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domingo, 28 de agosto de 2011

Continue a nadar

Este texto pós etapa poderia ter diversos temas centrais. Assim, ao invés de apenas um, procurarei fazer diversos posts para contemplar cada um dos pontos interessantes da 4ª etapa do Circuito Carioca de Beach Handball - série C - que aconteceu ontem, sábado, 27/06/2011. Tratarei dos resultados e desempenhos das equipes na competição em si. Escreverei sobre os acertos (sim! acertos!) da arbitragem. Sobre a estreia de Felipe Pereira e as voltas de Davi e Cayo, este último de forma brilhante. Sobre a merecida volta da equipe de Três Rios à série B e o ponto positivo de se ter mais equipes disputando o campeonato. Sobre a dificuldade de ter encontro marcado todo mês com os próprios defeitos.

Começo, portanto, com um resumo de como se deram as disputas da série C. Num dia nublado, de temperatura agradável, a série que é o primeiro degrau para quem quer chegar ao topo, estava divida em dois grupos: A - equipes da capital; B - equipes de outras cidades. No primeiro grupo, enfrentaram-se CEPRAEA, Nasa e Ferreira Viana. No segundo, Paty, Itaguaí, Três Rios e Macaé. Verdade seja dita: o grupo do "interior" apresentou handebol de nível mais alto desde a fase de grupos, a partir da qual se classificaram CEPRAEA e Nasa do grupo A e Três Rios e Macaé do grupo B.

Nos coube enfrentar Macaé na semifinal. Perigosa, vibrante e entrosada, a equipe da "Cidade do Petróleo" nos deu trabalho e precisamos ir para a disputa de um contra o goleiro para passar à final. A expulsão de Wagner, depois de 2 exclusões, pesou na performance do nosso time. O placar foi apertado e, devemos admitir, poderíamos ter apresentado melhor desempenho durante a partida para evitar a decisão no shoot out. Não foi da forma ideal, mas passamos à final.

Diante da equipe de Três Rios, sabíamos que precisávamos melhorar em relação à partida anterior. Nosso adversário sempre se apresentou como um obstáculo complicado de ser ultrapassado na história dos confrontos e vinha apresentando bom handebol desde o início dessa 4ª etapa.

A final começou em ritmo lento para ambos os ataques e o primeiro set foi fechado em 12 x 07 a nosso favor. No intervalo, nosso pivô Ítalo, que se apresentou mais uma vez muito bem, alertou: "Os dois times entraram com pouca força de ataque! O placar foi baixo... Ainda não acabou! Precisamos melhorar!"

Os ataques melhoraram: 17 x 17. Mas a análise preliminar que faço é: poderia ser melhor. Seja devido ao cansaço, seja nervosismo, seja apatia, seja por "força do cosmo" ou qualquer outro motivo que precisa ser melhor investigado, nosso saldo poderia, devia e TINHA que ter sido melhor. Não foi. O empate levou o jogo para o gol de ouro e, ao perdermos a nova saída de bola, nos vimos dependentes de mais um milagre do nosso goleiro Cayo que, apesar do dia espetacular, não conseguiu evitar o gol do melhor chutador do time adversário para encerrar o set.

No um contra o goleiro, tivemos desempenho decepcionante e perdemos nada menos que os 3 primeiros arremessos. É pedir demais pra "São Cayo". Nosso goleiro ainda salvou a equipe defendendo um chute simples e permitindo a batida de mais um arremesso do CEPRAEA com Jonathan. Porém, na segunda tentativa para fechar o jogo, o central Bruno Verly arremessou no canto esquerdo. Cayo ainda tocou na bola, mas não foi suficiente para evitar a derrota.

Três Rios retornam à série B. CEPRAEA tem pelo menos mais uma série C pra disputar no próximo mês. Não apresentamos tudo o que poderíamos. E isso é frustrante. Mas diante do que vejo nos treinos, sei que estamos à beira de um salto de desempenho, com destaque para as recentes melhoras de Alex e Antonio, que voltaram a evoluir; para o desempenho de BC que parece ter voltado a ser o BC; para o retorno do nosso canhoto e líder Davi; para a chegada de Felipe Pereira que promete ser peça muito importante em breve; para a volta do goleiro Cayo de forma segura e fundamental para garantir nossa defesa.

Se tivéssemos vencido, continuaríamos trabalhando. Perdendo, continuaremos trabalhando. Fica a dica da personagem Dory do filme "Procurando Nemo": Continue a nadar, pra achar a solução. No escuro da série C, continuaremos a nadar pra achar a solução.

Novas perspectivas se abriram! Gente nova chegando, gente antiga voltando. Vamos acertar os ponteiros, colocar todo mundo no mesmo ritmo e chegaremos mais fortes!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mar revolto, céu nublado, clima frio. E o dia foi LINDO!

Dyego é símbolo da melhora do CEPRAEA: nítida evolução.

No último domingo, 29/05, foi realizada na praia de Copacabana, posto 4, a 1ª etapa da série B do Circuito Carioca de Beach Handball, organizado pela Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro (FHERJ). O mar de ressaca foi a estrela da vez e pegou de surpresa os desavisados, inundando as quadras diversas vezes e encharcando tudo que estava pela frente. Mas o dia frio e nublado, perfeito para nós do CEPRAEA, reservava ainda mais surpresas. Seria a primeira vez que nossa equipe iria chegar a uma final de série B.

Um mês após uma qualificatória (qualifying) abaixo das próprias expectativas, o CEPRAEA correu atrás do prejuízo, concentrou esforços para atingir o nível de desempenho esperado pelo próprios membros e mostrou que a temporada começou de verdade agora. Os treinamentos, que acontecem regularmente 3 vezes por semana, foram planejados com cuidado para corrigir os equívocos e as lacunas que se tornaram aparentes com os jogos do dia 1º de maio. Contando com o compromisso e empenho de todos os atletas, que treinaram em regime de exceção de horário, o resultado não poderia ser outro: PELA PRIMEIRA VEZ 2º LUGAR!

De forma inédita, a equipe venceu a semifinal e pôde disputar uma vaga na série A contra o experiente time Rio em forma olímpico. Após um primeiro set em que o goleiro adversário, Fabiano, mais parecia uma muralha, conseguimos corrigir erros e melhorar na segunda etapa da partida. Ainda sim, não conseguimos parar o ataque do Rio em forma que mostrou uma combinação implacável de estatura, impulsão, precisão, variação e experiência. Contudo, o ataque do CEPRAEA entrou em ação e conseguiu equilibrar as ações fazendo o set terminar em 19 x 21.

Ainda que tenhamos perdido o jogo e não alcançado a vaga na série A, algo nos pareceu claro: quando trabalhamos sério, com planejamento e compromisso, convertemos potencial em resultado. Fizemos a final da série B pela primeira vez e pela primeira vez vimos a série A aparecer claramente no horizonte. Digno de comemoração!

Vamos com ainda mais força para a 2ª etapa!! O trabalho duro segue!

Jogaram a 1ª etapa:
77 - Dyego (goleiro)
3 - BC
5 - Wagner
6 - Michell (curinga)
7 - Jonathan
8 - Daniel
11 - Antonio
16 - Ítalo
17 - Renato

Vídeos da etapa disponíveis no Canal CEPRAEA (para ver) no Youtube e na seção Vídeos do blog (para baixar).Link

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Renovação foi a palavra!

Da esquerda pra direita e de cima para baixo:
Cyru, Coelhão, Felipe, Marlon, Marcinho, Diego, Michell, Jaime, Certo, Diogo e Ítalo.
(participaram do qualifying também BC e Antonio)



O campeonato brasileiro de Beach handball 2010/11 já prometia quando começou a etapa de qualificação dois dias antes com equipes muito boas. Tanto que, das 7 equipes que estavam no qualifying, quatro, inclusive o Rio Handbeach/CEPRAEA, ficaram entre os 5 melhores da competição. No qualifying o Rio Handbeach/CEPRAEA ficou na chave B junto com os times Gremio Cief (PB), Niteroi Rugby (RJ) e Campinas beach handball (SP). Os resultados foram os seguintes:
Rio
Handbeach/CEPRAEA 2 X 1 Niteroi Rugby
Rio
Handbeach/CEPRAEA 2 x 0 Campinas Beach Handball
Rio
Handbeach/CEPRAEA 0 x 2 Gremio Cief

Assim conseguimos nossa classificação para a fase final do brasileiro.

Com os resultados de todas as etapas feitas no Brasil mais o
qualifying formaram-se dois grupos, para a tão esperada etapa final do Circuito Brasileiro de Beach Handball 2010/2011:

Chave A
São Vicente (SP)
Rio
Handbeach/CEPRAEA
Arena
Beach Handball (RJ)
COPM (PB)
HCNN (RN)

Chave B
Mongaguá (SP)
IDEC (RJ)
Grêmio Cief (PB)
Niterói Rugby (RJ)
UNIHANDBEACH/ BELFORD ROXO(RJ).

Na fase de grupos, em um jogo apertado ganhamos do
HCNN por 2 x 0 com parciais de 11x10 e 9x8. Contra o Arena, time que viria se sagrar campeão da competição, fizemos um jogo de muita garra e ganhamos de 2 x 0. No primeiro set 14x06 e no segundo 20x12. Por fim, perdemos para o COPM (PB) e também para São Vicente (SP) de 2 x 0.

Mas foi nas quartas de final que o bicho começou a pegar: Rio
Handbeach/CEPRAEA x Mongaguá. Dava pra sentir a rivalidade no ar, desde o aquecimento até a ultima batida de um contra o goleiro. Os dois times, com ótimos jogadores, proporcionaram um jogo de alto nível decidido nos detalhes e erros dos times. Após tentar duas vezes chutes valendo apenas 1 ponto, Rio Handbeach/CEPRAEA saiu vitorioso do primeiro set com a diferença de 1 gol. Já no segundo set o Rio Handbeach/CEPRAEA manteve a pegada, vibrando a cada lance ganho pela defesa e cada bola convertida no ataque. Do outro lado da quadra, Mongagúa não ficava para trás, sendo um time muito vibrante. O segundo set terminou com vitória de Mongaguá por 2 gols de diferença. No 1 contra o goleiro, o Rio Handbeach/CEPRAEA sempre demonstrou muita qualidade, tendo o experiente Cyrillo saindo bem para evitar o chute do adversário e o goleiro Jaime fazendo seu papel. Cyrillo forçou o erro de 2 jogadores e Jaime pegou uma bola. O jogo terminou nada mais, nada menos que MEIA NOITE E MEIA. Fomos para a semi-final contra o Arena.

Sabíamos que o primeiro jogo contra o Arena não iria valer de nada se não colocássemos o nosso ritmo novamente. Logo no primeiro
set mais ou menos aos 3 minutos Diogo, um dos principais jogadores do Arena foi expulso, mesmo assim os adversários conseguiram a vitória nos dois sets, em um jogo emocionante porém decepcionante para o Rio Handbeach/CEPRAEA que tinha tudo para estar na final. Dessa forma, Rio Handbeach/CEPRAEA e COPM disputaram terceiro lugar e Arena Beach Handball e Grêmio Cief, a final.

A disputa de terceiro foi a mais emocionante que participei e presenciei. No primeiro
set modificamos totalmente a forma de jogar e surpreendemos nosso adversário deixando-o confuso e caindo nos próprios erros. Nossa vibração era do tamanho da praia e nada podia nos tirar aquele set que prometemos para nós mesmos antes do jogo que seria nosso. A cada 6 metros marcados a nosso favor, gol feito, jogador excluído, gritávamos com todas as forças com um sol fortíssimo em nossas cabeças (o que resultou em dois desmaios, um no masculino e outro no feminino). O primeiro set foi finalizado com o placar de 18x08 para Rio Handbeach/CEPRAEA.
No segundo
set, os adversários pareceram entender a forma como jogávamos. Mesmo assim não recuamos, continuamos lutando até o final, porém o ataque deles foi mais produtivo e conseguindo nos superar por 16x12. Na disputa de 1 contra o goleiro, após as 5 batidas para cada time, o placar empatou em 2 x 2. Nas batidas alternadas, foram aproximadamente 30 minutos de shoot out de infindáveis arremessos!! A cada bola a emoção aumentava sendo Cyrillo o grande destaque pegando aproximadamente OITO chutes do adversário nessa disputa. Foram precisas 11 bolas para cada lado para desempatar. Muitos profissionais e jogadores experientes disseram que nunca tinham visto algo parecido. Os números finais foram 08 x 06 para o COPM.

Os 4 primeiros colocados:
Arena
Beach Handball (RJ)]
Grêmio Cief (PB)
COPM (PB)
Rio
Handbeach/CEPRAEA (RJ)

Parabéns a todos que participaram do campeonato!

A fase final do Circuito Brasileiro de
Beach Handball 2010/11 teve como característica principal a renovação, muitos jogadores disputando seu primeiro campeonato brasileiro, conseguindo boas marcas e colocações, principalmente nos times do Niterói Rugby e Unihandbeach.

Do nosso grupo, foram chamados para o
treinamento da seleção brasileira no sudeste: Marlon, Jaime e Ciryllo, jogadores que realmente fizeram a diferença principalmente nas horas decisivas.

A sensação de participar de um campeonato brasileiro é totalmente diferente de tudo que já tinha visto, a
experiência vai servir muito para ajudar companheiros de time e fazer ainda mais o esporte crescer. Agradeço a todos que proporcionaram a minha ida a esse campeonato!

Abraço a todos e vamos fazer nosso
esporte crescer mais ainda !


reportagens feitas em vila velha sobre o campeonato brasileiro de beach handball:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/01/752521-tem+gente+de+olho+nos+talentos+na+copa+nacional+de+handebol+de+areia.html

http://www.redetribuna.com.br/tribunaesporte/?p=677

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Experiente... mas nem tanto, hein!

Antonio com troféu e medalha da 4ª etapa do Circuito Carioca 2010 - série C


O CEPRAEA viajou ontem para se juntar ao grupo do Rio Handbeach em Vila Velha, para buscar uma vaga nas finais do Brasileiro de 2010/2011. Representam nossa equipe nessa parceria os atletas Ítalo, Michell, BC e Antonio que nos manterão informados sobre os resultados da competição.

A equipe CEPRAEA é jovem em sua própria criação e também na sua composição. Criada há apenas 2 anos, o time tem como característica jovens atletas, normalmente sem experiência competitiva. A juventude que nos garante muita disposição, em alguns momentos pode prejudicar por implicar falta de experiência. A faixa etária atualmente varia de 18 a 24 anos. Isso mesmo! Nosso atleta mais experiente tem apenas 24 anos, apesar de muitos darem mais idade para nosso camisa 11, Antonio (Não podia deixar de implicar um pouco, Tony hehehe). Além de ser o mais velho do time, é também um dos úicos que já jogou em outras equipes de Beach Handball e participou de Circuitos Brasileiros da modalidade. Por esse motivo, foi escolhido dessa vez para se apresentar no perfil do blog.

Nome: Antonio Ramos Ferreira Silva Junior
Apelido: Tony
Idade: 24
Nº da camisa: 11

Quando e por que começou a jogar Beach Hand?
Em 2006, no segundo grau. Amigos meus, alunos do E.T.E. Ferreira Viana, onde eu estudava, jogavam sempre e por isso comecei a treinar com eles.

De quantos brasileiros já participou? Em que anos? Por quais equipes?
Dois. Em 2006 pelo Ferreira Viana. Em 2007, pelo Ferreira Viana com uma união de atletas do Nasa. Em ambos só disputando o zonal carioca.

Quais as reais expectativas para esse brasileiro 2010/2011?
Primeiramente, conseguir a vaga para a fase final. Acredito que a equipe esteja em condições de estar entre as três primeiras também nas finais.

Como entrou para o CEPRAEA?
Por convite da técnica, que também é minha amiga pessoal. Apoiei a idéia quando o CEPRAEA estava sendo criado, mesmo jogando em outras equipes, tentando ajudar fora de quadra. Em 2010, comecei a treinar e jogar pelo CEPRAEA.

Beach Hand é bom porque... é na praia, só isso já diz tudo. Também porque é bem dinâmico, além de ser muito bom de ver e jogar.

Beach Hand é ruim porque... não vejo pontos negativos na modalidade, só mesmo a dificuldade que temos pra conseguir manter as equipes.

Qual seu ídolo esportivo? Por quê?
Não tenho uma referencia esportiva única. Em cada modalidade (natação, futebol, vôlei) vejo atletas que me inspiram. Se tiver que citar um, diria o Giba do vôlei. Todo aquele grupo do vôlei, principalmente pela amizade que passam.

Qual seu ídolo? Por quê?
Se pudermos considerar ídolos as pessoas que admiramos muito, diria que meus ídolos são minha família e meus amigos.

O que faz fora das quadras para melhorar como atleta?
Além de malhar, gosto muito de "respirar" beach handball pra entender melhor a modalidade: ler, participar, ver vídeos, acompanhar as demais etapas, etc.

O que faz fora o Beach Hand?
Trabalho como bancário e faço faculdade de Estatística na UERJ.

Outro esporte fora o handebol?
Eu gosto muito de esporte, todos eles! Já nadei, joguei futsal, vôlei, basquete. Mas atualmente só pratico o beach mesmo.

Nas horas vagas o que mais gosta de fazer?
Estar com os amigos, bater papo.

3 Filmes preferidos:
dificil escolher... mas entre os preferidos posso citar “Avatar”, “O Poderoso Chefão”, “11 Homens e um Segredo”.

3 Livros preferidos:
gosto de toda a série de Harry Potter e do Senhor do Anéis.

3 músicas:
“Exagerado” - Cazuza; “Nosso Xote” - Bicho de Pé; “País Tropical” - Jorge Benjor; “Tempos Modernos” - Lulu Santos (ih eram só três?!?!?!)

Comida:
Trakinas de morango, comida Australiana e especialmente comida caseira.

Para me agradar chegue com... um bom programa para o final de semana.
Me irrito com... intrigas.
Não posso viver sem... amigos
Daqui a 5 anos eu pretendo estar... fazendo um mochilão pela América Latina.

Uma história engraçada da infância ou adolescência (conte com detalhes. Faça-nos rir):
Não sou muito engraçado em contar histórias, mas na minha época de escola eu tinha uma amiga que por algum “problema” adorava me arranhar, ficar me batendo quando se irritava e essas coisas de adolescentes. Um dia ela começou a passar a mão nos pelos da minha batata da perna e eu achei que não fosse nada de mais, mas quando me dei conta ela tinha enrolado os pelos, feito um nó e saiu puxando um tufo enorme de pelos. Ela achou que não teria como revidar porque ela não tinha pelos na perna. A solução foi arrancar um tufo de cabelo do alto da testa dela que ficou com um buraco por um bom tempo! Nunca mais ficou dando as crises de adolescente. (risos)

2 pontos que você considera mais forte em você como jogador de beach:
Atenção e Determinação.

2 pontos que você acha que precisa melhorar como jogador de beach:
Basicamente o condicionamento físico, e ainda preciso melhorar bastante a parte técnica.

2 qualidades suas como pessoa:
Companheirismo e Discrição

2 pontos que você acha que precisa melhorar como pessoa:
Dedicar mais tempo para resolver projetos pessoais. E os ciúmes também.

Uma frase: TUDO NA VIDA TEM SEU TEMPO. CADA COISA, SUA OCASIÃO.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Agora é TUDO ou NADA

Atletas CEPRAEA na etapa carioca do Brasileiro 2010/2011


Unidos desde a etapa carioca, CEPRAEA e Rio Handbeach finalizaram essa semana a preparação para a disputa da etapa de qualificação para as finais do Circuito Brasileiro de Beach Handball em Vila Velha, ES. O qualifying é a última chance para as equipes que desejam disputar o título de campeão brasileiro da temporada 2010/2011 e ocorre a partir do dia 18/01, próxima terça-feira. A equipe vencedora dessa etapa classificatória entra imediatamente na disputa das finais que acontecerão na mesma localidade a partir do dia 20/01, quinta-feira.

A junção de CEPRAEA e Rio Handbeach que visava conjugar a juventude de um e a experiência de outro, mostrou-se produtiva já no primeiro teste competitivo, alcançando a 3ª colocação na etapa do Rio de Janeiro do Circuito Brasileiro, na qual os ateltas representantes do CEPRAEA foram Antonio, Ítalo, Cayo e Michell. Em Campinas, na etapa de São Paulo da competição, novamente a parceria mostrou competência chegando em segundo lugar. Dessa vez estiveram presentes pelo CEPRAEA Ítalo, BC e Michell. Entretanto, ambas posições não foram suficientes para classificar a equipe para as finais do Brasileiro. É em busca dessa vaga que os atletas BC, Antonio, Michell e Ítalo embarcam no próximo domingo unidos aos atletas do Rio Handbeach.

É hora de dar tudo de si. Se não for agora, só ano que vem!
Se no Rio fomos 3º e em São Paulo chegamos em 2º, chegou a vez de sairmos vencedores e entrarmos extremamente motivados para a etapa final!!

Boa sorte à equipe Rio Handbeach/ CEPRAEA!!

Estaremos acompanhando e torcendo. Até breve!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Amistosos de preparação

Davi em ação pelo CEPRAEA. O camisa 4 está de volta.

Nesse domingo, 12/09/2010, o CEPRAEA deu continuidade a sua preparação para voltar à série B com chances de disputar vaga na série A. Contra a sempre simpática e amiga equipe do Arena e contra a experiente equipe do Ferreira Viana, nosso time entrou em quadra para os amistosos com dois desfalques: BC e Ítalo.

Em compensação, uma agradável surpresa esteve presente: nosso canhotinho, Davi. Apesar do tempo sem treinar, o armador direito mostrou que jogar Beach Handball é que nem andar de bicicleta, não dá pra esquecer. Jogou bem e deixou evidente que os treinamentos físicos da Marinha serão suficientes para mantê-lo mais do que em forma. A promessa é de que volte a treinar conosco ao menos aos domingos. Para essa etapa de setembro do Circuito Carioca, é possível que ainda não consiga retornar. Fica a expectativa.

Sob forte sol e calor, a primeira partida teve como adversária a equipe Arena Beach que disputa a série A. O CEPRAEA considera de importância enorme jogar contra times de maior nível técnico. O objetivo é impôr uma exigência de desempenho acima de nossa atual capacidade. Assim, somos forçados a atuar em nível máximo de performance. Além disso, claro, sempre aprendemos com os adversários. Isso permite que cheguemos com ritmo "acelerado" às disputas contra adversários de mesmo nível técnico que o nosso, o que nos rende melhores resultados.

Jogamos o suficiente ambos os sets e conseguimos fazer um jogo equilibrado apesar de não termos nos preparado fisicamente no dia anterior e estarmos quase em estado de letargia. Num jogo com muitos erros - tanto nossos, quanto dos adversários - foi interessante observar que os treinos voltados para impulsão, para o estabelecimento de um padrão de jogo e de um maior repertório de movimentações vêm dando resultado. Na defesa, o ponto positivo foi constatar que os treinamentos para diversos tipos de marcações tiveram resultado, permitindo que o time conseguisse responder bem às diferentes formações de ataque.

No jogo contra o Ferreira Vianna, mais uma vez costatamos que o adversário possui um ótimo goleiro que sempre nos dá trabalho por conta de sua agilidade. Além disso, verificamos que nossa defesa também tem evoluído e demonstrou maior eficiência e consciência de suas ações, antecipando-se às ações adversárias, ao invés de apenas reponder a elas. Destaque para o nosso goleiro Cayo que, assim como no jogo anterior mostrou sobriedade e consistência, especialmente nas disputas de "1 contra goleiro".

Última semana antes da etapa, que para série B acontece no domingo 19/09. É hora de ajustar detalhes e reforçar padrões. Quarta e domingo têm que ser dias de treino cheio!

Até mais!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Foi mesmo dia de CEPRAEA

Comemoração do retorno à série B: alívio


No último sábado (21/08), foram realizadas simultaneamente as etapas Juvenil e da série C do Circuito Carioca de Beach Handball. Mostrando o comprometimento com a equipe, os atletas lesionados Alex e Moura acompanharam o time e ajudaram no suporte.

O CEPRAEA deveria fazer seu primeiro jogo contra a equipe de Caxias que não compareceu. O retorno à série B dependia então de duas vitórias sobre as equipes de Macaé e Nasa. O pedido para o CEPRAEA era simples: dar 100% de si o tempo todo em todas as ações. Era vencer ou vencer. Ali, na série C, não era nosso lugar.

O primeiro jogo efetivo foi contra o time de Macaé. No set inicial, apesar de pequenos deslizes no começo do jogo, mostramos que estávamos realmente focados: 18 x 6. André e Ítalo conduziram a equipe e garantiram uma boa exibição. Tivemos uma queda de rendimento de um set para o outro, talvez pela tranquilidade com que fizemos o placar do primeiro período. No entanto, a vitória por 2 sets a zero foi conquistada.

No confronto com a equipe do Nasa, o esquema dos adversários era com o curinga como pivô. Já atentos a essa configuração, fizemos a escolha de uma marcação em triângulo que funcionou bem no primeiro set e permitiu que o ataque garantisse a vitória. No segundo set houve queda de rendimento na tentativa desnecessária de variar jogadas, quando o jogo se mostrava nitidamente aberto pelo meio com curinga e pivô. Do meio do set em diante, entendemos o recado e retomamos o caminho da vitória: o meio. Contudo, a trave parecia um obstáculo a mais e colocamos 4 bolas lá. Porém no gol, tínhamos nosso goleiro Cayo em "dia de Cayo"! Defesas cara-a-cara com os adversários deram a tranquilidade que o ataque precisava e fechamos o jogo em 2x0.

Mostramos uma consistência de jogo bem maior, mas ainda pecamos muito nos erros "não forçados" (aqueles em que a falta de competência é toda nossa). Exemplos disso foram os passes errados e forçados (para companheiros marcados), erros de substituição e giros forçados nas pontas quando o jogo seguia aberto pelo meio. Também precisamos trabalhar os contra-ataques que podem ser muito melhor explorados do que foram. A ponte longa na esquerda e a curta na direita foram pouco solicitadas e, por isso, não podemos identificar se evoluimos nesses aspectos que serão fundamentais quando o meio não estiver sendo tão eficaz quanto foi dessa vez. Além disso, é preciso lembrar que a série B conta com goleiros mais experientes e eficientes. Isso faz com que nossos arremessos ainda tenham muito o que melhorar para superá-los.

Sábado foi dia de CEPRAEA nas areias de Copacabana! Agora, de volta à série B, queremos que DOMINGO seja o dia de CEPRAEA. E se mantivermos a consistência de jogo alcançada até aqui e continuarmos progredindo em outros aspectos temos tudo para fazer novamente uma boa etapa.

Dever de casa feito! Mostramos que a série C não é o nosso lugar. A sensação é de alívio.
Parabéns aos atletas pelo retorno!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Com as roupas e as armas de Jorge

A preparação do CEPRAEA para a segunda etapa do Circuito Carioca de Beach Handball enfrentou os mesmos percalços que todas as demais equipes. Primeiro devido ao "dilúvio" que caiu na semana posterior à Páscoa e depois pela ressaca que veio de brinde.

Todavia, buscando acertar os últimos detalhes, essa semana de feriado está sendo de trabalho duro e hoje, apesar do evento na praia de Botafogo que simplesmente impediu qualquer circulação da zona norte para zona sul, não deixamos de treinar. A ida demorou uma hora e meia e o treino marcado para as 15h teve início às 16:45. Já no retorno, para chegar em casa tivemos que dar a volta pela Barra da Tijuca!! Pergunta-se agora quem foi o infeliz que autorizou uma interdição de vias importantíssimas da cidade e por tantas horas??

Pra voltarmos a falar de Beach Hand, amanhã o trabalho prossegue às 18:30 buscando principalmente adaptar o time aos desfalques importantes do goleiro Cayo, do pivô Ítalo e do armador esquerdo Russo. Ítalo ainda não tem substituto definido, enquanto Wagner estreia no time na armação esquerda e para o gol, Michell será o substituto por ter mostrado bom aproveitamento em amistoso. Vale destacar o compromisso com a equipe do nosso camisa 6 que se prontificou a desempenhar a função com extrema dedicação. E já que estamos falando de Michell, aproveito para anunciar que o próximo perfil será dele. Isso porque o rapaz tatuou no braço uma fotografia de Beach Handball!!! A conferir o resultado no próximo post.

Sexta, no feriado de São Jorge, teremos mais treino às 15h para encarar o sol e evitar qualquer problema de adaptação ao calor e à areia fervendo. Faremos os últimos ajustes táticos para a etapa da série B que acontece nesse domingo, dia 25/04, com o CEPRAEA entrando em quadra às 9:30 da manhã no primeiro jogo da competição no posto 4 de Copacabana para enfrentar a equipe Ferreira Viana, pelo grupo B que tem como terceiro integrante o time Unihandbeach, segundo lugar na etapa anterior.


Vamos trabalhar com as bençãos, as roupas e as armas do Santo Guerreiro!



"Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
para me fazerem mal"

(Jorge da Capadócia - Jorge Ben Jor)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sai, Uruca!

O goleiro Cayo foi o destaque do time

Pode chamar de uruca, zica, macumba, má sorte, azar. Pode chamar do que quiser! Mas ontem os atletas CEPRAEA sepultaram de vez a fase de incidentes e obstáculos que vinham enfrentando.

Depois de diversas lesões (André, Orelha, Russo, Alex) "bizarras", o time entrou ontem desfalcado do armador esquerdo Maia por conta de febre alta que enfrentou durante toda a madrugada de sábado para domingo e persistiu no próprio dia da etapa, o impedindo de participar da estreia da equipe no Circuito Carioca 2010.

A despeito da "maré de azar", o CEPRAEA entrou em quadra na 1ª etapa do circuito com Cayo no gol; BC, Antonio, Jonathan (Ítalo) e Michell na defesa; André, Davi, Russo, BC e Ítalo (Jonathan) no ataque. Na fase de grupos nossa equipe enfrentou o time de Três Rios no primeiro jogo e venceu na disputa de Um contra o Goleiro por 5 x 4, após empate em 1 a 1 em sets, parciais de 9 x 15 e 12 x 4.

No segundo jogo, enfrentamos o Nasa. O primeiro set foi de arrancar os cabelos (7 x 8)! Faltando pouco tempo para o final, desperdiçamos tiro de 6 metros (pênalti, para os leigos) após a arbitragem apontar que nosso jogador Davi tinha mexido na linha da área no momento da cobrança. Os adversários fizeram um gol valendo 1 ponto. No contra-ataque encostamos com gol de giro do Davi. Faltando segundos, conseguimos recuperar a posse de bola e o apito de término veio quando BC, direto da defesa, já armava o giro, que terminou em gol que seria de 2 pontos e nos daria a vitória no set, mas não foi válido pelo estouro dos 10 minutos de jogo. No segundo set vencemos por 13 x 6. Na disputa de um contra o goleiro, perdemos por 3 x 8.

Os dois primeiros jogos resultavam no seguinte quadro: jogávamos mal o primeiro set e muito bem o segundo; na disputa de um contra o goleiro em que sempre fomos fortes, estávamos mal; nossa defesa estava muito bem, com destaque para o goleiro Cayo. Como o terceiro jogo do grupo entre Nasa e Três Rios também foi para disputa de um contra o goleiro e terminou com vitória de Três Rios, ficamos em 1º do grupo pelo saldo de pontos.

Na semi-final enfrentamos a equipe do Unihandbeach em jogo quente! O primeiro set perdemos por apenas 1 gol de diferença, 9 x 10. Panorama do jogo: enquanto nossos adversários desperdiçaram muitos tiros de 6 metros apontados pela arbitragem, nosso time fazia pontos de 1 em 1 por ter seus giros considerados com menos de 360° e aéreas como não existentes.

Com o sentimento de que tínhamos chance de ir à final, fomos para a disputa de 3º com tudo em busca na nossa melhor classificação em etapas até aqui. Invertendo a lógica da fase de grupos fizemos um excelente primeiro set vencendo por 16 x 7, mas o segundo set não foi suficiente e perdemos por 9 x 12. Novamente fomos para disputa de um contra goleiro e dessa vez, todos muito concentrados para não cometer os erros apontados pela arbitragem anteriormente e tampouco errar o alvo. Fomos IMPECÁVEIS: 8 x 5 e BC nem precisou bater!

CEPRAEA 3º lugar na série B!!! Festa para nossa equipe jovem e guerreira! Temos muito o que melhorar e isso é ótimo! Se chegamos até aqui com erros, imagina o que poderemos fazer com menos deles!

Ao final do jogo, após cumprimentar adversários e árbitros, comemorar com a torcida "empolgadíssima", fomos todos tomar um banho de sal no mar de Copacabana com uniforme e tudo para garantir que a uruca saiu, por bem ou por força maior.

Sai, uruca!