Mostrando postagens com marcador Antonio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antonio. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de setembro de 2011

"Eles merecem! Eles merecem!" E nós também.

Três Rios, CEPRAEA e Arena na Copa Amigos da Areia

Na etapa de agosto do ano passado, a equipe de Três Rios comemorou muito a subida à série A. No mês da etapa seguinte, no entanto, houve a invasão do complexo de favelas do Morro do Alemão no Rio de Janeiro e, diante da incerteza quanto à segurança na cidade, foi cogitada a hipótese de ser adiada a disputa da sexta e última etapa do Circuito Carioca de Beach Handball do ano de 2010. Entretanto, a FHERJ considerou que havia segurança suficiente para a realização da competição, ainda que diversas equipes tenham pedido bom senso aos direigentes, pois havia ainda certa desconfiança no ar. Nesse cenário, a equipe de Três Rios não sentiu-se segura para ir à "cidade maravilhosa". Sem zelar pelo bom senso, a Federação de Handebol do Rio de Janeiro acabou por realizar a última etapa de 2010 e, consequentemente, obrigou à equipe de Três Rios a ficar de fora da tão sonhada disputa da série A, visto que fazia imenso sentido não vir ao Rio de Janeiro na situação de insegurança em que a cidade se encontrava.

Tenho certeza que foi uma imensa decepção ter que abandonar a disputa da série A dessa maneira. Toda a luta para chegarem aonde chegaram e no momento de desfrutar a conquista, impedidos. Frustrante, revoltante, decepcionante. A equipe de Três Rios, contudo, não desistiu e retornou no ano de 2011 para disputar o Circuito Carioca. Porém outro problema afligia o time: falta de espaço para treino. O HTR (Handebol Três Rios) como pôde foi para a disputa, mas enfrentou grandes dificuldades e acabou descendo à série C e, lá estando, amargou um último lugar.

Quando tudo parecia muito complicado, o jogo começou a virar. Modificando a filosofia de trabalho para empregar mais seriedade ao trabalho, o time de Três Rios foi buscar apoio e forças. Na etapa de agosto do Circuito Carioca as nuvens negras começaram a se dissipar e o HTR venceu a série C e ganhou o direito de disputar em setembro a série B. Lugar mais que merecido. Pelo trabalho, pela dedicação de seu técnico Bruno Verly e de seus atletas e por uma questão de justiça, ainda que tardia, pelo episódio do Circuito Carioca do ano anterior.

Para dar mais alento à equipe trerriense, hoje, 03/09/2011 foi inaugurada na Av. Beira Rio da cidade de Três Rios a nova quadra de areia para a prática do Beach Handball com a Copa Amigos da Areia que contou com a participação da equipe local, do CEPRAEA e do Arena (atual campeã brasileira). A Copa foi disputada em clima de amizade e teve como campeão o CEPRAEA após perder o primeiro jogo por 2x1 para Três Rios e em seguida vencer o Arena por 2x0. Destaque para a bela atuação de Cayus na defesa, para a eficiência de Jonathan como pivô e, novamente, do goleiro Cayo que andou fechando a porta para os adversários.

Mais importante que vencer a competição foi dar experiência aos novatos de nossa equipe, ritmo aos que estão retornando aos treinamentos, testar possibilidades táticas, descobrir que temos potencial para sairmos em breve da série C e, mais importante, dar apoio ao trabalho dos colegas do HTR.

Parabéns ao Handebol Três Rios pela organização muito bem feita da Copa, pela nova quadra, pela vaga na série B e pelo trabalho sério desenvolvido. Vocês merecem!!


Jogaram pelo CEPRAEA:
1 - Cayo
3 - BC
5 - Cayus
7 - Jonathan
8 - Felipe
9 - Alex
11 - Antonio
77 - Michell

Parabéns aos atletas pela vitória!


domingo, 28 de agosto de 2011

Continue a nadar

Este texto pós etapa poderia ter diversos temas centrais. Assim, ao invés de apenas um, procurarei fazer diversos posts para contemplar cada um dos pontos interessantes da 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C - que aconteceu ontem, sábado, 27/06/2011. Tratarei dos resultados e desempenhos das equipes na competição em si. Escreverei sobre os acertos (sim! acertos!) da arbitragem. Sobre a estreia de Felipe Pereira e as voltas de Davi e Cayo, este último de forma brilhante. Sobre a merecida volta da equipe de Três Rios à série B e o ponto positivo de se ter mais equipes disputando o campeonato. Sobre a dificuldade de ter encontro marcado todo mês com os próprios defeitos.

Começo, portanto, com um resumo de como se deram as disputas da série C. Num dia nublado, de temperatura agradável, a série que é o primeiro degrau para quem quer chegar ao topo, estava divida em dois grupos: A - equipes da capital; B - equipes de outras cidades. No primeiro grupo, enfrentaram-se CEPRAEA, Nasa e Ferreira Viana. No segundo, Paty, Itaguaí, Três Rios e Macaé. Verdade seja dita: o grupo do "interior" apresentou handebol de nível mais alto desde a fase de grupos, a partir da qual se classificaram CEPRAEA e Nasa do grupo A e Três Rios e Macaé do grupo B.

Nos coube enfrentar Macaé na semifinal. Perigosa, vibrante e entrosada, a equipe da "Cidade do Petróleo" nos deu trabalho e precisamos ir para a disputa de um contra o goleiro para passar à final. A expulsão de Wagner, depois de 2 exclusões, pesou na performance do nosso time. O placar foi apertado e, devemos admitir, poderíamos ter apresentado melhor desempenho durante a partida para evitar a decisão no shoot out. Não foi da forma ideal, mas passamos à final.

Diante da equipe de Três Rios, sabíamos que precisávamos melhorar em relação à partida anterior. Nosso adversário sempre se apresentou como um obstáculo complicado de ser ultrapassado na história dos confrontos e vinha apresentando bom handebol desde o início dessa 4ª etapa.

A final começou em ritmo lento para ambos os ataques e o primeiro set foi fechado em 12 x 07 a nosso favor. No intervalo, nosso pivô Ítalo, que se apresentou mais uma vez muito bem, alertou: "Os dois times entraram com pouca força de ataque! O placar foi baixo... Ainda não acabou! Precisamos melhorar!"

Os ataques melhoraram: 17 x 17. Mas a análise preliminar que faço é: poderia ser melhor. Seja devido ao cansaço, seja nervosismo, seja apatia, seja por "força do cosmo" ou qualquer outro motivo que precisa ser melhor investigado, nosso saldo poderia, devia e TINHA que ter sido melhor. Não foi. O empate levou o jogo para o gol de ouro e, ao perdermos a nova saída de bola, nos vimos dependentes de mais um milagre do nosso goleiro Cayo que, apesar do dia espetacular, não conseguiu evitar o gol do melhor chutador do time adversário para encerrar o set.

No um contra o goleiro, tivemos desempenho decepcionante e perdemos nada menos que os 3 primeiros arremessos. É pedir demais pra "São Cayo". Nosso goleiro ainda salvou a equipe defendendo um chute simples e permitindo a batida de mais um arremesso do CEPRAEA com Jonathan. Porém, na segunda tentativa para fechar o jogo, o central Bruno Verly arremessou no canto esquerdo. Cayo ainda tocou na bola, mas não foi suficiente para evitar a derrota.

Três Rios retornam à série B. CEPRAEA tem pelo menos mais uma série C pra disputar no próximo mês. Não apresentamos tudo o que poderíamos. E isso é frustrante. Mas diante do que vejo nos treinos, sei que estamos à beira de um salto de desempenho, com destaque para as recentes melhoras de Alex e Antonio, que voltaram a evoluir; para o desempenho de BC que parece ter voltado a ser o BC; para o retorno do nosso canhoto e líder Davi; para a chegada de Felipe Pereira que promete ser peça muito importante em breve; para a volta do goleiro Cayo de forma segura e fundamental para garantir nossa defesa.

Se tivéssemos vencido, continuaríamos trabalhando. Perdendo, continuaremos trabalhando. Fica a dica da personagem Dory do filme "Procurando Nemo": Continue a nadar, pra achar a solução. No escuro da série C, continuaremos a nadar pra achar a solução.

Novas perspectivas se abriram! Gente nova chegando, gente antiga voltando. Vamos acertar os ponteiros, colocar todo mundo no mesmo ritmo e chegaremos mais fortes!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mar revolto, céu nublado, clima frio. E o dia foi LINDO!

Dyego é símbolo da melhora do CEPRAEA: nítida evolução.

No último domingo, 29/05, foi realizada na praia de Copacabana, posto 4, a 1ª etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball, organizado pela Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro (FHERJ). O mar de ressaca foi a estrela da vez e pegou de surpresa os desavisados, inundando as quadras diversas vezes e encharcando tudo que estava pela frente. Mas o dia frio e nublado, perfeito para nós do CEPRAEA, reservava ainda mais surpresas. Seria a primeira vez que nossa equipe iria chegar a uma final de série B.

Um mês após uma qualificatória (qualifying) abaixo das próprias expectativas, o CEPRAEA correu atrás do prejuízo, concentrou esforços para atingir o nível de desempenho esperado pelo próprios membros e mostrou que a temporada começou de verdade agora. Os treinamentos, que acontecem regularmente 3 vezes por semana, foram planejados com cuidado para corrigir os equívocos e as lacunas que se tornaram aparentes com os jogos do dia 1º de maio. Contando com o compromisso e empenho de todos os atletas, que treinaram em regime de exceção de horário, o resultado não poderia ser outro: PELA PRIMEIRA VEZ 2º LUGAR!

De forma inédita, a equipe venceu a semifinal e pôde disputar uma vaga na série A contra o experiente time Rio em forma olímpico. Após um primeiro set em que o goleiro adversário, Fabiano, mais parecia uma muralha, conseguimos corrigir erros e melhorar na segunda etapa da partida. Ainda sim, não conseguimos parar o ataque do Rio em forma que mostrou uma combinação implacável de estatura, impulsão, precisão, variação e experiência. Contudo, o ataque do CEPRAEA entrou em ação e conseguiu equilibrar as ações fazendo o set terminar em 19 x 21.

Ainda que tenhamos perdido o jogo e não alcançado a vaga na série A, algo nos pareceu claro: quando trabalhamos sério, com planejamento e compromisso, convertemos potencial em resultado. Fizemos a final da série B pela primeira vez e pela primeira vez vimos a série A aparecer claramente no horizonte. Digno de comemoração!

Vamos com ainda mais força para a 2ª etapa!! O trabalho duro segue!

Jogaram a 1ª etapa:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Wagner
6 - Michell (curinga)
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
16 - Ítalo
17 - Renato

Vídeos da etapa disponíveis no Canal CEPRAEA (para ver) no Youtube e na seção Vídeos do blog (para baixar).Link

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Experiente... mas nem tanto, hein!

Antonio com troféu e medalha da 4ª etapa do Circuito Carioca 2010 - série C


O CEPRAEA viajou ontem para se juntar ao grupo do Rio Handbeach em Vila Velha, para buscar uma vaga nas finais do Brasileiro de 2010/2011. Representam nossa equipe nessa parceria os atletas Ítalo, Michell, BC e Antonio que nos manterão informados sobre os resultados da competição.

A equipe CEPRAEA é jovem em sua própria criação e também na sua composição. Criada há apenas 2 anos, o time tem como característica jovens atletas, normalmente sem experiência competitiva. A juventude que nos garante muita disposição, em alguns momentos pode prejudicar por implicar falta de experiência. A faixa etária atualmente varia de 18 a 24 anos. Isso mesmo! Nosso atleta mais experiente tem apenas 24 anos, apesar de muitos darem mais idade para nosso camisa 11, Antonio (Não podia deixar de implicar um pouco, Tony hehehe). Além de ser o mais velho do time, é também um dos úicos que já jogou em outras equipes de Beach Handball e participou de Circuitos Brasileiros da modalidade. Por esse motivo, foi escolhido dessa vez para se apresentar no perfil do blog.

Nome: Antonio Ramos Ferreira Silva Junior
Apelido: Tony
Idade: 24
Nº da camisa: 11

Quando e por que começou a jogar Beach Hand?
Em 2006, no segundo grau. Amigos meus, alunos do E.T.E. Ferreira Viana, onde eu estudava, jogavam sempre e por isso comecei a treinar com eles.

De quantos brasileiros já participou? Em que anos? Por quais equipes?
Dois. Em 2006 pelo Ferreira Viana. Em 2007, pelo Ferreira Viana com uma união de atletas do Nasa. Em ambos só disputando o zonal carioca.

Quais as reais expectativas para esse brasileiro 2010/2011?
Primeiramente, conseguir a vaga para a fase final. Acredito que a equipe esteja em condições de estar entre as três primeiras também nas finais.

Como entrou para o CEPRAEA?
Por convite da técnica, que também é minha amiga pessoal. Apoiei a idéia quando o CEPRAEA estava sendo criado, mesmo jogando em outras equipes, tentando ajudar fora de quadra. Em 2010, comecei a treinar e jogar pelo CEPRAEA.

Beach Hand é bom porque... é na praia, só isso já diz tudo. Também porque é bem dinâmico, além de ser muito bom de ver e jogar.

Beach Hand é ruim porque... não vejo pontos negativos na modalidade, só mesmo a dificuldade que temos pra conseguir manter as equipes.

Qual seu ídolo esportivo? Por quê?
Não tenho uma referencia esportiva única. Em cada modalidade (natação, futebol, vôlei) vejo atletas que me inspiram. Se tiver que citar um, diria o Giba do vôlei. Todo aquele grupo do vôlei, principalmente pela amizade que passam.

Qual seu ídolo? Por quê?
Se pudermos considerar ídolos as pessoas que admiramos muito, diria que meus ídolos são minha família e meus amigos.

O que faz fora das quadras para melhorar como atleta?
Além de malhar, gosto muito de "respirar" beach handball pra entender melhor a modalidade: ler, participar, ver vídeos, acompanhar as demais etapas, etc.

O que faz fora o Beach Hand?
Trabalho como bancário e faço faculdade de Estatística na UERJ.

Outro esporte fora o handebol?
Eu gosto muito de esporte, todos eles! Já nadei, joguei futsal, vôlei, basquete. Mas atualmente só pratico o beach mesmo.

Nas horas vagas o que mais gosta de fazer?
Estar com os amigos, bater papo.

3 Filmes preferidos:
dificil escolher... mas entre os preferidos posso citar “Avatar”, “O Poderoso Chefão”, “11 Homens e um Segredo”.

3 Livros preferidos:
gosto de toda a série de Harry Potter e do Senhor do Anéis.

3 músicas:
“Exagerado” - Cazuza; “Nosso Xote” - Bicho de Pé; “País Tropical” - Jorge Benjor; “Tempos Modernos” - Lulu Santos (ih eram só três?!?!?!)

Comida:
Trakinas de morango, comida Australiana e especialmente comida caseira.

Para me agradar chegue com... um bom programa para o final de semana.
Me irrito com... intrigas.
Não posso viver sem... amigos
Daqui a 5 anos eu pretendo estar... fazendo um mochilão pela América Latina.

Uma história engraçada da infância ou adolescência (conte com detalhes. Faça-nos rir):
Não sou muito engraçado em contar histórias, mas na minha época de escola eu tinha uma amiga que por algum “problema” adorava me arranhar, ficar me batendo quando se irritava e essas coisas de adolescentes. Um dia ela começou a passar a mão nos pelos da minha batata da perna e eu achei que não fosse nada de mais, mas quando me dei conta ela tinha enrolado os pelos, feito um nó e saiu puxando um tufo enorme de pelos. Ela achou que não teria como revidar porque ela não tinha pelos na perna. A solução foi arrancar um tufo de cabelo do alto da testa dela que ficou com um buraco por um bom tempo! Nunca mais ficou dando as crises de adolescente. (risos)

2 pontos que você considera mais forte em você como jogador de beach:
Atenção e Determinação.

2 pontos que você acha que precisa melhorar como jogador de beach:
Basicamente o condicionamento físico, e ainda preciso melhorar bastante a parte técnica.

2 qualidades suas como pessoa:
Companheirismo e Discrição

2 pontos que você acha que precisa melhorar como pessoa:
Dedicar mais tempo para resolver projetos pessoais. E os ciúmes também.

Uma frase: TUDO NA VIDA TEM SEU TEMPO. CADA COISA, SUA OCASIÃO.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Agora é TUDO ou NADA

Atletas CEPRAEA na etapa carioca do Brasileiro 2010/2011


Unidos desde a etapa carioca, CEPRAEA e Rio Handbeach finalizaram essa semana a preparação para a disputa da etapa de qualificação para as finais do Circuito Brasileiro de Beach Handball em Vila Velha, ES. O qualifying é a última chance para as equipes que desejam disputar o título de campeão brasileiro da temporada 2010/2011 e ocorre a partir do dia 18/01, próxima terça-feira. A equipe vencedora dessa etapa classificatória entra imediatamente na disputa das finais que acontecerão na mesma localidade a partir do dia 20/01, quinta-feira.

A junção de CEPRAEA e Rio Handbeach que visava conjugar a juventude de um e a experiência de outro, mostrou-se produtiva já no primeiro teste competitivo, alcançando a 3ª colocação na etapa do Rio de Janeiro do Circuito Brasileiro, na qual os ateltas representantes do CEPRAEA foram Antonio, Ítalo, Cayo e Michell. Em Campinas, na etapa de São Paulo da competição, novamente a parceria mostrou competência chegando em segundo lugar. Dessa vez estiveram presentes pelo CEPRAEA Ítalo, BC e Michell. Entretanto, ambas posições não foram suficientes para classificar a equipe para as finais do Brasileiro. É em busca dessa vaga que os atletas BC, Antonio, Michell e Ítalo embarcam no próximo domingo unidos aos atletas do Rio Handbeach.

É hora de dar tudo de si. Se não for agora, só ano que vem!
Se no Rio fomos 3º e em São Paulo chegamos em 2º, chegou a vez de sairmos vencedores e entrarmos extremamente motivados para a etapa final!!

Boa sorte à equipe Rio Handbeach/ CEPRAEA!!

Estaremos acompanhando e torcendo. Até breve!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

"Ih! Deu cãimbra!"

"Ih!! Deu cãimbra!"


Cãimbra. Atleta CEPRAEA sabe bem o que é isso. Infelizmente. Se não é porque sentiu, é porque já viu algum companheiro ter que parar um pouco porque... "Ih! Deu Cãimbra!" BC e Davi costumam ter no abdômem, Antônio e Cayo na panturrilha. E haja alongamento para melhorar!

Para esclarecer um pouco mais sobre o assunto, reproduzo aqui matéria do Portal da Educação Física.


Cãimbra, conheça as causas e os alimentos que ajudam a evitá-las

Fonte O2 por Minuto

Muito bem conhecida pelos atletas, a cãimbra é uma sensação inconfundível. Corredores tanto amadores quanto profissionais são obrigados a conviver com este incômodo, que é classificado como um dos piores inimigos durante competições e que é responsável por muitas desistências.

A cãimbra é uma contração parcialmente involuntária dos músculos que ocorre em função do desequilíbrio hidroeletrolítico da área onde a dor aparece, ou seja, quando sentimos cãimbra, nosso organismo está dando sinais de que é preciso repor água e sais minerais, como potássio e sódio, nesta região”, explica Raul Santos de Oliveira, médico do esporte.

Além disso, outros motivos podem causar o famoso desconforto, como exercício extenuante e uso de determinados medicamentos, por exemplo, os diuréticos [vale lembrar que Coca-cola, energéticos, café e álcool são diuréticos], hipotensores e broncodilatadores, que fazem o corpo perder uma quantidade significativa de minerais.

DIETA ALIMENTAR CORRETA!
A ausência de alguns sais minerais podem ser um dos principais causadores da cãimbra, já que o corpo necessita de cálcio, sódio, potássio e até de vitaminas do complexo B, nutrientes perdidos durante a prática de exercícios físicos.

Sendo assim, alguns alimentos são imprescindíveis em uma dieta alimentar para diminuir a presença desta dor em treinamentos e competições. “Para acabar com esse problema, é necessário ingerir mais alimentos que contenham nutrientes essenciais para corrida, porém, também é recomendada uma avaliação dietética para saber qual nutriente esta carente na alimentação”, afirma Maria Gabriela Goulart, nutricionista.

Contudo, há outros causadores das cãimbras. A falta de hidratação é um dos principais motivos desse problema, exigindo mais água no organismo. “A água é de extrema importância para agir contra as cãimbra, já que altera a diluição sanguínea e interfere diretamente no desequilíbrio hidroeletrolítico”, explica Maria Gabriela.

Porém, se a cãimbra ainda aparecer durante suas passadas, Santos explica o que deve ser feito neste momento de dor. “A melhor forma amenizar o problema seria alongar a área na hora da contração. Esta prática estimula a circulação local e promove a irrigação dos vasos e por consequência a reposição dos nutrientes perdidos, acabando com a dor em poucos segundos”, sugere.

Massagear a área, esfregando o músculo afetado também pode ser uma boa opção. O descanso é importante na recuperação da dor, por isso, quando sentir a cãimbra, é importante que o atleta não force os músculos, reponha os nutrientes perdidos e relaxe.


ALIMENTOS INDISPENSÁVEIS PARA PREVENIR E AGIR CONTRA CÃIMBRA
:: Abacate
:: Agrião
:: Água de coco
:: Alho
:: Ameixa seca
:: Banana
:: Beterraba
:: Brócolis
:: Carne vermelha
:: Couve
:: Espinafre
:: Farelo de aveia
:: Farelo de trigo
:: Feijão de soja
:: Feijão preto e branco
:: Frutos do mar (ostra, mexilhão, polvo)
:: Frutos oleaginosos (amêndoa, amendoim, nozes, avelã, pistache, castanha de caju, castanha do Pará)
:: Grão de bico
:: Melancia
:: Melão
:: Pinhão
:: Quiabo
:: Salmão
:: Semente de abóbora
:: Suco de laranja
:: Tomate
:: Truta
:: Tubérculos (batatas inglesa e doce, aipim ou mandioca, batata cará, inhame)

Por Maurício Belfante
em 31/08/2010
retirado de http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=9500

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sai, Uruca!

O goleiro Cayo foi o destaque do time

Pode chamar de uruca, zica, macumba, má sorte, azar. Pode chamar do que quiser! Mas ontem os atletas CEPRAEA sepultaram de vez a fase de incidentes e obstáculos que vinham enfrentando.

Depois de diversas lesões (André, Orelha, Russo, Alex) "bizarras", o time entrou ontem desfalcado do armador esquerdo Maia por conta de febre alta que enfrentou durante toda a madrugada de sábado para domingo e persistiu no próprio dia da etapa, o impedindo de participar da estreia da equipe no Circuito Carioca 2010.

A despeito da "maré de azar", o CEPRAEA entrou em quadra na 1ª etapa do circuito com Cayo no gol; BC, Antonio, Jonathan (Ítalo) e Michell na defesa; André, Davi, Russo, BC e Ítalo (Jonathan) no ataque. Na fase de grupos nossa equipe enfrentou o time de Três Rios no primeiro jogo e venceu na disputa de Um contra o Goleiro por 5 x 4, após empate em 1 a 1 em sets, parciais de 9 x 15 e 12 x 4.

No segundo jogo, enfrentamos o Nasa. O primeiro set foi de arrancar os cabelos (7 x 8)! Faltando pouco tempo para o final, desperdiçamos tiro de 6 metros (pênalti, para os leigos) após a arbitragem apontar que nosso jogador Davi tinha mexido na linha da área no momento da cobrança. Os adversários fizeram um gol valendo 1 ponto. No contra-ataque encostamos com gol de giro do Davi. Faltando segundos, conseguimos recuperar a posse de bola e o apito de término veio quando BC, direto da defesa, já armava o giro, que terminou em gol que seria de 2 pontos e nos daria a vitória no set, mas não foi válido pelo estouro dos 10 minutos de jogo. No segundo set vencemos por 13 x 6. Na disputa de um contra o goleiro, perdemos por 3 x 8.

Os dois primeiros jogos resultavam no seguinte quadro: jogávamos mal o primeiro set e muito bem o segundo; na disputa de um contra o goleiro em que sempre fomos fortes, estávamos mal; nossa defesa estava muito bem, com destaque para o goleiro Cayo. Como o terceiro jogo do grupo entre Nasa e Três Rios também foi para disputa de um contra o goleiro e terminou com vitória de Três Rios, ficamos em 1º do grupo pelo saldo de pontos.

Na semi-final enfrentamos a equipe do Unihandbeach em jogo quente! O primeiro set perdemos por apenas 1 gol de diferença, 9 x 10. Panorama do jogo: enquanto nossos adversários desperdiçaram muitos tiros de 6 metros apontados pela arbitragem, nosso time fazia pontos de 1 em 1 por ter seus giros considerados com menos de 360° e aéreas como não existentes.

Com o sentimento de que tínhamos chance de ir à final, fomos para a disputa de 3º com tudo em busca na nossa melhor classificação em etapas até aqui. Invertendo a lógica da fase de grupos fizemos um excelente primeiro set vencendo por 16 x 7, mas o segundo set não foi suficiente e perdemos por 9 x 12. Novamente fomos para disputa de um contra goleiro e dessa vez, todos muito concentrados para não cometer os erros apontados pela arbitragem anteriormente e tampouco errar o alvo. Fomos IMPECÁVEIS: 8 x 5 e BC nem precisou bater!

CEPRAEA 3º lugar na série B!!! Festa para nossa equipe jovem e guerreira! Temos muito o que melhorar e isso é ótimo! Se chegamos até aqui com erros, imagina o que poderemos fazer com menos deles!

Ao final do jogo, após cumprimentar adversários e árbitros, comemorar com a torcida "empolgadíssima", fomos todos tomar um banho de sal no mar de Copacabana com uniforme e tudo para garantir que a uruca saiu, por bem ou por força maior.

Sai, uruca!

sábado, 27 de março de 2010

Oficina de Hand Beach para divulgar a modalidade

Alunos da Gama Filho e atletas do CEPRAEA vivenciando o Hand Beach

Hoje, o CEPRAEA, através de uma aula-oficina apresentou o Hand Beach para alunos da faculdade de Educação Física da Universidade Gama Filho, turma do professor Byra Bello. Auxiliaram nas demonstrações e explicações aos alunos os atletas André, Antonio, BC, Davi e Michell.

A realização da oficina condiz com as atitudes recomendáveis aos integrantes CEPRAEA de acordo com as diretrizes presentes no "Termo de compromisso" assinado por todos os componentes da equipe. Esse pensamento passa pela ideia de que é preciso desenvolver a modalidade escolhida por nós para ser praticada. Independentemente das dificuldades enfrentadas por todos - atletas, treinadores, árbitros, dirigentes - acreditamos que mostrar ao maior número de pessoas possível a novidade que é o Hand Beach, com todo seu potencial de ESPETÁCULO, é um caminho que precisa ser trilhado, pois quanto mais praticantes, quanto mais times tivermos nas competições, mais alto será o nível de disputa, maior será o interesse do público, maior será a capacidade da modalidade atrair espectadores e mídia.

A oficina do CEPRAEA divulga em meio muito fértil a nossa modalidade: futuros professores de Educação Física que, conhecendo o esporte, podem ensinar a seus alunos, assim como formar novas equipes e dirigi-las

Nesse ano vimos alguns times particpantes do Circuito Carioca se unirem para ganhar em poder de fogo ou para tornar possível um maior quadro de atletas. Nosso Circuito inicia 2010 com apenas 3 equipes na série C. Apesar de ser só o começo do ano, é preciso ter atenção para que o Circuito não se limite sempre às mesmas equipes e atletas (ou nem tão atletas assim). A diversidade, a entrada de novos atletas, de novas equipes, de novos treinadores, de novas formas de pensar a modalidade e de jogá-la, é importante para a sua evolução que, particularmente, acredito depender tanto da experiência dos que estão há muito tempo, quanto da novidade e o "ar fresco" dos que estão por vir.

Além disso, divulgar o Beach Hand se faz necessário pelo fato de que é muito mais fácil atrair um público espectador que conhece a modalidade, que sente-se parte dela, a entende e se entretém a acompanhando, analisando, dando palpite, vibrando. Para que haja público para um determinado esporte, é preciso que esse público o conheça bem e, de preferência, o pratique, permitindo uma identificação entre ambos. Ou por acaso alguém acompanhou com afinco o mundial de curling que aconteceu a pouco? Curling não faz parte de nossa realidade. Suas pistas geladas só existiriam por aqui articificalmente. Já as areias de Copacabana estão à nossa disposição, assim como de muitas outras praias por nossa cidade, estado e país.

Vamos espalhar o Hand Beach por aí!

Esperamos que esse tenha sido apenas o primeiro passo de uma parceria muito produtiva.