos disponíveis

No Beach Handball, o Fair Play precisa estar presente


Como de costume, primando pelo caráter de Fair Play do Beach Handball e pensando antes de mais nada no desenvolvimento da modalidade como um todo, a equipe CEPRAEA disponibiliza no blog, na barra à direita, seção "Vídeos", as filmagens das partidas disputadas para que todos possam utilizar o material a fim de desenvolver nosso esporte.

Os vídeos da 2ª etapa série B já se encontram disponíveis. Infelizmente, dessa vez tivemos problemas técnicos com a câmera e algumas filmagens estão prejudicadas, podendo estar faltando partes das partidas ou sem áudio, por exemplo. No geral, há material de sobra para se trabalhar.

Aos atletas CEPRAEA é extremamente recomendável baixar os arquivos e analisar os jogos, tanto individual, quanto coletivamente. Há muito o que se corrigir e visualizar os erros é uma excelente forma de melhorar a performance.

Mãos à obra!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

EU QUERO É MAIS!

Muito trabalho e união na equipe

Estrearam pelo CEPRAEA na 2ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball os atletas Thiago Figueiroa (camisa 8, armador esquerdo e defensor), Wagner Zanon (camisa 14, armador esquerdo) e Felipe Maia (camisa 17, defensor). Outra presença digna de nota foi do nosso Alex, que mesmo de muletas fez o scoult do jogo que pôde assistir. Foi importante para a equipe vê-lo novamente. O atleta espera atuar como assistente durante toda a próxima etapa, contribuindo para o desenvolvimento da equipe mesmo fora de quadra.

Na primeira partida enfrentamos a experiente equipe do Ferreira Viana. No primeiro set podemos ver a grande evolução do nosso camisa 10, André que vem se dedicando muito aos treinos, não só na prática, mas analisando vídeos nossos e de outras equipes. O resultado não podia ser outro, sob seu comando o CEPRAEA mostrou um ataque consistente e vencemos o primeiro set por 16 a 10, apesar de bela atuação do goleiro Alexandre que dificultou o trabalho de nosso armador direito Davi. No segundo set tivemos dificuldades de encaixar o ataque e não fomos eficientes na defesa. Resultado: 12 x 16. O jogo foi para o desempate no um contra o goleiro e justamente o seguro André desperdiçou a primeira chance. Perdemos ainda a segunda cobrança e nossa vitória ficou então ameaçada. Mudamos o goleiro e o ágil Thiago Figueiroa mostrou porque é merecedor de uma vaga no time apesar do longo tempo fora de atividade. Impelindo os adversários ao erro, ficamos com o placar de 8 a 6. Vitória e descanso até o segundo jogo para decidir 1º lugar no grupo.

No segundo jogo tivemos tempo suficiente para descansar e fizemos um início avassalador contra a equipe do Unihand Beach chegando ao placar de 10 x 02 obrigando o time adversário a pedir tempo técnico. Depois da parada deixamos o time de Belford Roxo encostar após erros sucessivos. Vencemos no último segundo quando Davi converteu tiro de 6 metros (pênalti) - 16 x 14. No segundo set novamente tivemos dificuldades de encaixar o jogo e perdemos por 18 x 15, evidenciando que a defesa também apresentava problemas. Na disputa de um contra o goleiro, contamos com a sorte ao errar lançamentos e nos equivocar tecnicamente nas execuções dos giros. Mas a vitória veio com o placar de 6 a 4, assim como o 1º lugar no grupo.

Na semifinal, o CEPRAEA enfrentou a equipe Debret/Alcance que havia descido da série A de acordo com resultado da etapa de Março. Em um jogo em que erramos tudo quanto foi possível, desde passes, passando pela marcação, até os arremessos, sequer vimos o caminhão que nos atropelou. Em dois sets, nos rendemos aos erros nossos e à experiência dos adversários. No 1º período de jogo, sofremos mais de 20 gols - 23 x 12. Diversas mudanças de peças foram feitas, incluindo a entrada do Michell na tentativa de aproveitar a troca de goleiros mais lenta da equipe adversária com o costumeiro bom chute longo do nosso camisa 6 que ontem... também não entrou. Não temos nem o registro completo dessa partida, pois até nossa câmera parece que sofreu apagão! O que é uma lástima, já que diferentemente do senso comum que diria “um jogo para se esquecer”, acredito que seja um jogo para NUNCA se esquecer e ser usado como exemplo do que NUNCA mais podemos fazer e de tudo que ainda precisamos melhorar. É em cima de erros que precisamos trabalhar e esse jogo nos dá material de sobra para nos debruçarmos. No segundo set ainda perdemos de 14 x 9.

Após uma dura chamada de atenção, o CEPRAEA foi para a disputa de 3º lugar contra a também jovem equipe de Belford Roxo, o Unihand Beach. A tônica pedida foi atendida e cada um assumiu sua responsabilidade dentro de quadra. Com tranquilidade e firmeza vencemos os dois sets fechando pela primeira vez na série B um jogo em 2 x 0, sem espaços para mais sustos com placares de 17 x 16 e 8 x 5. Soubemos jogar após conquistar o primeiro set, deixando a obrigação do resultado para os adversários e contamos finalmente com uma atuação ótima do goleiro Cayo que vinha fazendo uma competição abaixo de seu potencial, pois o ataque novamente mostrou dificuldades, como evidencia o baixo placar.

O 3º lugar mereceu novamente comemoração, mas dessa vez ficou sensação de que poderíamos ter alcançado um melhor resultado. E como o trabalho tem sempre que ser voltado para resultados cada vez melhores, agora o CEPRAEA quer é mais!

Jogaram esta etapa:
Goleiros – Cayo e Michell

Defensores – Jonathan, Maia, BC, Antonio e Thiago
Curingas – André e Davi

Armadores esquerdos – Thiago, Wagner e Maia

Armadores direitos – Davi e BC

Pivôs – Jonathan e Thiago

domingo, 25 de abril de 2010

Terceiro Lugar de afirmação

Davi em giro no jogo contra Debret/Alcance

O CEPRAEA ficou em terceiro lugar em mais uma etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball 2010. Na rodada do mês de abril, confirmamos o resultado da primeira na qual também havíamos conquistado a terceira colocação. Os jogos serviram para demonstrar que evoluímos bastante, principalmente se analisarmos os contra-tempos que determinaram cancelamentos de treinos e ausências de peças importantes. Apesar disso, também podemos constatar que temos um imenso caminho a ser percorrido para chegar aonde desejamos.

Fico devendo mais detalhes e a inclusão dos vídeos dos jogos na galeria. O cansaço pede passagem por hoje.

Obrigada a todos que foram nos prestigiar e aos que nos deram suporte, especialmente as "namoradas". =)

Parabéns aos atletas por mais essa conquista.

sábado, 24 de abril de 2010

Quais são os seus motivos?

Domingo será dia de etapa. Poderia ser um domingo qualquer, mas é domingo de etapa. Não quero dizer a vocês que isso significa ser importante por A mais B. Não quero argumentar os meus motivos para que domingo seja um dia importante. Porque os meus motivos fazem de domingo um dia importante para mim, mas talvez não para vocês. Eu venho invocar em vocês os SEUS motivos para que domingo seja um dia importante.

O que faz você deslocar-se por 1 hora ou mais para chegar à praia de Copacabana e mais outra pra voltar? O que faz que você queira suar por 2 horas, muitas vezes até mais? O que faz você ter que armar e desarmar aquela quadra todo treino gastando mais 1 hora do seu dia? Só para depois correr, saltar, girar, arremessar, se espatifar na areia, engolir areia, entrar areia no seu olho, comer areia, respirar areia? O que faz você ouvir alguém falar, falar, gritar, gritar, reclamar, reclamar, “faz de novo”, “não está bom”, “dá pra ser melhor”? Para sentir seu corpo doído, pesado, cansado a cada final de treino? O que faz você argumentar com seus pais que dá pra treinar gripado na chuva, sim? Que dá pra treinar com o tornozelo, o joelho, a coxa e o braço doendo, sim? Que a festa de aniversário da sua vó, da sua prima, do seu tio, do seu irmão podem esperar mais um pouquinho para cantar parabéns porque você já tá chegando atrasado do treino mais uma vez? O que faz você arrastar a namorada pro treino ao invés de ficar com ela em casa? O que faz você, de livre e espontânea vontade, treinar até às 21 horas de sexta-feira?!? Chegar em casa às 22:30?!? O que faz você querer treinar domingo à tarde debaixo de sol? O que faz você acordar cedo no domingo para disputar um campeonato? O que faz você pisar em areia fervendo e jogar sob sol escaldante?

Que sensações tudo isso desperta em você? Qual o prazer que existe em tudo isso?

O que você responderia a alguém que te fizesse essas perguntas? Definitivamente essa pessoa não entende. Mas você entende. Você sabe porque faz tudo isso. Talvez você não saiba explicar com palavras, mas você sente, você sabe porque quer fazer tudo isso. Você tem seus motivos. É com eles que você vai dormir hoje e acordar amanhã cedo. São eles que vão entrar em quadra com você amanhã. São eles que vão fazer você dar o melhor de si. Correr, saltar, girar, arremessar, bloquear, VIBRAR...

Foi a força dos seus motivos que te trouxe até aqui. Amanhã é dia de eles te levarem além!

Um abraço a todos e até amanhã.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Com as roupas e as armas de Jorge

A preparação do CEPRAEA para a segunda etapa do Circuito Carioca de Beach Handball enfrentou os mesmos percalços que todas as demais equipes. Primeiro devido ao "dilúvio" que caiu na semana posterior à Páscoa e depois pela ressaca que veio de brinde.

Todavia, buscando acertar os últimos detalhes, essa semana de feriado está sendo de trabalho duro e hoje, apesar do evento na praia de Botafogo que simplesmente impediu qualquer circulação da zona norte para zona sul, não deixamos de treinar. A ida demorou uma hora e meia e o treino marcado para as 15h teve início às 16:45. Já no retorno, para chegar em casa tivemos que dar a volta pela Barra da Tijuca!! Pergunta-se agora quem foi o infeliz que autorizou uma interdição de vias importantíssimas da cidade e por tantas horas??

Pra voltarmos a falar de Beach Hand, amanhã o trabalho prossegue às 18:30 buscando principalmente adaptar o time aos desfalques importantes do goleiro Cayo, do pivô Ítalo e do armador esquerdo Russo. Ítalo ainda não tem substituto definido, enquanto Wagner estreia no time na armação esquerda e para o gol, Michell será o substituto por ter mostrado bom aproveitamento em amistoso. Vale destacar o compromisso com a equipe do nosso camisa 6 que se prontificou a desempenhar a função com extrema dedicação. E já que estamos falando de Michell, aproveito para anunciar que o próximo perfil será dele. Isso porque o rapaz tatuou no braço uma fotografia de Beach Handball!!! A conferir o resultado no próximo post.

Sexta, no feriado de São Jorge, teremos mais treino às 15h para encarar o sol e evitar qualquer problema de adaptação ao calor e à areia fervendo. Faremos os últimos ajustes táticos para a etapa da série B que acontece nesse domingo, dia 25/04, com o CEPRAEA entrando em quadra às 9:30 da manhã no primeiro jogo da competição no posto 4 de Copacabana para enfrentar a equipe Ferreira Viana, pelo grupo B que tem como terceiro integrante o time Unihandbeach, segundo lugar na etapa anterior.


Vamos trabalhar com as bençãos, as roupas e as armas do Santo Guerreiro!



"Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
para me fazerem mal"

(Jorge da Capadócia - Jorge Ben Jor)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sai, Uruca!

O goleiro Cayo foi o destaque do time

Pode chamar de uruca, zica, macumba, má sorte, azar. Pode chamar do que quiser! Mas ontem os atletas CEPRAEA sepultaram de vez a fase de incidentes e obstáculos que vinham enfrentando.

Depois de diversas lesões (André, Orelha, Russo, Alex) "bizarras", o time entrou ontem desfalcado do armador esquerdo Maia por conta de febre alta que enfrentou durante toda a madrugada de sábado para domingo e persistiu no próprio dia da etapa, o impedindo de participar da estreia da equipe no Circuito Carioca 2010.

A despeito da "maré de azar", o CEPRAEA entrou em quadra na 1ª etapa do circuito com Cayo no gol; BC, Antonio, Jonathan (Ítalo) e Michell na defesa; André, Davi, Russo, BC e Ítalo (Jonathan) no ataque. Na fase de grupos nossa equipe enfrentou o time de Três Rios no primeiro jogo e venceu na disputa de Um contra o Goleiro por 5 x 4, após empate em 1 a 1 em sets, parciais de 9 x 15 e 12 x 4.

No segundo jogo, enfrentamos o Nasa. O primeiro set foi de arrancar os cabelos (7 x 8)! Faltando pouco tempo para o final, desperdiçamos tiro de 6 metros (pênalti, para os leigos) após a arbitragem apontar que nosso jogador Davi tinha mexido na linha da área no momento da cobrança. Os adversários fizeram um gol valendo 1 ponto. No contra-ataque encostamos com gol de giro do Davi. Faltando segundos, conseguimos recuperar a posse de bola e o apito de término veio quando BC, direto da defesa, já armava o giro, que terminou em gol que seria de 2 pontos e nos daria a vitória no set, mas não foi válido pelo estouro dos 10 minutos de jogo. No segundo set vencemos por 13 x 6. Na disputa de um contra o goleiro, perdemos por 3 x 8.

Os dois primeiros jogos resultavam no seguinte quadro: jogávamos mal o primeiro set e muito bem o segundo; na disputa de um contra o goleiro em que sempre fomos fortes, estávamos mal; nossa defesa estava muito bem, com destaque para o goleiro Cayo. Como o terceiro jogo do grupo entre Nasa e Três Rios também foi para disputa de um contra o goleiro e terminou com vitória de Três Rios, ficamos em 1º do grupo pelo saldo de pontos.

Na semi-final enfrentamos a equipe do Unihandbeach em jogo quente! O primeiro set perdemos por apenas 1 gol de diferença, 9 x 10. Panorama do jogo: enquanto nossos adversários desperdiçaram muitos tiros de 6 metros apontados pela arbitragem, nosso time fazia pontos de 1 em 1 por ter seus giros considerados com menos de 360° e aéreas como não existentes.

Com o sentimento de que tínhamos chance de ir à final, fomos para a disputa de 3º com tudo em busca na nossa melhor classificação em etapas até aqui. Invertendo a lógica da fase de grupos fizemos um excelente primeiro set vencendo por 16 x 7, mas o segundo set não foi suficiente e perdemos por 9 x 12. Novamente fomos para disputa de um contra goleiro e dessa vez, todos muito concentrados para não cometer os erros apontados pela arbitragem anteriormente e tampouco errar o alvo. Fomos IMPECÁVEIS: 8 x 5 e BC nem precisou bater!

CEPRAEA 3º lugar na série B!!! Festa para nossa equipe jovem e guerreira! Temos muito o que melhorar e isso é ótimo! Se chegamos até aqui com erros, imagina o que poderemos fazer com menos deles!

Ao final do jogo, após cumprimentar adversários e árbitros, comemorar com a torcida "empolgadíssima", fomos todos tomar um banho de sal no mar de Copacabana com uniforme e tudo para garantir que a uruca saiu, por bem ou por força maior.

Sai, uruca!

quarta-feira, 24 de março de 2010

CEPRAEA joga no Domingo

Em virtude de várias fusões de equipes rankeadas em posições acima, o CEPRAEA inicia sua caminhada no Circuito Carioca de 2010 na série B e, portanto, jogará neste domingo dia 28/03. A competição tem início às 9:30 no posto 4 de Copacabana.

Nossa equipe faz o primeiro jogo contra o time de Três Rios. O outro integrante do grupo B é a equipe Nasa. No grupo A ficaram Ferreira Vianna, Bandeirantes e Unihandbeach.

Como previsto, a série B parece bastante equilibrada com times de grande competitividade e confrontos muito interessantes, demandando muita dedicação em quadra de qualquer uma das equipes para conseguir subir à série A.